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FORAGIDO DA JUSTIÇA É PRESO EM OPERAÇÃO DE FORÇAS DE SEGURANÇA NO PORTO DE SANTOS

A operação contou com a participação da Polícia Civil dos dois estados, da Policia Militar-SP e da Guarda Portuária Na manhã da última ter...

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quinta-feira, 1 de outubro de 2020

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CRISE HUMANITÁRIA FAZ EMPRESAS UNIREM ESFORÇOS NO PROCESSO DE REPATRIAÇÃO DE TRIPULANTES MARÍTIMOS

 

Cerca de 300 mil tripulantes estão atualmente em alto mar sem poderem ser repatriados por causa de restrições devido ao coronavírus.

A pandemia de Covid-19 no mundo trouxe com ela também a maior crise humanitária da história marítima. Isso porque cerca de 300 mil tripulantes estão atualmente em alto mar sem poderem ser repatriados por causa de restrições de viagens devido ao coronavírus, medidas de quarentena, falta de voos ou limites para emissão de vistos e passaportes. Com isso, empresas responsáveis por esses trâmites se viram impedidas de realizar seus trabalhos normalmente, diante de falta de informações, altos custos e aumento de burocracia.

Para tentar resolver esse problema de repatriação em meio à pandemia, muitas empresas do setor esqueceram a concorrência e uniram esforços, tentando colocar um fim a situação que está, inclusive, mobilizando órgãos internacionais – dia 24 de setembro, no Dia Mundial do Mar, aconteceru uma reunião entre Organização Internacional Marítima (IMO),Organização Internacional do Trabalho e o Pacto Global da ONU para discutir a situação.

A empresa 7 Shipping, que faz o processo de repatriação e troca de tripulantes junto às agências marítimas e que já realizou esse trâmite com mais de 2 mil tripulantes em meio à pandemia, é um exemplo, que se mobilizou para ajudar aos demais players do setor, como agências marítimas e outras empresas de crew changing.

“O cenário da pandemia impôs às agências marítimas e empresas responsáveis pela troca de marítimos uma série de novas regras e processos documentais junto a autoridades – Alfândega da Receita Federal do Brasil, Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) e Polícia Federal (Núcleo Especial de Polícia Marítima e Departamento de Imigração) – com muito mais burocracia, impactando diretamente não apenas no tempo para este serviço, mas, especialmente, na efetivação de troca de tripulantes em solo e mar brasileiro”, explica o diretor da 7 Shipping, Leonardo Brunelli.

Diante do alto grau de complexidade destes novos procedimentos, a empresa desenvolveu um guia (passo a passo) sobre todas as etapas, horários e documentações necessárias para que este tipo de processo possa ser realizado com sucesso por todas as empresas do setor. O objetivo é contribuir para evitar mais custos e prejuízos aos armadores e seus representantes (agência marítimas) e, acima de tudo, para garantir aos tripulantes o direito de serem desembarcados ou embarcados conforme determina a Convenção sobre Trabalho Marítimo da Organização Internacional do Trabalho (OIT).

“Estamos diante da maior crise humanitária da história do setor marítimo, com milhares de tripulantes presos em alto mar devido à pandemia do coronavírus e suas implicações locais para embarque e desembarque de tripulantes, país a país, porto a porto. E, por termos sido um dos principais responsáveis na repatriação de milhares de marítimos de cruzeiros no auge da pandemia, adquirimos conhecimento o suficiente para tentar colaborar na melhoria deste cenário, produzindo um passo a passo real desta demanda a fim de sanar todas as possíveis dúvidas dos players deste mercado”, comenta o diretor.

Segundo ele, aqui no Brasil a situação vem melhorando aos poucos. “Mas há ainda há muito a ser feito. São muitos marítimos em situação irregular a bordo das embarcações”, lamenta. Em entrevista para o portal Lloyd's List, em 9 de setembro, o secretário-geral da Organização Internacional Marítima (IMO), Kitack Lim, também diz que “embora um progresso significativo tenha sido feito por muitos países ao permitir mudanças de tripulação para todos os marítimos, a taxa de progresso não está acompanhando o acúmulo de navios que exigem mudanças de tripulação”.

De acordo como secretário na reportagem, alguns marinheiros estão a bordo de navios há mais de 17 meses e alguns não têm acesso adequado a cuidados médicos e licença em terra, aumentando o risco de acidentes no mar. “Se a crise de troca de tripulação não for resolvida logo, os navios não serão mais capazes de operar com segurança”, frisa o secretário na entrevista.

Como acontece hoje o processo de troca de tripulantes e repatriação

A burocracia e cuidados gerais envolvidos no processo de troca de tripulantes e repatriação aumentaram consideravelmente. Para se ter ideia, um procedimento simples de troca de tripulantes que durava, em média, 6 horas antes da pandemia – entre recepção no aeroporto e embarque no Porto de Santos, por exemplo – leva hoje cerca de 12 a 15 horas.

