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FORAGIDO DA JUSTIÇA É PRESO EM OPERAÇÃO DE FORÇAS DE SEGURANÇA NO PORTO DE SANTOS

A operação contou com a participação da Polícia Civil dos dois estados, da Policia Militar-SP e da Guarda Portuária Na manhã da última ter...

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terça-feira, 7 de fevereiro de 2023

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PF PRENDE CONDUTOR DE EMBARCAÇÃO DURANTE A OPERAÇÃO ÁGATA, NO RIO DE JANEIRO

 

Durante as fiscalizações, o condutor da embarcação tentou empreender fuga e foi preso em flagrante

Na madrugada da última terça-feira (31/01), a Polícia Federal (PF) deflagrou a operação Ágata, em ação conjunta com a Marinha do Brasil, no intuito de reprimir irregularidades e ilícitos na Baía de Guanabara através da fiscalização de diversas embarcações que transitavam na região.

Durante o patrulhamento feito pelos policiais federais lotados no Núcleo Especial de Polícia Marítima (NEPOM/PF/RJ) e pelos servidores da Marinha do Brasil, na região do Boqueirão – próxima à Ilha do Governador –, foi avistada uma embarcação transitando irregularmente em área militar.

Após ordem de parada, o condutor da embarcação tentou se evadir, ignorando os avisos dos policiais e dos militares da Marinha, dando início a uma perseguição que se findou somente quando os policiais federais saltaram para a embarcação, ainda em movimento.

Ao longo da inspeção, foi constatado que o barco não apresentava documentos que habilitassem a sua navegação. Além disso, foi constatado também que alguns dos tripulantes eram menores de idade.

Diante dos fatos, o condutor foi preso em flagrante e conduzido para a Superintendência da Polícia Federal no Rio de Janeiro pelo crime de desobediência. Devido ao fato de que a referida infração apresenta menor potencial ofensivo, o homem assinou um termo circunstanciado de ocorrência e em seguida foi liberado.

Os menores foram conduzidos ao Conselho Tutelar, e a embarcação foi autuada por infrações relacionadas à Lei nº 9.537 (Lei de Segurança do Tráfego Aquaviário – LESTA).


A nossa missão é manter informado àqueles que nos acompanham, de todos os fatos, que de alguma forma, estejam relacionados com a Segurança Portuária em todo o seu contexto. A matéria veiculada apresenta cunho jornalístico e informativo, inexistindo qualquer crítica política ou juízo de valor.      

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quinta-feira, 8 de dezembro de 2022

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PF APREENDE 191 KG DE COCAÍNA NO PORTO DE SANTOS

 

Droga foi apreendida durante a realização da Operação Ágata

A Polícia Federal (PF) apreendeu 191 kg de cocaína no Porto de Santos, litoral sul de São Paulo. A ação, que ocorreu de 21 a 27 de novembro, visou a prevenção e repressão ao tráfico internacional de drogas e ocorreu em parceria com outras instituições públicas.

As ações englobaram patrulhamentos do canal portuário, bem como inspeções de cascos de navios, no intuito de localizar substâncias e materiais ilícitos inseridos em compartimentos das embarcações.

Os tabletes da droga estavam escondidos no sea chest (caixa-mar) de um navio que fora selecionado para inspeção, e foi retirado por mergulhadores da Marinha do Brasil.

O entorpecente foi apreendido pela PF, que instaurou inquérito policial para a continuidade das investigações.


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sábado, 3 de setembro de 2022

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OPERAÇÃO ÁGATA: FORÇA-TAREFA APREENDE MAIS 30 KG DE COCAÍNA NA BAÍA DE PARANAGUÁ

 

O pacote com cocaína foi encontrado no compartimento conhecido como “Caixa de Mar” de um navio que estava há aproximadamente 10 km da costa

As forças de segurança envolvidas na Operação Ágata, coordenada pela Marinha do Brasil, apreenderam na tarde de sábado, 27, mais 30 kg de cocaína que estavam escondidos no casco de um navio, fundeado na baía do Porto de Paranaguá.

