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sexta-feira, 18 de outubro de 2013

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INCÊNDIO DE GRANDES PROPORÇÕES ATINGE O PORTO DE SANTOS

 
 
Foto (TV Tribuna)

O incêndio de grandes proporções que atinge o Porto de Santos desde o início da manhã desta sexta-feira (18) continua sem controle, apesar do combate dos bombeiros. Por volta das 8h40 um quarto armazém portuário começou a ser destruído pelo incêndio, que desde às 6h consome outros três terminais de açúcar. Para evitar que novas áreas sejam comprometidas, o Corpo de Bombeiros de São Paulo foi acionado para ajudar no combate.

Segundo informações da Prefeitura de Santos, pelo menos três pessoas ficaram feridas após a explosão dentro de um armazém e foram encaminhadas para o Pronto Socorro Central. O estado de saúde das vítimas ainda não foi divulgado.

Por volta das 6h, as pessoas que trabalham no Porto de Santos ouviram uma grande explosão. O fogo tomou conta de três armazéns de açúcar, sendo que em dois deles o teto já havia desabado por volta das 7h30. Apesar das tentativas dos bombeiros, o fogo continuou se alastrando e atingiu, por volta das 8h40, um quarto armazém.

 
Equipes dos Bombeiros e da Guarda Portuária estão trabalhando para tentar controlar o fogo que está se alastrando para outros locais. O armazém 11 é um dos que está sendo totalmente destruído. Funcionários estão ajudando os bombeiros para evitar que o fogo se espalhe ainda mais. Navios rebocadores também estão auxiliando no combate ao fogo e jogam água do mar no armazém incendiado. A cerca de 300 metros do local do incêndio é possível sentir um calor e cheiro muito forte.

A nuvem de fumaça negra pode ser observada de praticamente todos os bairros de Santos. "Eu moro no 7º andar de um prédio no Marapé e normalmente gosto de dar uma olhada na cidade quando levanto. A fumaça grossa e escura na região do Porto me chamou a atenção de imediato. Não da pra sentir nenhum cheiro, mas a fumaça segue intensa e a imagem impressiona", afirma o jornalista Walmir Lopes.


 

Segundo a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET-Santos), os agentes organizam uma operação de fluidez no trecho que vai entre a Alfândega de Santos até o elevado da avenida Perimetral. O motorista deve evitar as áreas internas do cais e as ruas próximas, como a Xavier da Silveira e a Silva Jardim. Por volta das 8h50 a avenida Perimetral era a melhor opção para os motoristas.

O fogo está atravessando os galpões pela esteira de transferência de carga.  Em um dos armazéns, um tanque de óleo hidráulico explodiu e espalhou o líquido pelo local. Um segundo tanque corre risco de explodir. 

Um helicóptero Águia, da Polícia Militar está jogando água por cima dos armazéns, para auxiliar o trabalho terrestre dos bombeiros.  A Sabesp enviou caminhões pipa para ajudar no combate as chamas.


 
A Codesp (Companhia Docas do Estado de São Paulo), estatal federal que administra o porto, diz que quatro armazéns foram atingidos. Segundo a companhia, três pessoas tiveram ferimentos leves.

Os armazéns atingidos fazem parte de um complexo movimentador de açúcar da empresa Copersucar que está inoperante devido à destruição. O produto é altamente inflamável, e a propagação das chamas continua. A fumaça escura pode ser vista de diferentes pontos de Santos e se espalha para a margem oposta do porto, no distrito de Vicente de Carvalho, em Guarujá (86 km de São Paulo).

Segundo a Codesp, o fogo teve início em um esteira de transporte que leva cargas de um armazém a outro. Essas esteiras possuem material de borracha entrelaçada com lona. O teto do armazém 11, que tinha capacidade para 100 mil toneladas de açúcar, desabou.

Os armazéns atingidos, com capacidade variando entre 50 mil e 100 mil toneladas, abrigavam no momento do incêndio cerca de 300 mil toneladas de açúcar. A Codesp diz que esse é o incêndio com maiores proporções já ocorrido na história do porto de Santos. Segndo a administradora, o porto, que possui 62 terminais arrendados operados por empresas privadas, continua funcionando normalmente.

Equipes do Corpo de Bombeiros, do PAM (Plano de Auxílio Mútuo, composto por brigadas de empresas portuárias) e da Guarda Portuária estão no local para controlar as chamas. Ao menos um navio rebocador lança água do mar para o combate às chamas. Segundo a Codesp, o incêndio não prejudica a operação nos demais terminais.


Segundo a Codesp, o fogo teve início em um esteira de transporte que leva cargas de um armazém a outro. Essas esteiras possuem material de borracha entrelaçada com lona. O teto do armazém 11, que tinha capacidade para 100 mil toneladas de açúcar, desabou.

Os armazéns atingidos, com capacidade variando entre 50 mil e 100 mil toneladas, abrigavam no momento do incêndio cerca de 300 mil toneladas de açúcar. A Codesp diz que esse é o incêndio com maiores proporções já ocorrido na história do porto de Santos. Segndo a administradora, o porto, que possui 62 terminais arrendados operados por empresas privadas, continua funcionando normalmente.

Equipes do Corpo de Bombeiros, do PAM (Plano de Auxílio Mútuo, composto por brigadas de empresas portuárias) e da Guarda Portuária trabalham no local para controlar as chamas. Ao menos um navio rebocador lança água do mar para o combate às chamas.
 
Fonte: G1 Jornal A Tribuna-TV Tribuna-UOl-Edição Segurança Portuária Em Foco
 
 
 
 
 
 
 

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