A ação, em conformidade com as diretrizes da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), inicia com as novas demandas solicitadas pelas companhias aéreas nos Aeroportos Internacionais, que atestam a saúde dos marítimos para voarem e poderem realizar seu trânsito até o navio. Nesse trâmite está incluída a declaração de temperatura corporal dos últimos 14 dias, declaração de realização de quarentena em seu país de origem, declaração do relatório médico “Fit to Fly” – que é um exame clínico que atesta a boa saúde para viajar e cópia de um teste de Covid-19, realizado antes de voar para o Brasil, feito com menos de sete dias antes da chegada ao nosso país.

No Brasil, os marítimos precisam realizar um novo exame clínico e novo teste Covid-19 em uma clínica médica local, que, atestando teste negativo, serão encaminhados para consentimento da ANVISA. Deferido toda a documentação, que requer ainda um carimbo de consentimento da ANVISA sobre o TSCV (Termo de Controle Sanitário do Viajante), inicia-se, assim, a troca dos tripulantes, que deverá ainda ser aprovada pela Polícia Federal e Alfândega, tendo sua movimentação também informada à Guarda Portuária.

Para os casos dos marítimos "off-signers", aqueles que serão desembarcados e posteriormente repatriados aos seus países de origem, é necessário que o comandante repasse um relatório atestando que eles estão há 14 dias sem sair do navio, junto a um relatório de temperatura corporal e bilhetes de voo comprados para até dois dias após a data de seus desembarques (devido a necessidade de realização de exame RT-PCR para embarque nos voos da cias aéreas e seu prazo de 48 para disponibilização do resultado após a coleta).

Após este envio, é preciso que um médico da clínica local vá a bordo para realizar os testes de Covid nos desembarcantes para que, após os resultados negativos, emitam um relatório médico informando sua aptidão, e carimbem o TSCV. Feito isso, deve-se realizar o processo do embarque de forma inversa, enviando os documentos e pedidos para deferimento da ANVISA e, posterior a sua aprovação, deferimento da Polícia Federal e Alfândega, informando também a Guarda Portuária sobre os processos de desembarques.

Posterior ao processo de liberações e desembarque no Porto será necessário realizar uma logística assertiva de embarque no voo de repatriação, visto que é obrigatória a demonstração do exame RT-PCR às cias aéreas para embarcar.

Fonte: Diário do Litoral


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sexta-feira, 5 de junho de 2020

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PROFISSIONAIS DA SEGURANÇA TEM PRIORIDADE EM HOSPITAIS NO RIO DE JANEIRO



Guardas portuários foram contemplados por serem essenciais no policiamento e segurança dos nossos portos.
Ontem, 04 de junho, foi publicado no Diário Oficial do Estado a Lei 8.857, de autoria do Poder Executivo, sancionada pelo governador Wilson Witzel, que concede prioridade de internação em hospitais municipais e estaduais, caso estejam com a doença ou suspeita os profissionais da área de Segurança Pública.
A medida também prevê prioridade para esses profissionais na realização de testes para detectar a presença do vírus no organismo, independentemente de suspeita. A prioridade para leitos, no entanto, não valerá em situações em que haja pacientes com grau de risco ou em estado mais grave do que o apresentado por esses profissionais.
Estão contemplados os policiais civis e militares; bombeiros militares; policiais federais e policiais rodoviários federais, guardas portuários e guardas municipais.
A lei também atinge os servidores concursados ou contratados da área de saúde, todos os profissionais que atuam diretamente nos hospitais e unidades de saúde; agentes da Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (Seap); agentes do Departamento Geral de Ações Socioeducativas (Degase); trabalhadores de empresas de segurança privada em serviço nas unidades públicas de saúde do Estado do Rio; agentes do Programa Segurança Presente e funcionários da Fundação Santa Cabrini.
O Poder Executivo ainda poderá estruturar os hospitais e policlínicas das polícias Militar e Civil, do Corpo de Bombeiros e o IASERJ, objetivando priorizar o atendimento desses profissionais e demais funcionários do Estado do Rio no atendimento da pandemia. O governo também poderá, caso necessário, utilizar as áreas livres e as estruturas dos batalhões da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros para instalação provisória de hospitais de campanha para atendimento à população.
Guardas Portuários
Os guardas portuários foram contemplados através de emenda apresentada pelo Deputado Fábio Silva – DEM- RJ, atendendo uma demanda do Sindicato da Guarda Portuária do Rio de Janeiro - SINDGUAPOR-RJ.
O deputado alegou que os guardas portuários são profissionais essenciais no policiamento e segurança dos nossos portos e estão sujeitos às intempéries inerentes à função, sobretudo neste momento de pandemia.



A nossa missão é manter informado àqueles que nos acompanham, de todos os fatos, que de alguma forma, estejam relacionados com a Guarda Portuária e a Segurança Portuária em todo o seu contexto. A matéria veiculada apresenta cunho jornalístico e informativo, inexistindo qualquer crítica política ou juízo de valor.      
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quarta-feira, 27 de maio de 2020

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GUARDAS PORTUÁRIOS DO PORTO DE ITAJAÍ FORAM CONTAMINADOS PELO CORONAVÍRUS



