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FORAGIDO DA JUSTIÇA É PRESO EM OPERAÇÃO DE FORÇAS DE SEGURANÇA NO PORTO DE SANTOS

A operação contou com a participação da Polícia Civil dos dois estados, da Policia Militar-SP e da Guarda Portuária Na manhã da última ter...

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terça-feira, 3 de setembro de 2024

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GUARDA PORTUÁRIA COORDENA EXERCÍCIO DE SEGURANÇA PORTUÁRIA NO PORTO DO RIO

O exercício teve como objetivo principal testar e aprimorar a capacidade de resposta das instalações portuárias em situações de emergência

A Guarda Portuária (GPort), em conjunto com a Comissão Estadual de Segurança Pública nos Portos, Terminais e Vias Navegáveis (CESPORTOS) e o Núcleo Especial de Polícia Marítima da Polícia Federal (NEPOM/PF), realizou, no dia 23 de agosto, um Exercício de Segurança Portuária no Porto do Rio de Janeiro.

O exercício, coordenado pela GPort, teve como objetivo principal testar e aprimorar a capacidade de resposta das instalações portuárias em situações de emergência, garantindo a proteção das operações, dos profissionais e dos usuários do porto.

A integração entre os diferentes órgãos envolvidos destacou a prontidão e a eficiência da CESPORTOS e do NEPOM/PF em responder a crises no ambiente portuário. Essa colaboração interinstitucional se mostrou fundamental para a segurança de todos os envolvidos.

Os supervisores de segurança dos terminais arrendados Rio Brasil Terminal, MultiRio, Triunfo Logística e Píer Mauá também tiveram uma participação ativa no treinamento, contribuindo para a eficácia das operações simuladas.

Esse tipo de treinamento é essencial para manter os altos padrões de segurança no Porto do Rio de Janeiro, protegendo não apenas as operações portuárias, mas também as pessoas que circulam na região. 

A Guarda Portuária reafirma seu compromisso contínuo com a segurança, agradecendo a todos os envolvidos pelo sucesso do exercício realizado.

 

A nossa missão é manter informado àqueles que nos acompanham, de todos os fatos, que de alguma forma, estejam relacionados com a Segurança Portuária em todo o seu contexto. A matéria veiculada apresenta cunho jornalístico e informativo, inexistindo qualquer crítica política ou juízo de valor.    

* Texto: O texto deste artigo relata acontecimentos, baseado em fatos obtidos pelo acesso a fontes jornalísticas reconhecidas e confiáveis e dados observados ou verificados diretamente junto a colaboradores.

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sexta-feira, 24 de maio de 2024

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CESPORTOS REALIZA SIMULADO NO COMPLEXO PORTUÁRIO DE TUBARÃO


Exercício simulou busca de entorpecentes em navio mercante no complexo portuário de Tubarão, em Vitória, no Espírito Santo

A Comissão Estadual de Segurança Pública nos Portos, Terminais e Vias Navegáveis no Estado do Espírito Santo (Cesportos-ES) realizou no dia 15 de maio, um exercício simulado de busca de entorpecentes em navio mercante no complexo portuário de Tubarão, em Vitória.

Participaram da simulação a Polícia Federal (PF), Receita Federal do Brasil (RFB), Marinha do Brasil (MB), VPORTS (Autoridade Portuária), Secretaria Estadual de Segurança Pública (SESP-ES), Agência Nacional de Transportes Aquaviários (ANTAQ), além das equipes de segurança dos terminais da VALE S.A., do Porto de Tubarão e com o Terminal de Produtos Siderúrgicos (TPS).

O exercício, que começou às 10h e se estendeu até 13 horas, teve como principal objetivo testar a conformidade das instalações portuárias com os requisitos internacionais de segurança estabelecidos pela Organização Marítima Internacional (IMO). O exercício também visou aprimorar a cooperação e a coordenação entre os diversos órgãos governamentais responsáveis pela segurança portuária.

