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quinta-feira, 15 de abril de 2021

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QUEM SÃO OS BANDIDOS BRASILEIROS MAIS PROCURADOS NO PAÍS E NO MUNDO? VEJA LISTA

 

Dos 18 foragidos na lista nacional, oito têm ordem de prisão por crime de tráfico de drogas (44%)

Traficantes e assaltantes conhecidos, mas também milicianos, pistoleiros e bicheiros compõem a Lista de Procurados Nacional, mantida pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) dentro das estratégias de combate ao crime organizado. São 24 fichados, sendo que seis deles estão presos atualmente. Porém, esses não são os únicos criminosos procurados do Brasil: a lista da Interpol tem outros 126 brasileiros, conforme apurou a agência Fiquem Sabendo.

Não constar na lista vermelha da Interpol é um dos critérios para inclusão na base nacional de procurados, conforme explica o MJSP no próprio site: “A Lista de Procurados Nacional é elaborada a partir de metodologia específica e tem como premissas: existência de mandado de prisão aguardando cumprimento; envolvimento em crimes graves e violentos; participação direta ou indireta em organização criminosa; não constar na Lista da Interpol (Difusão Vermelha); dentre outras”.

Dos 18 foragidos na lista nacional, oito têm ordem de prisão por crime de tráfico de drogas (44%) e cinco por crime contra o patrimônio, incluindo assalto a empresa de valores e roubo de cargas (28%).

Um dos mais novos integrantes da base nacional é o traficante André Oliveira Macedo, conhecido como André do Rap, que está foragido desde outubro, quando o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Marco Aurélio Mello, concedeu habeas corpus ao criminoso, que cumpria prisão preventiva em Presidente Venceslau, interior de São Paulo. O benefício foi revogado pelo também ministro do STF, Luiz Fux, mas André do Rap conseguiu escapar. Segundo investigadores, ele saiu do país em um avião particular, que decolou do Paraná, provavelmente para o Paraguai. A Polícia Federal (PF) imediatamente pediu a inclusão do foragido nas buscas da Interpol, que o incluiu em uma “lista restrita”, segundo a PF.

Tráfico, roubo, milícia e jogo do bicho

A única mulher fichada pelo MJSP é Sonia Aparecida Rossi, a “Maria do Pó”, também procurada por tráfico. Conforme a descrição na ficha, ela é considerada a maior traficante de cocaína da região de Campinas (SP) e abastece favelas em São Paulo com droga da Bolívia. Outro traficante buscado é Leomar Oliveira Barbosa, o “Leozinho” ou “Playboy”, tido como braço direito de Fernandinho Beira-Mar. Apesar de ter o mesmo apelido do personagem interpretado por Cauã Reymond no cinema, este Playboy é outro. O retratado no filme Alemão, de José Eduardo Belmonte, foi baleado e morto no Rio de Janeiro em 2015. À época, a recompensa oferecida pela PF por sua captura era de R$ 50 mil.

A lista inclui ainda dois procurados por “pistolagem”, que seriam integrantes de uma milícia envolvida com jogo do bicho no Centro-Oeste. José Moreira Freires, o “Zezinho”, e Juanil Miranda Lima, são ex-guardas civis municipais de Campo Grande (MS). Conforme a ficha corrida publicada no site, eles foram condenados pela execução do delegado Paulo Magalhães Araújo numa emboscada, em 2013.

Preso em um hotel de luxo em Moçambique, numa operação que teve apoio da Polícia Federal dos Estados Unidos, em abril deste ano, o traficante Gilberto Aparecido dos Santos, conhecido como Fuminho, um dos líderes do Primeiro Comando da Capital (PCC), é um dos seis bandidos mais perigosos que constam como capturados do painel do MJSP.

O cidadão que tiver informações sobre os criminosos foragidos pode denunciar através dos números de Disque-Denúncia das Secretarias de Segurança Pública dos Estados (disque 190), pelo aplicativo Sinesp ou pelo site.

Veja quem são os 18 bandidos mais procurados do Brasil

Estes são os criminosos na lista nacional de foragidos perigosos. Acesse para ver fotos e a ficha completa de cada um, exceto os que já foram capturados:

Fonte: Yahoo Notícias



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sexta-feira, 25 de abril de 2014

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APLICATIVOS AUXILIAM NA SEGURANÇA PÚBLICA





O Ministério da Justiça lançou nesta quinta-feira (24) uma nova atualização do aplicativo “Sinesp Cidadão” – programa do Sistema Nacional de Segurança Pública.