Cinco servidores apresentaram os sintomas da Covid-19 durante expediente.
No dia 22 de maio, a Superintendência do Porto de Itajaí – SPI emitiu uma Nota Pública esclarecendo que, na condição de Autoridade Portuária, teve conhecimento através de dois dos seus setores, Coordenação de Meio Ambiente, Segurança do Trabalho e Sustentabilidade (COAMB), e Coordenadoria Geral de Sistema de Segurança Portuária (COSEG), de que 05 servidores que atuam na Guarda Portuária testaram positivo contraindo o novo Coronavírus (COVID-19).
Os 5 casos positivos foram registrados ao longo desta semana. São 4 homens com idades de 48, 45, 42 e 34 anos, e uma mulher, esposa de um dos infectados com 42 anos de idade, que também atua como servidora da Guarda Portuária.
Todos os cinco servidores apresentaram os sintomas da Covid-19 durante expediente e imediatamente foram realizados os testes rápidos com o apoio de profissionais do Departamento de Vigilância Epidemiológica da Secretaria Municipal de Saúde constando os resultados como positivo para o novo Coronavírus.
Após os resultados dos testes, cada servidor buscou seu tratamento junto a médicos especializados, tendo inclusive a integração de Plano de Saúde prestado pela Superintendência do Porto de Itajaí para os devidos exames. Todos os pacientes estão em isolamento domiciliar por pelo menos o prazo de 15 dias de afastamento de suas funções.
Destaca-se também a informações de que os cinco profissionais da Guarda Portuária estavam trabalhando em três escalas diferenciadas em seus horários de expedientes, portanto, mesmo se tiveram contato com os demais servidores, não foi constatado nenhum outro tipo de contágio ou transmissão de coronavírus ao restante do efetivo até o momento.
Desde o início do mês de fevereiro, por meio de Resolução e por medidas de prevenção, a Coordenadoria de Meio Ambiente, Segurança do Trabalho e Sustentabilidade (COAMB), informa que todos os profissionais que atuam junto à Guarda Portuária, e também para os demais servidores que atuam na superintendência do Porto de Itajaí, foram obrigados a utilizar máscaras faciais, luvas e óculos, assim como equipamentos de proteção individual (EPIs).
Em conformidade com a ANVISA – Agência Nacional de Vigilância Sanitária, mediante relatório que dispõe sobre as diversas medidas sanitárias a serem adotadas em portos e embarcações, também em aeroportos, frente aos casos do novo coronavírus (COVID-19), a Superintendência do Porto de Itajaí segue uma série de ações em prol da segurança pela vida de seus trabalhadores, assim também, como ações desenvolvidas pela APMT, empresa arrendatária no porto de Itajaí.
A superintendência do Porto de Itajaí informa, desde Resolução divulgada em 18 de março (Nº 007), estabelecendo medidas quanto ao exercício de atividades por servidores da Autoridade Portuária, em caráter excepcional, em razão da Pandemia de COVID-19. Ver link abaixo: http://www.portoitajai.com.br/novo/noticia/1367
A Coordenadoria de Meio Ambiente, Segurança do Trabalho e Sustentabilidade (COAMB), informa que diariamente são divulgados boletins e demais comunicados internos informando para a manutenção das medidas de prevenção.
Também faz parte de um amplo trabalho de combate ao novo coronavírus, a realização semanal de sanitização e desinfecção nas áreas de edificações administrativas da Superintendência do Porto de Itajaí e pontos diversos da área e retroárea portuária. Dentre as áreas estão o Píer de Atracação Turística de Itajaí, o prédio do Centro Integrado de Atendimento – CIA, o prédio Administrativo da superintendência, portões (Gates 1 e 2), guaritas da Guarda Portuária entre outros locais.
Como medida também para contribuir na prevenção do COVID-19, todos os servidores estão atuando tanto no expediente de trabalho interno ou em atividade externa, com o uso frequente de máscaras faciais fornecidas semanalmente pela superintendência, distanciamento social (faixas indicativas no chão), nas entradas e saídas da área portuária e nos locais onde há o registro de ponto digital biométrico, também como medidas de higienização das mãos no ambiente de trabalho o uso de álcool em gel 70%, distribuição para cada servidor um kit contendo estopas e álcool, nos ambientes de trabalho as janelas e portas permanecem abertas e os aparelhos de ar condicionado ficam desligados, não estão sendo realizados eventos ou reuniões com públicos externos, sendo neste momento realizados apenas por modalidades de áudio e videoconferência. Com relação ao contato com o próximo, estão evitadas aglomerações em ambientes fechados, respeitando-se o distanciamento entre pessoas.
Ainda como medida de prevenção ao contágio do COVID-19, com o uso frequente de máscaras e luvas, tornou-se preciso e obrigatório como forma de conscientização, quanto ao descarte correto, devendo ser feitos apenas em coletores específicos (brancos), já identificados, ou nos coletores dos banheiros.
Na retroárea do porto também foram instalados rente ao cais, estações móveis (pias e lavatórios), para lavação das mãos de uso dos trabalhadores portuários envolvidos em operações, com o intuito de higienização dando assistência aos servidores que atuam diretamente em contato com outras pessoas e que possuem acesso ao terminal.
Também estão sendo oferecidos aos servidores jaquetas de inverno para o uso em horário de expediente. Com o inverno se aproximando, é importante o trabalhador manter-se aquecido, pois com as baixas temperaturas, podem provocar a redução da imunidade do corpo e assim facilitar o surgimento de infecções respiratórias como o COVID-19.
Concluindo, a Coordenadoria de Meio Ambiente, Segurança do Trabalho e Sustentabilidade (COAMB), informa a toda a sociedade que está disponível no site do Porto de Itajaí, um relatório geral fotográfico referente a todas as ações e medidas de prevenção no combate e enfrentamento ao novo coronavírus.


