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terça-feira, 21 de outubro de 2025

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PORTO PONTA DO FÉLIX REALIZA EXERCÍCIO SIMULADO DE SEGURANÇA PORTUÁRIA


O exercício contemplou um cenário de intrusão com colocação de artefato explosivo dentro da instalação

O Porto Ponta do Félix, empresa privada que administra o terminal portuário público de uso misto em Antonina, litoral do Paraná, realizou no dia 02 de outubro, um Exercício Simulado de Segurança Portuária.

O exercício contemplou um cenário de intrusão com colocação de artefato explosivo dentro da instalação.

Acionamento de protocolos de emergência: A equipe de segurança acionou imediatamente os procedimentos para ameaça de bomba.

Isolamento e evacuação: A área afetada foi isolada e as pessoas foram evacuadas para um ponto de encontro seguro.

Identificação do artefato: Após a localização do artefato, a equipe seguiu as orientações para manuseio de objetos suspeitos.

O objetivo foi avaliar a efetividade dos procedimentos operacionais e a capacidade de resposta das equipes, evidenciando a excelente integração entre a instalação portuária e os órgãos de segurança.

Os exercícios simulados são práticas importantes para testar e aprimorar a capacidade de resposta de equipes a situações de risco.

O simulado envolveu colaboradores do porto e órgãos de segurança pública – Comissões Estaduais de Segurança Pública nos Portos, Terminais e Vias Navegáveis – CESPORTOS, Núcleo Especial de Polícia Marítima da Polícia Federal - NEPOM, Batalhão de Operações Policiais Especiais da Polícia Militar - BOPE, Capitanias dos Portos do Paraná - CPPR, Guarda Portuária - GPort e aAgência Nacional de Transportes Aquaviários - ANTAQ.

Essa atuação conjunta foi fundamental para o controle da situação, e para a tomada de decisões coordenadas no âmbito do Gabinete de Crise.


A nossa missão é manter informado àqueles que nos acompanham, de todos os fatos, que de alguma forma, estejam relacionados com a Segurança Portuária em todo o seu contexto (Safety/Security). A matéria veiculada apresenta cunho jornalístico e informativo, inexistindo qualquer crítica política ou juízo de valor.    

* Texto: O texto deste artigo relata acontecimentos, baseado em fatos obtidos pelo acesso a fontes jornalísticas reconhecidas e confiáveis e dados observados ou verificados diretamente junto a colaboradores.

* Direitos Autorais: Os artigos e notícias, originais deste Portal, tem a reprodução autorizada pelo autor, desde que, seja mencionada a fonte e adicionado o link do artigo.


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quarta-feira, 10 de setembro de 2025

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PF E PMSC LOCALIZAM 277,2 KG DE COCAÍNA EM CASCO DE NAVIO ATRACADO NO PORTO DE IMBITUBA


O navio veio do Porto de Paranaguá e tinha como destino Portugal

Na tarde do domingo (31/8), a Polícia Federal (PF), com o apoio da Polícia Militar de Santa Catarina (PMSC), realizou a apreensão de 277,2 kg de cocaína que estava escondida no casco de um navio atracado no Porto de Imbituba.

A droga foi localizada durante um treinamento de mergulho e varredura nas embarcações, realizado pelas polícias Militar e Federal. As equipes de mergulhadores do Nepom/PF/SC e Bope/PMSC vêm realizando mergulhos de treinamento e alinhamentos rotineiros nos portos de Santa Catarina.

De acordo com a Polícia Militar, durante a verificação do compartimento, chamado sea chest ou caixa de mar (compartimento de entrada de água salgada para refrigeração das máquinas do navio), localizado na parte submersa do casco do navio Allegra, de bandeira Maltesa, foram encontrados sete fardos, embalados com material impermeável, que totalizaram 277,2 kg de cocaína. O navio veio do Porto de Paranaguá e tinha como destino Portugal.

A ação contou com mergulhadores táticos das forças policiais, com treinamento para esse tipo de operação. A droga estava embalada com material impermeável, em sete volumes, e escondida em um compartimento chamado caixa de mar, que fica na parte submersa do casco do navio.

A apreensão teve apoio do Núcleo Especial de Polícia Marítima (Nepom), da Polícia Federal de Florianópolis e de Itajaí, do Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope), e do 34° Batalhão de Polícia Militar (BPM).

A investigação prossegue para descobrir mais informações sobre a origem e o destino do entorpecente.

A droga foi encaminhada para a Superintendência Regional da Polícia Federal em Santa Catarina para ser periciada e incinerada.

Essa não foi a primeira vez que drogas foram localizadas em cascos de navios no Porto de Imbituba. Em 2024, mergulhadores da Polícia Federal encontraram 124,3 quilos de cocaína escondidos na estrutura submersa de uma embarcação ancorada no local. O navio tinha como destino a África do Sul.


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