Para ampliar o uso de dados do Sinesp, o Ministério expandiu a consulta para outros campos. Foi desenvolvido um aplicativo para a leitura dos mandados de prisão do CNJ (Conselho Nacional de justiça). O Conselho já possuia uma ferramenta de pesquisa pela internet.


A nova ferramenta, chamada “Mandado de Prisão”, é gratuito. O aplicativo está disponível para plataforma Android e estará para o IOS em dez dias. De acordo com Ministério da Justiça, a ferramenta deve ser disponibilizada também para as plataformas Windows Phone e Blackberry. O instrumento permite acesso a um cadastro nacional onde constam 352 mil mandados de prisão que ainda precisam ser cumpridos. A consulta também pode ser feita no site do Sinesp.

Segundo explicou o ministério, quem baixar o aplicativo poderá saber se uma pessoa é procurada pela polícia ao digitar o nome dela ou o número de algum documento que a identifique, como RG, CPF ou título de eleitor. Em caso de nomes iguais, o interessado em fazer a busca deverá digitar informações como órgão expedidor do documento ou número do processo referente àquela pessoa. O aplicativo não mostra foto do procurado.

Na avaliação do ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, o aplicativo é uma forma de a sociedade “colaborar” com a segurança pública. “Se por um lado precisamos ter informação para programar as ações policiais, de outro lado, a interação da sociedade num país como o nosso é de grande importância para que tenhamos sucesso nas nossas políticas”, disse o ministro.

Segundo a secretária nacional de Segurança Pública, Regina Miki, “é complicado” saber se alguém é procurado pela polícia se a pessoa não tiver mais informações além do nome. Ela afirmou que caso haja nomes iguais, o aplicativo apresentará uma lista para que a pessoa possa conferir outros dados, como nome da mãe e número do processo criminal.

Nos casos de homônimos, poderá ser consultado a data de nascimento, nome da mãe e o número do processo.

'Checkplaca'

O Ministério da Justiça já havia lançado no ano passado o aplicativo “Checkplaca”, criado para localizar veículos roubados por meio das placas. Segundo a pasta, houve 1,2 milhão de downloads da ferramenta, que ajudou a localizar 33 mil veículos em apenas quatro meses. “No estado de Goiás, nós tivemos grande parte deles”, diz Miki, que enumera ações motivadas pelo app em São Paulo, Bahia e Pernambuco.

A última atualização aumentou a quantidade de informações exibidas e agora incluem ano do modelo e município e unidade federativa de origem. O aplicativo foi atualizado para flagrar clonagens e passou a permitir a conferência da situação do veículo a partir dos cinco últimos números do chassi.

Banco Nacional de Mandados de Prisão (BNMP)

A regulamentação do Banco atende à Lei 12.403/2011, que altera o Código do Processo Penal. Segundo a nova legislação, cabe ao CNJ a criação e a manutenção do sistema, cujas informações estarão disponíveis na internet para o público em geral.

“O BNMP será disponibilizado na rede mundial de computadores, assegurado o direito de acesso às informações a toda e qualquer pessoa, independentemente de prévio cadastramento ou demonstração de interesse, sendo de responsabilidade do Conselho Nacional de Justiça a sua manutenção e disponibilização”, de acordo com o artigo 2º da Resolução.

Os mandados de prisão expedidos nos Tribunais são encaminhados para o Banco Nacional de Mandados de Prisão residente no CNJ. No site é possível consultar informando o número do processo criminal, o número do expediente (Mandado de Prisão), o nome da parte procurada (parte demandada no feito), emitir e validar certidões, expedir e imprimir comprovante de envio.

Portal sobre Segurança Pública 


O Portal do Sistema Nacional de Informações de Segurança Pública, Prisionais e sobre Drogas (Sinesp) foi criado para disponibilizar dados unificados sobre segurança de municípios e estados.

No site, é possível consultar dados estatísticos sobre homicídios, furtos e outros crimes. Dá, por exemplo, para obter um mapa que mostra em quais estados a taxa de ocorrência de homicídios dolosos é maior ou menor.

Em uma etapa futura, o portal contará com uma seção restrita aos profissionais de segurança pública, o que deve ajudar na troca de informações mais críticas entre as polícias de vários estados. Mas, de modo geral, a ideia é oferecer dados transparentes sobre segurança no Brasil para qualquer pessoa interessada.




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