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quinta-feira, 23 de abril de 2020

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COVID-19: TRIPULANTES DE NAVIO PETROLÍFERO TESTAM POSITIVO E EMBARCAÇÃO FICA PARADA NA BAÍA DE GUANABARA



De acordo com a Subsea 7 Brasil, dona da embarcação Seven Sun, três membros já foram desembarcados.
Um navio petrolífero inglês está parado na Baía de Guanabara depois que três tripulantes testaram positivo para Covid-19. De acordo com a Subsea 7 Brasil, dona da embarcação Seven Sun, os três membros foram desembarcados a partir do dia 17/04, em sequência. Um deles está assintomático e os outros dois apresentam sintomas leves. Eles foram transferidos para um hotel e estão sendo acompanhados por equipe médica da empresa.
Segundo a Capitania dos Portos, o navio tem 90 pessoas em quarentena e está estacionado a seis quilômetros da Ponte Rio-Niterói há uma semana.
Segundo as informações da federação nacional que representa os trabalhadores embarcados ao G1, outro tripulante desembarcou do navio, que é do ramo off shore, por complicações da doença. A entidade disse ainda que ao todo seriam dez infectados.
— A tripulação está apavorada. A acomodação deles é restrita. O ambiente é muito restrito. Basta um caso ou dois de Covid para alastrar rapidamente — disse ao G1, Luciano Ponce, diretor jurídico da Federação Nacional dos Trabalhadores em Transportes Aquaviários.
Em nota, a Subsea 7 Brasil informa que os "casos já foram comunicados às autoridades, que estão nesse momento avaliando nossas ações e toda documentação enviada pela Subsea 7. A equipe de resposta a emergências foi mobilizada e já tomamos as medidas para nos alinharmos com as autoridades de saúde (ANVISA), nosso cliente e a Marinha do Brasil, para seguir protocolos pré-estabelecidos".
Ainda segundo a empresa, todos os membros da tripulação foram testados e aqueles que apresentaram sintomas de gripe desembarcaram. E não há outros casos confirmados. Também foi feita a limpeza e descontaminação de áreas comuns e cabines.
Outros casos
A Federação afirmou ainda que há outros sete casos de interdição sanitária em navios, mas não detalhou as informações. Já houve um navio da Marinha com casos confirmados e a morte de um tripulante. A partida da embarcação chegou a ser cancelada por este motivo.
— Não houve ainda nenhum pedido de ajuda. A gente espera que esteja tudo sob controle dentro do navio. O risco é alastrar e nós perdermos a mão de obra — completou Ponce.
O Ministério Público do Trabalho abriu uma investigação e cobrou informações da empresa.



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sábado, 18 de abril de 2020

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CORONAVÍRUS: NÚMERO DE TRABALHADORES INFECTADOS CHEGA A 80 NAS PLATAFORMAS DE PETRÓLEO



O total de casos suspeitos também subiu de 1.020 para 1.073 casos.
Em que pesem os protocolos de segurança que as empresas da indústria do setor afirmam adotar para evitar a contaminação pelo novo coronavírus, continua aumentando o número de trabalhadores contaminados que atuam nas atividades de exploração e produção de petróleo no país. De acordo com a Agência Nacional do Petróleo (ANP), até esta sexta-feira já são 172 trabalhadores que testaram positivo para a Covid-19, oito a mais que no dia anterior.
Nas plataformas, o número de trabalhadores contaminados passou de 78 para 80. O total de casos suspeitos também subiu de 1.020 para 1.073 casos.
Nesta sexta-feira, o diretor de Relacionamento Institucional da Petrobras, Roberto Ardenghy, explicou que cerca da metade dos casos confirmados são de trabalhadores da Petrobras, e a outra metade das empresas operadoras das plataformas. Ele ressaltou que tanto a estatal como as contratadas estão realizando protocolos rígidos de segurança para todos os trabalhadores, incluindo os que embarcam nas plataformas.
Ardenghy, no entanto, admitiu que está sendo avaliada, junto com as autoridades sanitárias, a possibilidade de se fazer os testes antes do embarque nas unidades marítimas.
- Estamos discutindo a possibilidade com a Anvisa e os fornecedores de testes. Caso seja recomendado pelas autoridades sanitárias, podemos passar a fazer testes tantos nos empregados próprios como os demais que vão embarcar - ressaltou o diretor.
Ele disse ainda que a plataforma Cidade de Santos, que teve trabalhadores confirmados com a Covid-19, deve voltar a operar neste fim de semana, e a unidade Capixaba, dentro de dez dias.
A ANP voltou a ressaltar que as empresa vem reduzindo ao mínimo as equipes que trabalham nas plataformas para reduzir os riscos de contaminação, além de também estabelecerem vários procedimentos de segurança e de contingência para garantir a manutenção da operação dos sistemas de produção, questões que vem sendo acompanhadas pela ANP.
Já a s medidas de quarentena dos trabalhadores, pré-embarque e os cuidados com os trabalhadores estão sendo acompanhados pela Anvisa, o Ministério Público do Trabalho e a Secretaria do Trabalho.