O entorpecente foi encontrado no compartimento conhecido como Sea Chest ou “Caixa de Mar”. Foi a terceira apreensão realizada pela Força Tarefa que está sendo realizada no litoral do estado, nos últimos dias.

Denúncia

Tripulantes de embarcações do NEPOM – Núcleo Especial de Polícia Marítima, da Polícia Federal e Patrulha Costeira, da Polícia Militar foram informados que na sexta-feira, 26, um barco suspeito foi visualizado perto do navio Water Ride, que estava há aproximadamente 10 km da costa.

Por conta do trabalho de fiscalização que vem sendo realizado na região, equipes de mergulhadores foram acionadas e um pacote com tabletes de cocaína foi encontrado no compartimento que fica totalmente submerso.

Nenhuma embarcação suspeita foi visualizada pelos policiais na região onde o navio estava parado. Carregado com contêineres, o Water Ride tinha como destino o continente europeu.

A droga apreendida foi encaminhada para a Delegacia de Polícia Federal, em Paranaguá.

Operação Ágata

A Operação Ágata visa coibir ilícitos transfronteiriços e ambientais por meio de operações interagências e está sendo realizada no litoral do Paraná sob coordenação da Marinha do Brasil e conta com a participação da Polícia Federal, Secretaria da Receita Federal do Brasil, Polícia  Polícia Militar do Paraná e do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio).

3ª Apreensão

Foi a terceira apreensão de cocaína realizada durante a Operação Ágata, no Porto de Paranaguá.

Ao longo da semana passada, as equipes encontraram pacotes com cocaína em dois navios estavam no terminal portuário e na área de manobras.

Na primeira apreensão foram recolhidos 46 kg e na segunda, mais 159 kg do entorpecente.

Sea Chest

O compartimento onde a cocaína foi encontrada fica no casco do navio e é conhecido como Chest ou “Caixa de Mar”. A abertura permanece sempre submersa e só pode ser acessada por mergulhadores.

Traficantes internacionais contratam profissionais experientes para colocar as bolsas com entorpecente no compartimento. O procedimento obriga que os mergulhadores permaneçam submersos por mais de 1h.

Fonte: Folha do Litoral

 

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sexta-feira, 26 de agosto de 2022

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AÇÃO CONJUNTA ENTRE MARINHA E POLÍCIA FEDERAL APREENDE COCAÍNA EM CASCO DE NAVIO FUNDEADO EM PARANAGUÁ

 

A droga tinha como destino um porto italiano. A fiscalização faz parte da Operação Ágata

Na manhã da última segunda-feira (22/8), uma força-tarefa composta por mergulhadores da Marinha do Brasil (MB) e da Polícia Federal (PF) encontrou cerca de 45kg de substância com características de cocaína escondidos no casco de uma embarcação mercante fundeada na baía da área do Porto de Paranaguá, no litoral do Paraná.

A droga, disposta em tabletes e que tinha como destino um porto italiano, estava escondida em um compartimento chamado sea chest, situado abaixo da linha de flutuação do navio e que só pode ser acessado por mergulhadores especializados.

A fiscalização faz parte da Operação Ágata, a qual, coordenada pela Marinha do Brasil com o apoio da Polícia Federal, Polícia Militar-PR, Receita Federal e ICMBio, visa coibir delitos transfronteiriços e ambientais por meio de ações interagências na região. 

Após os procedimentos de praxe o material foi apreendido e e encaminhado para a sede da Polícia Federal, que prosseguirá com as investigações.