Equipe K9 da RFB e PF - Foto: Divulgação RFB

Além do Grupo de Pronta Intervenção da Polícia Federal (GPI-PF), treinado para operações especiais, foram mobilizadas lanchas, drones e equipes K9 da PF e da RFB, que atuaram conjuntamente com cães de faro para realizar buscas detalhadas e garantir a segurança do perímetro.

Cão de Faro da Equipe K9 da RFB - Foto: Divulgação RFB

Durante o exercício, foram testados os procedimentos de resposta a emergências em caso de ocorrências desta natureza em um navio mercante atracado no porto. As equipes envolvidas atuaram na condução das operações, desde a detecção da ameaça até a retomada das atividades portuárias.

Equipe da GPI/PF - Foto: Divulgação RFB

A realização deste simulado reforça o compromisso das autoridades e das empresas envolvidas com a segurança e a proteção das instalações portuárias.

Lanchas foram utilizadas no exercício - Foto: Divulgação RFB

“Tudo colaborou para o sucesso da missão, desde o monitoramento por câmeras, passando pelo acionamento e imediato atendimento das autoridades públicas envolvidas e pela preciosa participação dos entes privados”, comentou o auditor-fiscal Luiz Cláudio Peixoto Lobo, delegado adjunto da Alfândega de Vitória, que acompanhou o desenrolar das ações.

Ao promover a capacitação das equipes e aprimorar os protocolos de segurança, a Cesportos-ES fortalece a resiliência do complexo portuário e garante a continuidade das operações de forma segura e eficiente, bem como resguarda a imagem comercial internacional do Estado do Espírito Santo”, disse a Cesportos-ES em nota.


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terça-feira, 8 de agosto de 2023

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PORTO DO RIO REALIZA EXERCÍCIOS SIMULADOS DO PLANO DE CONTROLE DE EMERGÊNCIA

 

O objetivo desses exercícios foi treinar as equipes da Guarda Portuária (GPort)

A empresa pública PortosRio, Autoridade Portuária que administra os portos públicos do estado do Rio de Janeiro realizou, nos dias 25 e 26 de julho, exercícios simulados conforme o cronograma anual do Plano de Controle de Emergência (PCE) do Porto do Rio de Janeiro.

O objetivo desses exercícios foi treinar as equipes das Superintendências da Guarda Portuária (SUPGUA), de Gestão Portuária do Rio de Janeiro e Niterói (SUPRIO), de Sustentabilidade do Negócio (SUPSUN) e de Engenharia (SUPENG), além de aprimorar a interação entre as diversas áreas para um melhor atendimento em emergências.

No primeiro dia, foi explorado o cenário de segurança patrimonial do PCE. A situação simulada foi a atuação para atos suspeitos, com abordagem de pessoas suspeitas e plano de evacuação da área.

Já no segundo dia, foi explorado o cenário de incêndio. Neste caso, a situação simulada envolveu emergência elétrica no gerador de energia do prédio da GPort no Porto do Rio de Janeiro.

Durante os exercícios simulados, foram avaliados o fluxo de comunicação e as ações dos envolvidos, visando otimizar o tempo de resposta às emergências, de acordo com o previsto no PCE, que é coordenado pela SUPSUN e pela Gerência de Riscos de Qualidade, Segurança, Meio Ambiente e Saúde (GERIQS).

Para atingir os objetivos, foram utilizados instrumentos, equipamentos e pessoal necessários à realização dos simulados, tais como: Sala de crise multidisciplinar no Centro de Comando e Controle de Segurança Portuária (CCCSP); Telecomunicações; Inteligência; Equipes da SUPRIO, SUPGUA, SUPSUN e SUPENG em campo; Brigada de Incêndio do Porto do Rio de Janeiro; Extintores e mangueira de incêndio; Câmeras de monitoramento; e Coordenação.