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CORONAVÍRUS: MAIS DE 1 MIL MARINHEIROS EM PORTA-AVIÕES FRANCÊS ESTÃO INFECTADOS



500 apresentaram sintomas, 20 estão hospitalizados, um deles em estado grave.
Subiu para 1.081 o número de marinheiros do porta-aviões Charles de Gaulle que apresentaram positivo para o teste de Covid-19 nesta sexta-feira (17), segundo o Ministério da Defesa da França.
"Foram realizados 2.010 testes e 1.081 marinheiros deram positivo para o coronavírus até o momento", declarou a ministra da Defesa, Florence Parly. "545 marinheiros apresentam sintomas e 24 estão hospitalizados no hospital militar Sainte-Anne de Toulon, um dos quais em estado grave".
Segundo o governo francês, os marinheiros que deram negativo estão em quarentena em um complexo militar.
No início da manhã, a diretora do Serviço de Saúde do Exército (SSA), Marilyne Gygax Généro, havia informado que ao menos 940 dos tripulantes estavam infectados pelo Sars-Cov-2.
"Somos e seremos transparentes. O contágio no porta-aviões é um evento absolutamente importante. Sem dúvida, haverá consequências a serem tiradas no final desta crise", disse Généro em um comunicado.
Prestação de contas
A diretora Généro compareceu nesta sexta à Comissão das Relações Exteriores, Defesa e Forças Armadas do Senado francês para prestar contas sobre o avanço dos casos no navio.
O senador Christian Cambon disse que pedirá à ministra da Defesa, Florence Parly, testes de diagnóstico sistemáticos nas Forças Armadas antes de qualquer operação.
"Não é lógico que os militares não passem por testes antes de iniciarem uma missão, por sua segurança, mas também pela eficácia da operação" – Christian Cambom, presidente da comissão das Relações Exteriores, Defesa e Forças Armadas do Senado francês.
Em nota, a diretora reconheceu que é impossível diagnosticar todas as unidades militares, assim como generalizar o uso das máscaras. No porta-aviões, 500 marinheiros apresentaram sintomas, 20 estão hospitalizados, um deles em estado grave.
Os marinheiros que deram negativo foram colocados em quarentena em um complexo militar. O porta-aviões nuclear chegou ao porto de Toulon, sul da França, no domingo (12), duas semanas antes do previsto.
A origem dos contágios é desconhecida. A tripulação, em missão há três meses, não esteve em contato com o exterior desde uma escala em Brest, oeste francês, de 13 a 16 de março.
Fonte: Globo.Com




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sexta-feira, 17 de abril de 2020

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PORTO DE NATAL PASSA POR DESINFECÇÃO EM PREVENÇÃO AO CORONAVÍRUS



A desinfecção foi feita pela Equipe de Resposta Nuclear, Biológica, Química e Radiológica (EqRspNBQR) composta por militares das Forças Armadas.
Na quinta-feira (16), o Comando Conjunto Rio Grande do Norte e Paraíba, composto pela Marinha do Brasil (Comando do 3º Distrito Naval), Exército Brasileiro (7ª Brigada de Infantaria Motorizada) e Força Aérea Brasileira (ALA 10), realizou a desinfecção do Porto de Natal, como uma ação de prevenção e enfrentamento ao coronavírus.
O trabalho de desinfecção foi realizado em horário reservado, sem a concentração de pessoas no local, facilitando a condução da ação e a aplicação dos produtos químicos de forma segura.

A atividade contou com a Equipe de Resposta Nuclear, Biológica, Química e Radiológica (EqRspNBQR) composta por militares das Forças Armadas habilitados para serem empregados em ações de prevenção ao novo coronavírus, como descontaminação de pessoal, ambientes e materiais.

O Comando Conjunto Rio Grande do Norte e Paraíba é um dos dez Comandos Conjuntos ativados pelo Ministério da Defesa, em março deste ano, no âmbito da Operação Covid-19, no combate aos impactos do coronavírus no Brasil.
Terminal Salineiro de Areia Branca

Na terça-feira (14), a desinfecção ocorreu no Terminal Salineiro de Areia Branca. O transporte da equipe até o terminal, que é um porto-ilha, foi realizado pelo Navio-Patrulha “Graúna”, da Marinha do Brasil.

Centro de Operações Conjuntas
O Ministério da Defesa ativou dez Comandos Conjuntos, que cobrem todo o território nacional, além do Comando Aeroespacial (COMAE), de funcionamento permanente, para atuar na coordenação e planejamento do emprego das Forças Armadas no combate à Covid-19.
O transporte até Terminal Salineiro de Areia Brancafoi realizado pelo Navio-Patrulha “Graúna”, da Marinha do Brasil.