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quarta-feira, 15 de junho de 2022

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AUTORIDADES DIVULGAM BALANÇO DA OPERAÇÃO ÁGATA VIII

    Foto: Divulgação/Marinha do Brasil

A operação resultou em 22 pessoas presas, cerca de R$ 83 milhões de reais em produtos ilícitos apreendidos e R$ 24,2 milhões entre multas e materiais contrabandeados

A “Operação Ágata VIII”, articulada pelo Ministério da Defesa (MD) nas regiões Sudeste e Sul do Brasil, realizada entre 24 de maio e 4 de junho, teve o seu balanço divulgado no dia 8 e junho, na Capitania dos Portos, no Porto de Santos (SP), no litoral de São Paulo

Em nota, a Marinha aponta que a operação resultou em 22 pessoas presas, cerca de R$ 83 milhões de reais em produtos ilícitos apreendidos e R$ 24,2 milhões entre multas e materiais contrabandeados.

Nesta edição, a operação contou com 2.500 integrantes, entre militares e agentes. Os profissionais estavam envolvidos nas ações preventivas e repressivas, como postos de bloqueio e controle em estradas - vias urbanas e rurais -, patrulha e inspeção de embarcações nos rios e área marítima e monitoramento aéreo da área de operação.

A operação contou com a participação em conjunto da  Marinha do Brasil, com a coordenação local do Grupamento de Patrulha Naval Sul-Sudeste; a Capitania dos Portos de São Paulo (CPSP); Exército Brasileiro; Força Aérea Brasileira (FAB), o Núcleo Especial de Polícia Marítima da Polícia Federal (Nepom-PF); a Receita Federal do Brasil (RFB); a Autoridade Portuária; a Guarda Portuária (GPort), a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), a Polícia Militar Ambiental do Estado de São Paulo (PMSP) e a Fundação Florestal.

Segundo as autoridades envolvidas na operação, foram realizadas 127 abordagens e cinco embarcações foram apreendidas na região Sudeste. Uma delas, um barco pesqueiro que estava sendo monitorado pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e realizava pesca irregular há aproximadamente dois meses.

Segundo o IBAMA, mais de 20 toneladas de pescados de peixes das espécies atum, dourado e bonito foram apreendidas, resultando na aplicação de R$19,74 milhões em autuações. A maior parte nesta embarcação, que foi autuada e multada em R$ 12 milhões.

O pescado apreendido foi doado para 12 entidades assistenciais da Baixada Santista, por meio do Programa Mesa Brasil, com o apoio da Polícia Militar Ambiental do estado.

Foto: Ana Angélica Alabarce - Ibama

Os agentes do Ibama realizaram vistorias nas áreas de segurança das plataformas em alto-mar – o acesso de embarcações pesqueiras não é permitido nessas áreas. Também foram vistoriados barcos graneleiros ancorados na barra de Santos, cujas características verificadas apontaram indícios de descarte irregular. Ao todo, 118 embarcações foram monitoradas, ação esta que contou com o uso, pelo ar, do avião Poseidon - do Instituto, que identificou os alvos preestabelecidos. A fiscalização constatou ações como invasão em áreas de segurança das plataformas, limpeza irregular de porões e de casco e pesca irregular. Os equipamentos e petrechos apreendidos foram calculados em R$5,3 milhões.

Os agentes do Ibama realizaram vistorias nas áreas de segurança das plataformas em alto-mar – o acesso de embarcações pesqueiras não é permitido nessas áreas. Também foram vistoriados barcos graneleiros ancorados na barra de Santos, cujas características verificadas apontaram indícios de descarte irregular. Ao todo, 118 embarcações foram monitoradas, ação esta que contou com o uso, pelo ar, do avião Poseidon - do Instituto, que identificou os alvos preestabelecidos. A fiscalização constatou ações como invasão em áreas de segurança das plataformas, limpeza irregular de porões e de casco e pesca irregular. Os equipamentos e petrechos apreendidos foram calculados em R$5,3 milhões.

Realizadas nessa etapa da Operação Ágata VIII do Ministério da Defesa, as operações Descarte e Plataforma do Ibama são constantes na região do Porto de Santos. O objetivo do Instituto é fiscalizar navios e embarcações menores que realizam higienização e desinfecção em seus porões com descarte de resíduos poluentes no mar, além de outros ilícitos, como pesca irregular – para preservação do estoque pesqueiro, e invasão de barcos pesqueiros em áreas de segurança das plataformas.


