A ação foi coordenada pela Autoridade Portuária, em
parceria com o Órgão Gestor de Mão de Obra – OGMOSA
A Companhia das
Docas do Estado da Bahia (CODEBA), Autoridade Portuária responsável pela
administração do Porto de Salvador, na Bahia, realizou, entre os dias 21 e 22
de agosto, o 1º Simulado Integrado de Emergência do Plano de Ajuda Mútua (PAM).
A ação foi
coordenada pela Autoridade Portuária, em parceria com o Órgão Gestor de Mão de
Obra do Trabalho Portuário dos Portos de Salvador e Aratu (OGMOSA).
O objetivo do
exercício foi avaliar a prontidão das equipes, testar procedimentos de resposta
e fortalecer a atuação integrada diante de situações de emergência no ambiente portuário.
Planejamento
O planejamento da
atividade foi realizado durante reunião na Gerência do Porto de Salvador, que
reuniu os profissionais envolvidos na organização do exercício.
O encontro teve como
objetivo alinhar as ações previstas e integrar as equipes responsáveis pela
resposta a emergências na comunidade portuária.
Programação
A programação foi
dividida em duas etapas. Na sexta-feira (21), foi realizada uma simulação de mesa
(tabletop exercise), com discussão de cenários e procedimentos de resposta. No
sábado (22), ocorreu o exercício de campo, com a participação integrada das
equipes envolvidas.
O cenário simulado
envolveu um mal súbito de um operador de Portalino, equipamento utilizado na
movimentação de cargas, enquanto ele se encontrava em posição elevada. A
situação exigiu a ativação do Plano de Ajuda Mútua e das brigadas de emergência
para a realização de um resgate com movimentação vertical.
Durante o exercício,
foram estabelecidas três áreas de isolamento: zona quente, zona morna e zona
fria, de acordo com a dinâmica definida para o cenário.
A equipe de saúde do
OGMOSA atuou em área considerada segura para atendimento, enquanto a equipe
técnica realizou a montagem dos sistemas de ancoragem e da linha principal de
resgate. Entre os equipamentos utilizados no exercício esteve uma tirolesa de
resgate.
NR-35
O exercício também
contemplou procedimentos relacionados ao trabalho em altura, com referência às disposições
da NR-35 e às normas de segurança aplicáveis à atividade portuária.
Durante a simulação,
foram empregados procedimentos de avaliação inicial da vítima, incluindo o
protocolo AVPU, além de técnicas de restrição de movimento e manutenção do alinhamento
corporal, conforme o protocolo adotado pelas equipes participantes.
Os movimentos
realizados durante o resgate foram coordenados por um líder da operação, com o
objetivo de manter a comunicação e a segurança dos profissionais envolvidos.
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