As Unidades militares especializadas em Defesa Biológica, Nuclear, Química e Radiológica (DBNQR) podem ser empregadas para descontaminação de pessoal, ambientes e materiais, além de apoio às ações federais, no controle de passageiros e tripulantes nos aeroportos, portos e terminais marítimos, e no controle de acesso das fronteiras.
O Ministério da Defesa tem recebido diversas demandas de apoio de órgãos estaduais, municipais e outros. Tais demandas estão sendo direcionadas aos Comandos Conjuntos responsáveis pelos locais demandados, para avaliar a possibilidade de atendimento.


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terça-feira, 14 de abril de 2020

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PORTOS DO RIO DE JANEIRO FAZEM AFERIÇÃO DE TEMPERATURA NOS PORTÕES DE ACESSO



A aferição de temperatura corporal é realizado pela Guarda Portuária, no intuito de evitar a contaminação e a proliferação do novo coronavírus.
Na semana passada, os portos do Rio de Janeiro, Itaguaí, Niterói e Angra dos Reis, administrados pela Companhia Docas do Rio de Janeiro (CDRJ), iniciaram a aferição de temperatura corporal dos empregados e usuários por meio de termômetros digitais com infravermelho (tipo pistola), por meio da Guarda Portuária, no intuito de evitar a contaminação e a proliferação do novo coronavírus. Esse procedimento já vinha sendo realizada pelas empresas arrendatárias dos terminais.
O procedimento, que é fruto de um esforço conjunto das Superintendências de Gestão Portuária dos Portos, de Meio Ambiente e da Guarda Portuária, leva menos de 10 segundos e as pessoas com temperatura igual ou superior a 37.8 são impedidas de trabalhar. Pessoas com sintomas evidentes de gripe também são orientadas a retornar para suas residências.
Também foram criadas barreiras sanitárias, com a intensificação da limpeza das instalações, especialmente nos portões de acesso, portarias e outras áreas de convivência, sendo priorizada a higienização das áreas de contato como catracas, corrimões e maçanetas. Para esse trabalho, a Autoridade Portuária aumentou o quantitativo de recursos humanos e materiais. Além disso, foram instalados distribuidores de álcool em gel em pontos estratégicos dos portos e prédios administrativos. Os empregados também vêm sendo conscientizados quanto às boas práticas de higiene para evitar o contágio.

A empresa também instituiu home office para todos os empregados do grupo de risco e para os recém-chegados do exterior, e a medida foi ampliada posteriormente para os setores administrativos. Além disso, foram vedadas viagens a trabalho, reuniões presenciais, treinamentos, visitas técnicas e outras atividades que envolvam aglomerações de pessoas. Foi suspenso ainda o uso de biometria nas catracas para evitar o toque, devendo ser utilizados os crachás para controle de acesso.
Caminhoneiros e portuários recebem apoio
Os Portos do Rio de Janeiro e de Itaguaí também receberam a campanha de mobilização nacional de combate ao coronavírus que o Serviço Social do Transporte e Serviço Nacional de Aprendizagem do Transporte (SEST SENAT) realizou em apoio aos caminhoneiros e portuários.

Além de orientar os profissionais sobre medidas de prevenção contra a doença, a ação também teve o intuito de valorizar os trabalhadores do setor de transportes que não podem parar para garantir o abastecimento das cidades, um serviço considerado essencial neste momento de crise.
As equipes, devidamente orientadas quanto ao cumprimento dos protocolos definidos pelas autoridades de saúde, também aferiram a temperatura corporal dos motoristas e distribuíram mais de 2 mil kits de lanche e higiene (sabonete, papel toalha, detergente, luva, máscara e álcool em gel).

A iniciativa contou com a parceria da Secretaria Nacional de Portos e Transportes Aquaviários (SNPTA), da Secretaria Nacional de Transportes Terrestres (SNTT), da Companhia Docas do Rio de Janeiro (CDRJ), da Câmara de Negócios Nacionais e Internacionais da Logística (CNNI), e das empresas ICTSI Rio, MultiRio e Triunfo Logística, arrendatárias de terminais no Porto do Rio de Janeiro.



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sábado, 11 de abril de 2020

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PORTO DE SANTOS REGISTRA PRIMEIRO CASO DE COVID-19 ENTRE ESTIVADORES



Homem está internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) de um hospital de Guarujá.
O Porto de Santos registrou o primeiro caso de coronavírus entre os estivadores. O trabalhador, que já confirmou a doença através de exames laboratoriais, está internado e intubado na Unida de Terapia Intensiva (UTI) de um hospital de Guarujá.
A informação é do Sindicato dos Estivadores de Santos e Região (Sindestiva). Segundo a entidade, outros dois trabalhadores estão internados e aguardam resultado de exames – um em Santos e outro em Praia Grande. E de acordo com o diretor beneficente do Sindestiva, Sandro Olímpio da Silva, há, ainda, outro trabalhador que passa por tratamento após contrair a doença de um parente.
“Ficamos ainda mais preocupados com a falta de proteção dos trabalhadores durante o trabalho. Precisamos de máscaras e outros equipamentos de proteção”, afirmou Silva.
O sindicalista aponta a necessidade de cumprimento, pelos operadores, da resolução da Autoridade Portuária que determina a disponibilização de estações de higiene para o uso dos trabalhadores antes do embarque em navios. Segundo ele, apenas dois operadores seguiram a medida. A categoria vai recorrer a prefeitura.
Procurado, o Órgão Gestor de Mão de Obra (Ogmo) informou que ainda não recebeu qualquer comunicado de trabalhador infectado e, ainda, que a entrega de máscaras é feita conforme a demanda de cada operador. O Sindicato dos Operadores Portuários do Estado de São Paulo (Sopesp) não respondeu aos questionamentos.