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segunda-feira, 11 de abril de 2022

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RECEITA FEDERAL E MARINHA DO BRASIL REALIZAM AÇÕES DE FISCALIZAÇÃO NO COMPLEXO PORTUÁRIO DO AÇU

 

Durante a Operação Ágata 2022 foram inspecionados os principais terminais alfandegados

Receita Federal do Brasil (RFB), em conjunto com a Marinha do Brasil (MB), realizaram no período de 22 a 25 de março a “Operação Ágata 2022”, composta por uma série de ações no Complexo Portuário do Açu, em São João da Barra, no estado do Rio de Janeiro.

A RFB contou com uma equipe de oito servidores da Divisão de Vigilância e Repressão ao Contrabando e Descaminho (Direp), que desempenharam atividades condizentes com o combate à criminalidade, com dois cães de faro, drones e rádios transmissores, e cinco militares da Marinha do Brasil (MB), que atuaram na fiscalização do tráfego aquaviário, com o intuito de garantir a salvaguarda da vida humana, transmitindo orientações sobre a utilização de equipamentos de salvatagem, os procedimentos inerentes à segurança da navegação e a prevenção à poluição hídrica.

Patrulha e Inspeção

A operação incluiu trabalho conjunto de patrulha e inspeção naval nas áreas de atracação e nos canais de acesso aos terminais portuários, locais de navegabilidade restrita, onde há registro de ocorrência de embarcações de pequeno porte, principalmente barcos pesqueiros que operam irregularmente na região.

Os agente se reuniram com a gerência de segurança do Porto do Açu, responsável pela operacionalização do Centro VTS de controle do tráfego marítimo na região do porto, que alcança até a área de fundeio dos navios mercantes. Na oportunidade, registrou-se o interesse de acesso às informações geradas por esse centro para planejamento de futuras ações de Vigilância e Repressão no local, a partir do trabalho de análise de risco realizado pela Divisão. Atualmente, a RFB já dispõe de imagens dos locais alfandegados dentro do complexo portuário, que futuramente serão replicadas para um centro regional a ser operado pela Direp.

Na operação foram inspecionados os principais terminais alfandegados, que compreendem a Ferroport, o T-OIL e a T-Mult, tendo inclusive acompanhado uma operação de carregamento de óleo com destino final China e o descarregamento de coque de carvão proveniente da Colômbia.

Por fim, a RFB e a MB inspecionaram o interior do navio PPS Luck, de bandeira de Singapura, vindo da Colômbia e que transportava coque de carvão. Foram verificados os compartimentos da tripulação e salas de comando e operação da embarcação, tendo sido utilizados cães de faro e drones no curso do trabalho. A verificação de documentação do navio e da tripulação foi realizada pelos oficiais da Capitania dos Portos de São João da Barra.

Objetivo

A Operação “Ágata 2022”, no Polo de Inspeção Naval do Porto do Açu, teve como objetivo principal consolidar a presença do Estado naquele complexo, realizando ações de patrulha e fiscalização nas áreas de navegação restrita, além das atribuições exclusivas de cada órgão, aumentando, assim, a interação com os órgãos que atuam naquele porto.


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quinta-feira, 17 de março de 2022

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MARINHA REALIZA OPERAÇÃO “ÁGATA” NO PORTO DE SANTOS

 

Participaram da operação a RFB, a PF, a GPort, a Polícia Ambiental (PMSP)) e o IBAMA

O Comando do 8º Distrito Naval, em conjunto com órgãos governamentais, realizou ações da Operação “Ágata”, no período de 14 a 16 de fevereiro, no Porto de Santos (SP).

A Operação visa coibir a ocorrência de crimes transfronteiriços e ambientais, garantir a segurança da navegação, salvaguardar a vida humana no mar e propiciar interoperabilidade e integração entre entes governamentais.

