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sábado, 9 de novembro de 2013

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INSEGURANÇA NO PORTO DE SANTOS É DENUNCIADA AO MPT





Preocupado com os desmandos praticados pela Codesp que podem comprometer a segurança do Porto de Santos, o Sindaport encaminhou um ofício para a Procuradoria Regionaldo Trabalho da 2ª Região, do Ministério Público do Trabalho de Santos, pedindo providências dos promotores públicos.

No expediente endereçado ao procurador do trabalho, Ângelo Fabiano Farias da Costa, o presidente do sindicato, Everandy Cirino dos Santos, relata as irregularidades que vem ocorrendo no maior e mais importante complexo portuário do país desde o dia 1º de agosto, data em que passou a vigorar a Resolução DP 86/2013.

A polêmica norma não autoriza a realização de trabalho em horário extraordinário, além da jornada prevista no Regulamento Interno de Pessoal (RIP). "Nossos apontamentos indicam que alguns postos de trabalho e portões de acesso estão ficando desguarnecidos", denunciou o presidente do Sindaport, Everandy Cirino dos Santos.

Para o dirigente, além dos problemas comuns decorrentes da falta de vigilância as irregularidades contrariam os dispositivos previstos no ISPS-CODE - Código Internacional para proteção de Navios e Instalações Portuárias. "Investiram milhões em obras de infraestrutura para regular os acessos ao cais e o resultado disso tudo é um controle precário", afirmou.

O desperdício do dinheiro público também foi ressaltado pelo sindicalista. "Sabe-se lá quantos milhões foram gastos em equipamentos de informática de última geração e alguns postos de serviços estão às moscas". De acordo com Cirino, a Codesp optou por uma economia "burra" ao priorizar o corte de horas extras em detrimento da segurança no Porto de Santos.

A insegurança provocada pela medida administrativa implementada pela Codesp também vem causando reflexos nos membros da corporação. "Em determinados locais os guardas portuários estão ficando sozinhos e vulneráveis, ou seja, além da questão patrimonial a pessoal também foi afetada", pontuou o líder sindical, que espera a intervenção do MPT junto à Codesp "antes que um evento danoso e de grandes proporções aconteça".


Fonte: Sindaport





Um comentário:

  1. AQUI NO PARÁ JÁ OCORRE O MESMO, HÁ TEMPOS. PORÉM, OS SINDICATOS DAQUI NÃO DENUNCIAM.

    CILENO BORGES

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