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sexta-feira, 10 de abril de 2020

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PLATAFORMA DE PETRÓLEO REGISTRA 53 CASOS DE COVID-19



Os trabalhadores estão isolados num hotel em Vitória, no Espírito Santo.
Navio-plataforma de petróleo FPSO Capixaba, opera entre o Sul do Espírito Santo e a região Norte do Rio de Janeiro registrou dezenas de casos do novo coronavírus (Covid-19) entre os trabalhadores que estavam a bordo. A unidade está instalada na Bacia de Campos.
A Petrobrás informou na quinta-feira (09), à Secretaria de Estado da Saúde do Espírito Santo (Sesa) que 53 trabalhadores foram infectados com o novo coronavírus (Covid-19).
Isolamento
Dos trabalhadores infectados, segundo a Sesa, 29 desembarcaram em Anchieta, no Sul do ES, e foram trazidos para um hotel da Grande Vitória, onde estão em isolamento. Os pacientes estão sendo monitorados por uma equipe da empresa SBM Offshore.
Os demais tripulantes da plataforma, cerca de mais 50 pessoas, também foram transferidos para o mesmo hotel, onde cumprirão um período de isolamento. "O serviço de saúde que realizou os testes ainda vai notificar os casos para os estados de origem de cada paciente", disse a Sesa em nota.
A vigilância municipal inspecionou o hotel onde os tripulantes foram hospedados. No local não há outros hóspedes que não sejam os trabalhadores.
Segundo a Sesa, os outros tripulantes com Covid-19 na plataforma serão transferidos para o mesmo hotel, onde vão cumprir o período de isolamento.
Pelo último dado divulgado pela Sesa, o Espírito Santo tem 300 casos do novo coronavírus. Os casos registrados na plataforma ainda não entraram na conta oficial do governo do Espírito Santo.
De acordo com o subsecretário de Atenção à Saúde, Fabiano Ribeiro, essa contabilização dos doentes por Covid-19 não aconteceu porque apenas os trabalhadores do Espírito Santo serão notificados no estado.
“Nós estamos levantando essa informação para que os casos que não são aqui do estado não sejam contabilizados aqui. Isso é para a gente ter um número real de quantos casos são do Espírito Santo”, enfatizou Ribeiro.
Isso porque, de acordo com a Sesa, o serviço de saúde que fez o teste nos trabalhadores ainda vai notificar a secretaria sobre a origem de cada paciente.
O Laboratório Central vai receber apenas os laudos com a confirmação dos pacientes capixabas, onde haverá a conferência da habilitação para realizar o teste.
SBM Offshore
Em nota, a SBM confirmou a contaminação na plataforma de um "número significativo" de tripulantes em "um dos seus FPSOS no Brasil", sigla para Unidade Flutuante de Produção, Armazenagem e Transferência (FPSO, na sigla em inglês.
A empresa SBM Offshore disse que os doentes estão recebendo atenção médica e são monitorados. Os desembarcados também recebem atendimento médico em terra.
De acordo com a SBM, as medidas preventivas como distanciamento social e reforço nas regras de higiene estão sendo aplicadas para a população a bordo.
A empresa disse ainda que está em contato com as autoridades brasileira e com a Petrobras para gerenciar a situação.
Petrobrás
A Petrobrás informou que a SBM é a operadora da plataforma e que nenhum dos infectados é seu empregado. Em meados de março, a companhia anunciou uma série de medidas de proteção que seriam tomadas para seus colaboradores, tanto contratados como terceirizados.
Entre outras medidas, a Petrobrás reduziu o número de trabalhadores nas plataformas marítimas, alterou o horário dos turnos e passou a aferir a temperatura antes dos embarques para as unidades. Todas as viagens para o exterior foram suspensas e no Brasil apenas as muito essenciais estão sendo realizadas. A companhia também adotou o trabalho remoto para todo o efetivo que não precisa estar na operação.
"Reforçando nosso compromisso com o cuidado e proteção dos nossos colaboradores, incluindo seus familiares e pessoas próximas, a Petrobras não vai informar quando um colaborador tiver confirmação ou complicações decorrentes da Covid-19", disse a Petrobrás em nota ao Estadão/Broadcast. "A companhia entende que, em linha com nosso valor e respeito às pessoas, a garantia da privacidade e do sigilo médio se sobrepõe nessas situações", completou.
Abespetro
Em meados de março, o presidente da Associação Brasileira das Empresas de Serviços de Petróleo (Abespetro), Adyr Tourinho, já manifestava a preocupação com o risco de contágio nas plataformas de petróleo offshore. Ele temia que a disseminação da doença reduzisse a mão de obra disponível, o que poderia afetar a produção de petróleo do País.