Paralelamente às atividades de Patrulhamento e Inspeção Naval, nos canais de acesso ao porto e áreas dos fundeadouros, foram realizados mergulhos em busca de materiais ilícitos fixados nos cascos de navios mercantes e inspeção ambiental.

Durante a operação, uma embarcação de transporte de passageiros foi apreendida por transgressões ao previsto na Lei de Segurança do Tráfego Aquaviário e, também, por prática de mergulho irregular.

Além do Navio-Patrulha “Guajará”, do Aviso de Patrulha “Espadarte” e do Grupo de Mergulho do Comando do Grupamento de Patrulha Naval do Sul-Sudeste, subordinados ao Comando do 8º Distrito Naval, também participaram da operação a Receita Federal do Brasil (RFB), a Polícia Federal (PF), a Guarda Portuária (GPort), o 3º Batalhão da Polícia Ambiental (Polícia Militar do Estado de São Paulo) e o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA).

Fonte: defesaemfoco


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quarta-feira, 22 de setembro de 2021

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OPERAÇÃO CONJUNTA NO PORTO DE SANTOS RESULTA EM APREENSÃO DE 155 KG DE COCAÍNA

 

O destino do navio graneleiro seria o Porto de Apapa, em Lagos, na Nigéria

No último sábado, dia 18 de setembro, na Operação Ágata Arco Sul-Sudeste, coordenada pela Marinha do Brasil (Comando do 8º Distrito Naval), foi apreendido 155 kg de cocaína em um navio graneleiro atracado no Porto de Santos, no litoral de São Paulo.

A ação para a localização da droga durou mais de 10 horas, pois boa parte de um carregamento de mais de 46 mil toneladas de açúcar a granel precisou ser removida de um porão para outro do navio com uso do equipamento chamado “grab”, um tipo de caçamba suspensa por guindaste interno.

À medida que a carga era removida, bolsas contendo cocaína eram localizadas, sendo necessária também a intervenção manual dos servidores envolvidos, vasculhando a carga com pás e varas em busca do entorpecente.

Devido a ocorrências anteriores de ocultação de bolsas contendo cocaína no compartimento denominado "sea chest" que fica abaixo da linha d'água e é utilizado para coleta de água do mar para suprir os sistemas de refrigeração do navio, mergulhadores do Grupamento de Patrulha Naval do Sul-Sudeste da Marinha do Brasil realizaram dois mergulhos para inspeção do casco do navio. As condições de visibilidade das águas e o risco desse tipo de operação exigem um trabalho minucioso e demorado para sua conclusão, mas nada foi encontrado.

O destino do navio graneleiro seria o Porto de Apapa, em Lagos, na Nigéria.

A droga apreendida foi encaminhada para a sede da Polícia Federal. A Receita Federal fornecerá todas as informações disponíveis sobre esse carregamento de exportação à Polícia Federal, resultando em um novo inquérito policial ou trazendo novos elementos para os que estão em curso.

Operação Ágata

Coordenadas pelo Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas (EMCFA) do Ministério da Defesa (MD), a operação tem como objetivo, fortalecer a segurança nas áreas de fronteiras para reprimir o narcotráfico, o contrabando, o tráfico de armas e munições, além de crimes ambientais.

A Operação Ágata integra o Plano Estratégico de Fronteiras (PEF) do Governo Federal. Além do Ministério da Defesa, a ação envolve a participação de 12 ministérios e 20 agências governamentais. O planejamento e a mobilização são feitos de forma integrada, com articulação contínua entre militares das Forças Armadas e agentes de segurança pública nos níveis federal, estadual e municipal.

O Programa de Proteção Integrada de Fronteiras (PPIF) organiza a atuação de todas as unidades nas ações conjuntas na faixa de fronteira, incluídas suas águas interiores e a costa marítima. 

