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APÓS TENTAR A TERCEIRIZAÇÃO, CDP DIVULGA NOVO CONCURSO PARA A GUARDA PORTUÁRIA

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sábado, 26 de outubro de 2013

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GUARDAS PORTUÁRIOS FAZEM NOVA TENTATIVA PARA BUSCAR O PORTE DE ARMA FORA DO SERVIÇO




Na última quarta-feira (23), Vilmar Soares e Marco Aurélio representando o Sindicato dos Trabalhadores da Administração Portuária – Sindaport, de Santos; Ange Biniou representando o Sindicato dos Portuários do Rio de Janeiro – STSPPERJ; Dejacy Conceição, Oney Peixoto e Marco Jamil representando a Associação da Guarda Portuária do Rio de Janeiro – AGPRJ e José Carlos, representando a Associação dos Guardas Portuários da Bahia – ASGPOR-BA, estiveram em Brasília iniciando uma nova luta pelo porte de arma fora do serviço.

 
Guardas portuários Vilmar (Santos), Dejacy (Rio), Marco Aurélio (Santos) e Biniou (Rio)


No dia 28 de novembro de 2012, a Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) aprovou em decisão terminativa, o projeto de lei da Câmara (PLC 87/2011) que alterava o Estatuto do Desarmamento (Lei 10.826/2003) para autorizar agentes e guardas prisionais, integrantes das escoltas de presos e equipes de guardas portuários a portar arma de fogo, de propriedade particular ou fornecida pela corporação, mesmo fora de serviço. Ele foi aprovado pelos senadores componentes dessa Comissão, com o placar de 19 votos favoráveis, 1 voto contrário e uma abstenção.

Na ocasião o relator, senador Gim Argello (PTB-DF) disse: "Esses servidores, pela característica de suas atividades, vivem em situação de perigo constante e iminente, e por isso é necessário que possam portar arma a qualquer tempo e em qualquer ponto do território nacional, como prevê o projeto aprovado pela CCJ”.

O projeto seguiu direto para sanção presidencial, já que o Senado não modificou o texto aprovado pela Câmara, no entanto, em 10 de janeiro, o Diário Oficial da União publicou o veto da Presidente Dilma Rousseff.

A presidente alegou na sua justificativa que ouviu o Ministério da Justiça e a Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República e decidiu por não conceder a autorização, pois implicaria maior quantidade de armas em circulação, o que iria “na contramão” da política nacional de combate à violência.

Além disso, de acordo com a Chefe do Executivo, a legislação brasileira já prevê a possibilidade de requerer a autorização de porte para defesa pessoal, conforme a necessidade individual de cada profissional.

Atualmente, essa permissão alcança categorias como integrantes das Forças Armadas, agentes vinculados à Agência Brasileira de Inteligência (Abin) e à Presidência da República e policiais federais. No entanto, o Estatuto do Desarmamento deixou de fora os quadros que atuam nas guardas penitenciárias e portuárias.

Recentemente os sindicatos representativos dos guardas prisionais estiveram reunidos com o Ministro da Justiça, José Eduardo Cardoso e o convenceram da necessidade do porte de arma fora do horário de trabalho, tendo o mesmo enviado um Ofício a Presidente Dilma, justificando a apresentação do Projeto de Lei 6565/2013, que versa sobre o porte de arma funcional dos integrantes do quadro efetivo de agentes e guardas prisionais, concedido com algumas restrições. Projeto este apresentado em plenária no dia 11/10/2013.

Em 14/10/2013, abriu prazo para apresentação de emendas em Plenário a partir de 15/10/2013, tendo como tempo limítrofe cinco sessões ordinárias, tendo como prazo final o dia 23/10/2013 para realizá-lo.
 
 
GP Jamil (Rio), GP Vilmar (Santos), Dep. Protógenes Queiróz e GP Marco Aurélio


Representantes da Guarda Portuária se dirigiram então para Brasília com a missão de inserir, através de uma emenda, esta corporação no texto do PL, amplamente apoiados pelo Deputado Federal Arnaldo Faria de Sá (PTB-SP) e pelo Deputado Federal Delegado Protógenes Queiróz (PCdoB-SP), que apresentou a Emenda nº 02.




Para a apresentação da emenda seria necessário a assinatura de 1/5 dos deputados da Câmara ou o apoio das lideranças partidárias para atingir o número necessário. Apoiou a apresentação da emenda o Deputado Eduardo Cunha (líder do PMDB), Deputado Beto Albuquerque (líder do PSB), Deputado Eduardo da Fonte (líder do PP) e Deputado Líncoln Portela (vice-líder do PR). 

O PL 6565/2013 passará por duas comissões na Câmara dos Deputados, a saber: na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania e na Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado, que terá como relator, o Deputado Federal Arnaldo Faria de Sá.