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quarta-feira, 8 de abril de 2020

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TRIPULANTES DE CRUZEIROS SÃO REPATRIADOS E COMEÇAM A SER DESEMBARCADOS NO PORTO DE SANTOS



Operação começou a ser realizada nesta terça-feira (7), de acordo com a Anvisa. No total, 107 pessoas deixaram três navios da MSC.
Os navios de cruzeiros que estavam parados no Porto de Santos, no litoral de São Paulo, realizaram uma operação para repatriar seus tripulantes na tarde desta terça-feira (7).
De acordo com a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), ao todo, 107 pessoas deixaram os navios MSC Poesia, MSC Música e o MSC Seaview. A pandemia do novo coronavírus fez com que as operadoras interrompessem temporariamente suas operações pelo Brasil e pelo mundo.
A agência informou que nenhuma destas embarcações possui casos suspeitos de Covid-19 a bordo e técnicos acompanharam os desembarques. Os navios já estavam parados e sem passageiros desde meados de março, quando os cruzeiros foram encerrados no Brasil em razão da pandemia de Covid-19.
Além destes três navios, o Costa Fascinosa e o Scenic Eclipse já haviam feito o desembarque de tripulantes sem sintomas para retorno imediato aos seus países de origem. De acordo com a Portaria 47/2020 da Casa Civil o desembarque de estrangeiros no país, por via marítima, só pode ser realizado para retorno imediato ao país de origem por via aérea ou em caso de urgência de saúde.
Neste momento, segundo a Anvisa, apenas o navio Costa Fascinosa possui a bordo casos suspeitos do novo coronavírus.
Em nota, a MSC informou que, dos 107 tripulantes desembarcados, 35 são do MSC Seaview, 33 do MSC Poesia e 39 do MSC Musica. "Temos trabalhado em conjunto com as autoridades e o processo de repatriação segue rigorosamente todos os protocolos definidos pelo Ministério das Relações Exteriores, Ministério da Saúde, Ministério do Turismo, Anvisa e autoridades portuárias", disseram.
Ainda em nota, a MSC afirmou que continua trabalhando para repatriar nossos tripulantes, os demais membros da tripulação permanecerão a bordo dos navios até a confirmação de seus voos e que estão tomando medidas adicionais desde o dia 24 de janeiro.
Entre as medidas está a triagem frequente por câmeras térmicas antes e durante o cruzeiro; elevada higienização profunda e aumento da desinfecção contínua de áreas públicas; política mais restrita para negar acesso a qualquer pessoa que possa estar em risco; e muitas outras medidas. Segundo a MSC, não há casos de Covid-19 entre os tripulantes.
Confira a situação de cada embarcação:
MSC Seaview: Desembarcou 54 tripulantes. Não tem casos suspeitos a bordo.
MSC Poesia: Desembarcou 14 tripulantes. Não tem casos suspeitos a bordo.
MSC Música: Desembarcou 39 tripulantes. Não tem casos suspeitos a bordo.
Scenic Eclipse: não tem casos suspeitos a bordo, iniciou o desembarque de tripulantes na sexta-feira (03).
Costa Fascinosa: tem 43 casos suspeitos a bordo, dez tripulantes desembarcaram para atendimento hospitalar (incluindo um dos médicos da equipe de bordo), 75 tripulantes brasileiros desembarcaram no domingo após serem avaliados clinicamente e testados para Covid-19 com resultado negativo.
Costa Fascinosa
O Costa Fascinosa atracou no Porto de Santos no dia 28 de março e permanece de quarentena até o dia 19 de abril após identificação de novos casos suspeitos. Atualmente, são 679 tripulantes a bordo, sendo que há casos suspeitos de Covid-19. Dez tripulantes estão internados em um hospital em Santos, sendo que sete estão com a doença. Esta é a única embarcação em Santos com casos suspeitos.
Até o momento, 75 brasileiros saudáveis foram liberados para ir para casa e 10 tripulantes foram desembarcados para atendimento hospitalar, incluindo um médico da equipe.
A embarcação recebeu autorização para se deslocar para a barra do Porto de Santos, área destinada para navios que estão em fundeio, para realizar manutenções obrigatórias exigidas pelas autoridades portuárias e Marinha. Em seguida, o navio deve atracar novamente no Porto para que a Anvisa continue a monitorar a situação.
Scenic Eclipse
A embarcação de luxo Scenic Eclipse chegou à barra de Santos na última quinta-feira (2), onde ficou fundeada enquanto aguardava autorização para atracar no porto. Após receber autorização da Anvisa, o navio acessou o cais e atracou no terminal 33 da margem direita do Porto de Santos na sexta (3).
A embarcação não está em quarentena, pois não registrou sintomas a bordo e permaneceu no mar, sem atracar em nenhum porto, por 26 dias.
O Scenic Eclipse recebeu autorização para desembarcar 54 tripulantes até quarta-feira (8) e repatriá-los imediatamente. Até a última atualização, 21 já haviam sido liberados. A embarcação chegou com 128 tripulantes a bordo e sem nenhum passageiro, pois não estava operando para viagens desde o início de março.
A situação está prevista na Portaria 47/2020 da Casa Civil que permite o desembarque de estrangeiros somente para atendimento de urgência ou retorno por via aérea para seus países. A previsão, segundo a operadora, é que o navio retorne à Europa nesta quarta-feira com 72 tripulantes.




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