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segunda-feira, 7 de agosto de 2023

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PORTO SUDESTE ORGANIZA SIMULADO DE SEGURANÇA

 

Simulado promovido pela Conportos envolveu policiais de operações especiais para testar a eficácia do Plano de Segurança Portuária (PSP)

O Porto Sudeste, porto privado instalado na Ilha da Madeira, em Itaguaí, município do estado do Rio de Janeiro, realizou nesta quarta-feira, 26 de julho, um Exercício Simulado de Apoderamento Ilícito de Navio (ESAIN), promovido pela Comissão Nacional de Segurança Pública nos Portos, Terminais e Vias Navegáveis (Conportos), e executado pela Coordenação de Operações Táticas (COT/CGAP/DIREX/PF).

Além de testar os protocolos de segurança, prevenção e repressão a atos ilícitos nos portos, terminais e vias navegáveis, o objetivo da atividade também foi reforçar a sinergia entre setor público e privado.

O exercício ainda contou com apoio do Núcleo Especial de Polícia Marítima da Superintendência Regional de Polícia Federal (NEPOM/PF), no Estado do Rio de Janeiro e da Guarda Portuária (GPort), da Autoridade Portuária do Porto do Rio de Janeiro, cujo integrantes fizeram parte do grupo de gerenciamento de crises.

  Guarda Portuária (GPort). Integrantes fizeram parte do grupo de gerenciamento de crises

De acordo com Marcelo João, delegado da Polícia Federal que liderou a atividade, crimes cometidos em embarcações e terminais portuários são de responsabilidade da PF. “A ideia dessa atividade é consolidar uma rotina de exercícios a ser realizada nos principais portos nacionais com o propósito de dotar a Polícia Federal da liderança necessária para atuação rápida e eficiente. As instalações portuárias são complexas e envolvem diversos atores. É fundamental que a gente conheça a parte da iniciativa privada, e eles também saibam da nossa capacidade e desafios”.

Durante a atividade, policiais federais simularam uma invasão ao terminal em um ambiente com refém. O simulado testou o que funciona na prática, além de compreender os fatos relativos ao ambiente marítimo, os quais afetam a segurança e a defesa, a economia e o meio ambiente.

“Todo evento foi acompanhado pelo sistema de monitoramento do Porto Sudeste. A parte tecnológica desempenhou um papel relevante durante a atividade. O que a gente costuma ver durante as auditorias que fazemos no terminal, vimos na prática como seria em um eventual gerenciamento de crise”, disse Marcelo.

Para Alex Gatto, gerente de Segurança Patrimonial do Porto Sudeste, o simulado foi fundamental para testar a eficácia do Plano de Segurança Portuária (PSP).

“A atividade foi uma excelente oportunidade para colocarmos em prática nossos procedimentos de contingência, e da equipe se testar diante de uma situação que não é muito comum em nosso terminal. A segurança – seja ela ambiental, pessoal ou patrimonial – é fundamental para o andamento das nossas operações. Estamos sempre investindo em novas tecnologias, equipamentos de última geração, e capacitação e treinamento de nossos profissionais para garantir a qualidade de nossas ações. E acho que mostramos isso hoje”, avaliou.

ISPS Code

O ISPS Code – sigla em inglês para Código Internacional para Segurança de Navios e Instalações Portuárias – é um importante protocolo criado com o objetivo de estruturar a avaliação de ameaças e de definir ações de proteção apropriadas às embarcações e terminais portuários.

A Conportos, no âmbito federal, e as Cesportos, no âmbito estadual, coordenadas pela Polícia Federal, atuam na construção de protocolos de segurança adequados aos complexos portuários nacionais, além do cumprimento do Código ISPS.

  Porto Sudeste, porto privado na Ilha da Madeira, em Itaguaí, no estado do Rio de Janeiro

O ISPS Code exige cooperação e entendimento contínuos e efetivos entre os setores públicos e privados atuantes no universo marítimo e portuário, de modo a detectar ameaças à proteção e tomar medidas preventivas contra incidentes que afetem navios ou instalações portuárias.