Emenda

“Art. 6º...
§1º-B. Os integrantes do quadro efetivo de agentes e guardas prisionais e das guardas portuárias poderão portar arma de fogo de propriedade particular ou fornecida pela respectiva corporação ou instituição, mesmo fora de serviço, desde que estejam:
I-submetidos a regime de dedicação exclusiva;
II-sujeitos à formação funcional, nos termos do regulamento; e
III-subordinados a mecanismos de fiscalização e de controle interno.”
Pronasci

Os representantes da categoria portuária também estiveram no gabinete do Deputado Federal Aelton José de Freitas (PR-MG), relator do PL 454/2011, que insere a Guarda Portuária no PRONASCI, que se encontra na Comissão de Finanças e Tributação, onde foi entregue um estudo do DIEESE sobre o perfil financeiro da Guarda Portuária, demonstrando não trazer nenhum ônus ao Governo.











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sábado, 10 de novembro de 2012

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PLC 87 – REQUERIMENTO DERRUBADO – PROJETO NA CCJ


 
SEGURANÇA PÚBLICA PORTUÁRIA / GUARDA PORTUÁRIA
 

Requerimento nº 786 da Senadora Ana Rita é rejeitado na Plenária
 

 

Depois de muito tempo vendo este projeto (PLC 87/2011), que dá o direito a portar arma de fogo fora de serviço em todo território federal, deixando de ser apreciado e transferido para outras datas por diversas vezes, finalmente o plenário encaminhou ele para decisão terminativa na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania, na última terça-feira (07).

É certo que o guarda já possui porte de arma, no entanto, há falta de clareza no Estatuto de Desarmamento.
 
 

A Senadora Ana Rita (PT-ES), através do requerimento nº 786, solicitava o encaminhamento do projeto à Comissão de Direitos Humanos (CDH) do Senado. Ela foi relutante em atender o apelo de várias entidades e os pedidos de vários senadores para a retirada deste seu requerimento.

 A Guarda Portuária foi representada pelos guardas portuários do Rio de Janeiro (Péricles, Vasconcelos, Perim, Dejacy e Biniou), Santos (Vilmar e Gaspar) e Bahia (Juninho).

Diante da dificuldade do requerimento em questão entrar na pauta da Plenária do Senado, devido a grande quantidade de Medidas Provisórias com caráter de urgência, o grupo em parceria com os Deputados Federais Arnaldo Faria de Sá (PTB-SP), Ademir Camilo (PSD-MG) e Márcio França (PSB-SP) solicitou aos senadores envolvidos no citado projeto a inversão de pauta para que o requerimento pudesse ser derrubado.

 O Senador Gim Argello (PTB-DF), relator do referido Projeto de Lei, junto com as demais lideranças partidárias, solicitaram, em caráter de urgência, ao presidente da Plenária, Senador Paulo Paim (PT-RS), a inversão de pauta e leitura do requerimento nº 786 para que fosse votada a rejeição do mesmo, sendo o pedido atendido de pronto.

O resultado da decisão foi unânime pela rejeição do requerimento. O PLC 87/2011 agora volta para a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), tendo caráter terminativo, onde será votado nos próximos dias para sua aprovação ou rejeição.

 O Presidente da CCJ, Senador Eunício Oliveira (PMDB-CE), disse que vai aguardar a publicação no Diário do Senado, e que, provavelmente, o PLC 87/2011 será votado no próximo dia 20.

Trâmite

Ação: (Matéria constante do Item 4 da Ordem do Dia e apreciada em primeiro lugar, com aquiescência das lideranças partidárias)

Rejeitado o Requerimento nº 786, de 2012, após usarem da palavra os Senadores Gim e Lindbergh Farias.

À Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania, em decisão terminativa. 07/11/2012 CCJ - Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania.

Situação: AGUARDANDO DESIGNAÇÃO DO RELATOR

Ação: Recebido nesta Comissão às 19 horas e 34 minutos.

Matéria aguardando distribuição.


Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania – CCJ


Tipo: Comissão Permanente do Senado Federal

Quantidade de membros: Senadores: 23 titulares e 23 suplentes

PRESIDENTE: Senador Eunício Oliveira - PMDB - CE

VICE-PRESIDENTE: Senador José Pimentel - PT - CE

Composição

Secretário(a): Ednaldo Magalhães Siqueira

Tel Secretário(a): 3303-3972

Fax Secretário(a): 3303-4315
 

Histórico


Este projeto já teve emissão do parecer do Relator Gim Argello que foi aprovado no dia 29.08.2012. O Parecer naquele momento teve sua aprovação e foi encaminhado para o plenário, no dia 30.08.2012, ficando desde esta data no aguardo para apreciação do Senado Federal para emendas.  

A Solicitação e apresentação do Requerimento nº 786, de 2012, de audiência da Comissão de Direitos Humanos (CDH) da Senadora Ana Rita-PT, provocou momentaneamente a suspensão da votação até que fosse aceito ou rejeitado.

No último dia 07, após muita luta das entidades classistas conseguimos um marco histórico, ou seja, a rejeição do plenário pelo requerimento. O Plenário encaminhou o Projeto para decisão terminativa na CCJ. Após a decisão terminativa ele será encaminhado para sanção presidencial.

A decisão terminativa dificilmente será contra, até porque o projeto já foi apreciado inicialmente pela CCJ.



FONTE: AGPRJ / SINDPEN-DF / SINDASP-PE
 
 
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LEGISLAÇÕES