A Ágata Arco Sul-Sudeste foi realizada, entre os dias 13 a 16 de setembro, no Porto de Santos, litoral do estado de São Paulo, e contou com a participação da Marinha do Brasil (MB), Polícia Federal (PF), Receita Federal do Brasil (RFB), Guarda Portuária (Gport), Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis, mais conhecido pelo acrônimo (IBAMA), Polícia Militar Ambiental do Estado de São Paulo (PMESP), Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq) e a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

Até o último sábado, 125 embarcações foram inspecionadas, sendo 21 notificadas, sete apresadas e uma apreendida.


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segunda-feira, 26 de julho de 2021

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GUARDA PORTUÁRIA PARTICIPA DA OPERAÇÃO ÁGATA NO PORTO DE ITAGUAÍ

 

A Operação Ágata integra o Plano Estratégico de Fronteiras (PEF) do Governo Federal

A Guarda Portuária participou, em 13 de julho, de mais uma etapa da Operação “Ágata II”, ocorrida nos municípios de Itaguaí e Mangaratiba, no estado do Rio de Janeiro.

A operação, coordenada pela Marinha do Brasil (MB), através da Delegacia da Capitania dos Portos em Itacuruçá (DelItacuruçá), também contou com agentes da Polícia Federal (PF), Receita Federal do Brasil (RFB) e da Secretaria de Meio Ambiente do Município de Mangaratiba.

As equipes da DelItacuruçá fizeram inspeções navais com patrulhamento ostensivo na Baía de Sepetiba, onde fiscalizaram 20 embarcações, verificando o cumprimento da legislação quanto à segurança da navegação, salvaguarda da vida humana no mar e possibilidade de poluição hídrica, sendo emitidas cinco notificações.

Simultaneamente, as demais autoridades abordaram veículos junto aos acessos ao Porto de Itaguaí (RJ) e fiscalizaram infrações ambientais em área de preservação.

As equipes da PF e da RFB fizeram suas inspeções por terra nos terminais portuários; e o pessoal da Secretaria de Meio Ambiente de Mangaratiba fez abordagens a embarcações pesqueiras encontradas na Área de Proteção Ambiental (APA). 

A equipe da Guarda Portuária realizou ações de revista nos alojamentos e no estacionamento dos estivadores e caminhoneiros, localizados nas instalações portuárias e nos terminais, bem como intensificou as inspeções na entrada e saída do porto. 

Atuação da Guarda Portuária na entrada do porto

Operação Ágata

A Operação Ágata integra o Plano Estratégico de Fronteiras (PEF) do Governo Federal e é coordenada pelo Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas (EMCFA) do Ministério da Defesa (MD), com ações desde 2011.

O objetivo é fortalecer a segurança nas áreas de fronteiras para reprimir o narcotráfico, contrabando e descaminho, o tráfico de armas e munições, e a ocorrência de crimes ambientais.

Além do Ministério da Defesa, a Ágata envolve a participação de 12 ministérios e 20 agências governamentais. O planejamento e a mobilização são feitos de forma integrada, com articulação contínua entre militares das Forças Armadas e agentes de segurança pública nos níveis federal, estadual e municipal.

PPIF

O Programa Integrado de Fronteiras foi instituído pelo Decreto Presidencial Nº 8.903, de 16 de novembro de 2016, e organiza a atuação de unidades da administração pública federal para sua execução.

Ele tem por objetivo integrar e articular ações de segurança pública da União, de inteligência, de controle aduaneiro e das Forças Armadas com as ações dos Estados e Municípios situados na faixa de fronteira, incluídas suas águas interiores, e na costa marítima.


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sexta-feira, 30 de outubro de 2020

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OPERAÇÃO CONJUNTA NOS PORTOS DO PARÁ

 


Mais de 146 mil toneladas de minério de manganês, destinados à China, foram apreendidos no Porto de Vila do Conde (PVC).