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segunda-feira, 12 de junho de 2023

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MARINHA DO BRASIL REALIZA EXERCÍCIO DE SEGURANÇA NO PORTO DE ITAPOÁ

 

Esse Exercício serviu como treinamento da Marinha do Brasil, bem como para testar o Plano de Segurança do Terminal

A Marinha do Brasil, por meio do Comando do 5º Distrito Naval (Com5DN) e das Organizações Militares subordinadas, realizou, entre os dias 30 de maio e 1° de junho, um exercício de segurança portuária e de Defesa Naval no Porto de Itapoá, de administração privada, situado no litoral norte de Santa Catarina.

A operação, conduzida pela Marinha do Brasil, envolveu a participação de fuzileiros navais, visando a preparação do Grupamento de Fuzileiros Navais do Rio Grande (GptFNRG) e os efetivos e meios militares da Delegacia da Capitania dos Portos de São Francisco do Sul (DelSFSul), na defesa das instalações portuárias em áreas de interesse, além de testar os procedimentos de segurança, controle de acessos e proteção dos ativos da instalação portuária.

Assim, um dos focos deste exercício é dimensionar os efetivos apropriados e preparados para um eventual acionamento da infraestrutura operacional militar. Isso é previsto em ações de GLO (Garantia da Lei e da Ordem), especialmente quando há um aumento no nível de alarme do ISPS Code (Código Internacional para Proteção de Navios e Instalações Portuárias) em portos desta Área de Jurisdição.

No cenário do treinamento, o Delegado daquela Delegacia atuou como o Comandante da Defesa do Porto (ComDePo) contra ações simuladas de um Figurativo Inimigo, uma equipe de militares responsáveis por ações de inteligência do Com5DN.

As simulações contaram com Fuzileiros Navais guarnecendo pontos de controle e áreas sensíveis, interagindo com a rotina do Terminal. Todas as atividades foram acompanhadas pela equipe responsável, garantindo a segurança do Exercício.

Esta é a terceira atividade semelhante realizada em complexos portuários da região. O êxito dessa execução se deve à atuação coordenada e harmônica com instituições públicas e privadas,

Segundo o Porto Itapoá, simultaneamente ao Exercício denominado de INTERPORTEX, o terminal realizou o Exercício de Segurança Portuária, em conformidade com o Plano de Segurança Portuária – PSP, e com as Certificações ISPS-Code e OEA.

Esse Exercício serviu para testar os controles de acesso, os procedimentos e meios empregados para a proteção dos ativos da Instalação Portuária, e, por consequência, o Plano de Segurança do Terminal.


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sábado, 10 de dezembro de 2022

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EXERCÍCIO DE SEGURANÇA FÍSICA NUCLEAR É REALIZADO NO PORTO DO RIO DE JANEIRO

 

A ação foi coordenada pelo GSI em conjunto com a CONPORTOS

O Porto do Rio de Janeiro sediou, no período de 23 a 25 de novembro, o Exercício de Segurança Nuclear em Porto (ESFPORTO 2022).

 A ação foi coordenada pelo Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República (GSI/PR), Órgão Central do Sistema de Proteção ao Programa Nuclear Brasileiro (SIPRON), em conjunto com a Comissão Nacional de Segurança Pública nos Portos, Terminais e Vias Navegáveis (CONPORTOS) e a Comissão Estadual (CESPORTOS-RJ).

Além da Companhia Docas do Rio de Janeiro (CDRJ), Autoridade Portuária que administra o Porto do Rio de Janeiro, o exercício envolveu dezenas de organizações públicas federais, estaduais e municipais, e algumas empresas privadas. A atividade foi realizada na modalidade “exercício de mesa”, em que situações fictícias foram analisadas pelos órgãos participantes, que operaram no Centro de Comando e Controle de Segurança Portuária (CCCSP) do Porto do Rio de Janeiro.

Para o superintendente da Guarda Portuária (GPort), José Tadeu Diniz, além de treinar o pessoal para pronta-resposta diante de uma emergência nuclear em área portuária e promover a interação entre as instituições, o exercício é uma boa oportunidade para aprimorar a gestão de risco: “Por meio dessa atividade, podemos identificar vulnerabilidades, conhecer as ameaças e adotar as boas práticas de prevenção. Sabemos que a probabilidade de ocorrerem acidentes dessa natureza é muito baixo, mas devemos estar sempre preparados, porque as consequências seriam desastrosas para a população, o meio ambiente e a economia”.

Segundo a gerente de Riscos de QSMS (Qualidade, Segurança, Meio Ambiente e Saúde) da Docas do Rio, Jussara Mendes, o exercício ocorreu conforme o planejamento e foi bem-sucedido. “Participo do exercício desde 2020 e perseguimos o objetivo de estabelecer um grupo de trabalho sólido para compor uma ação integrada para elaboração de protocolo de resposta para Operações de Carga de classe 7. Foi perceptível o engajamento e comprometimento dos participantes em apresentar soluções inteligentes e integradas para cenários como esse”.

ESFPORTO

O ESFPORTO tem por objetivos testar a efetividade dos protocolos de atuação integrada, elaborados pela CONPORTOS e pela CESPORTOS-RJ, durante uma operação portuária com carga nuclear ou radiológica; propor aperfeiçoamentos aos referidos protocolos, a fim de utilizá-los como base em outros portos de interesse do Programa Nuclear Brasileiro (PNB); e testar a capacidade de comando e controle do Centro Integrado de Comando e Controle Regional.

Organizações participantes

O GSI participou por meio do Departamento de Coordenação Nuclear (DCNuc) e da Agência Brasileira de Inteligência (Abin). As demais instituições participantes foram: Ministério da Justiça e Segurança Pública por meio da Secretaria de Operações Integradas (SEOPI), Superintendência Regional de Polícia Federal do Rio de Janeiro (SR/PF/RJ), Coordenação de Enfrentamento ao Terrorismo da Diretoria de Inteligência da Polícia Federal (CET/PF), Núcleo de Polícia Marítima da Delegacia Regional Executiva da SR/PF/RJ, Guarda Portuária (GPort), Polícia Rodoviária Federal (PRF), CONPORTOS e CESPORTOS-RJ/; Ministério da Defesa, por meio do Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas (EMCFA), Comando da Marinha do Brasil (MB), Comando do Exército Brasileiro (EB) e Comando da Aeronáutica (FAB); Ministério da Economia, por meio da Secretaria Especial da Receita Federal do Brasil (RFB); Ministério da Infraestrutura, por meio da Secretaria Nacional de Portos e Transportes Aquaviários (SNPTA); Ministério da Saúde; Ministério do Desenvolvimento Regional, por meio da Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil (SNPDC); Agência Nacional de Transportes Aquaviários (ANTAQ); Companhia Docas do Rio de Janeiro; Indústrias Nucleares do Brasil (INB); Eletronuclear; Comissão Nacional de Energia Nuclear (CNEN); Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA); Governo do Estado do Rio de Janeiro, por meio da Secretaria de Estado de Polícia Militar (SEPM), Secretaria de Estado de Polícia Civil (SEPOL), Secretaria de Estado de Defesa Civil, por meio do Comando-Geral do Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Rio de Janeiro (CBMERJ) e o Instituto Estadual do Ambiente (INEA); Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro, por meio da Guarda Municipal, da Companhia de Engenharia de Tráfego (CET-Rio) e do Centro de Operações do Município do Rio de Janeiro (COR); Praticagem do Rio de Janeiro; e as empresas MultiRio e ICTSI-Rio, arrendatárias dos terminais de contêineres do Porto do Rio de Janeiro.


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