A ação, realizada entre os dias 22 e 25 de outubro, teve por objetivo intensificar a fiscalização nos portos de Vila do Conde (PVC) e de Santarém, no Pará, além das áreas portuárias e rios adjacentes, com intuito de combater crimes ambientais, tráfico de drogas, contrabando e descaminho.

Operação     

No dia 23, duas pessoas foram presas em flagrante, em empresas localizadas na retroárea do Porto de Vila do Conde, Barcarena/PA, por não possuírem documentação legal da origem lícita de minério manganês, considerado material essencial na fabricação de ligas metálicas, combinado especialmente com o ferro na produção de aço.


No dia 24, mais de 146 mil toneladas de minério de manganês foram apreendidos no Porto de Vila do Conde (PVC), em Barcarena. Foi a maior apreensão no Estado. Os 186 contêineres com manganês seriam destinados à China. Todo o minério apreendido era de origem ilegal, extraídos no Pará e vendidos com notas fiscais "esquentadas" por empresas que possuem títulos autorizativos de lavra. Além do minério, houve apreensão de maquinários.

Áreas ribeirinhas

Em continuidade às ações, no dia 25, após levantamentos precisos de inteligência, houve a localização de dois plantios de maconha em área ribeirinha da zona rural do município de Ipixuna do Pará. Na ocasião, foram erradicados e incinerados 3 mil pés da planta, que equivalem a 1 tonelada da droga. Os cultivadores fugiram do local com a chegada das equipes (PF e MB).


Operação Ágata

A Operação Ágata é uma ação que tem como missão executar ações preventivas e repressivas, empregando, em conjunto, parcela das Forças Armadas e em coordenação com os órgãos federais e estaduais de segurança pública e ambiental, na Amazônia Azul até o limite da Zona Econômica Exclusiva, na faixa de fronteira terrestre e nas águas interiores, a fim de coibir e/ou combater delitos transfronteiriços e ambientais, circunscritos aos Estados do Pará e Amapá.

A Operação Ágata Norte 2020 também tem como objetivo complementar as ações desenvolvidas pela Operação Verde Brasil 2. Ao todo, estão sendo empregados mais de três mil militares das Forças Armadas (Exército Brasileiro, Marinha do Brasil e Força Aérea Brasileira) e foram realizadas parcerias com 28 órgãos estaduais e federais, além de 12 agências.

Participantes

Participaram da operação 33 policiais federais, além de militares da Marinha do Brasil (MB), gentes da Receita Federal do Brasil (RFB), da Agência Nacional de Mineração (ANM), Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA).

Marinha do Brasil (MB)

Em Vila do Conde, a Marinha do Brasil empregou mais de cem militares Fuzileiros Navais, além de cachorros farejadores, a fim de auxiliar na segurança do Porto, bem como localizar drogas e explosivos/armas e fazer a escolta de custodiados. O Navio de Apoio Oceânico “Iguatemi” serviu de apoio logístico como Núcleo de Coordenação para que as equipes das interagências e Forças Armadas planejassem suas ações. Ainda foram utilizadas aeronaves do 1° Esquadrão de Helicópteros de Emprego Geral do Norte e da Esquadra para sobrevoar a região e transportar os agentes da PF.]

Receita Federal do Brasil (RFB)

No início da operação, o Superintendente da Receita Federal na 2ª Região Fiscal e outras autoridades realizaram um sobrevoo sobre a região de Vila do Conde para reconhecimento aéreo do terminal portuário, área de fundeio e retroporto que operam minério de manganês.

A RFB atuou presencialmente em Barcarena com o objetivo de reforçar a repressão de delitos no local. Também atuou remotamente realizando análise risco para apoio às ações em Santarém, Mosqueiro, Curralinho e São Sebastião da Boa Vista. Seis servidores da Divisão de Repressão participaram da ação.

O conhecimento da RFB na análise de dados e relatórios estruturados foi de grande importância para o trabalho da Agência Nacional de Mineração, culminando na identificação e apreensão de 146 mil toneladas de Manganês extraído irregularmente no Porto de Vila do Conde (PVC).



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