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sexta-feira, 8 de novembro de 2013

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PRINCIPAL QUADRILHA DO TRÁFICO EM GUARUJÁ É DESARTICULADA




Investigações por meio de escutas telefônicas possibilitaram à Polícia Civil desarticular a principal quadrilha ligada ao tráfico de drogas de Guarujá. Denominada Operação Capivara, a ação policial deteve 17 pessoas. Dez capturas ocorreram no dia 17 de outubro, enquanto as outras sete foram realizadas ao longo dos três meses de monitoramento da quadrilha.


Oito integrantes da quadrilha não foram localizados durante os cumprimentos dos mandados de prisão expedidos pela Justiça, e passaram a ostentar a condição de foragidos da Justiça. Entre eles está o líder da organização criminosa, J.L.A., de 34 anos, que tem posição de destaque no Primeiro Comando da Capital (PCC).


Conforme o relatório de investigação realizado pela Delegacia Sede de Guarujá, J.L.A., além de comandar diversos pontos de tráfico de entorpecentes, é “articulador de eventos dos integrantes da facção”.

Segundo o investigador-chefe da Delegacia Sede de Guarujá, Paulo Carvalhal, diversas buscas por J.L.A. foram realizadas no topo do Morro da Vila Baiana. “Temos informações de que ele vive no meio da mata”, informou o policial civil.

O nome da operação faz alusão justamente a uma base onde o grupo se reunia, localizada em região de mata da Vila Baiana.

Os mandados de prisão cumpridos mobilizaram todo o efetivo de investigação da Polícia Civil de Guarujá, bem como viaturas do Grupo de Operações Especiais (GOE) e da Delegacia de Investigações Gerais (DIG) de Santos.  Os trabalhos foram realizados sob o comando dos delegados Cláudio Rossi e Sergio Lemos Nassur, respectivamente, titular e assistente da Delegacia Sede de Guarujá.

Entre as apreensões realizadas estão mais de 1,5 quilo de cocaína, 350 gramas de maconha, 200 gramas de crack, 105 frascos de lança-perfume, uma pistola de calibre 380, munições e objetos relacionados ao preparo de entorpecentes e papeis com a contabilidade do tráfico.

Rifas que são vendidas pelos criminosos para arrecadação de dinheiro ao PCC também foram recolhidas pelos policiais civis.


PM ameaçado de morte
As escutas telefônicas realizadas pelos investigadores mostram que A.S.B, de 19 anos, um dos 10 detidos teve a intenção de matar a um policial militar de Guarujá para facilitar sua entrada no Primeiro Comando da Capital (PCC).

“Se o aval (da facção) chegar nóis vai pega (sic)”, afirma A.S.B. em uma das conversas monitoradas.

Diante do iminente risco para o PM, a Polícia Civil comunicou o 21º BPM/I, responsável pelo policiamento militar em Guarujá. Uma das medidas tomadas, conforme apurou o DL, foi a transferência do policial citado para serviços administrativos.

De acordo com a investigação da Polícia Civil, nenhuma ação específica do PM em ações contra a criminalidade teria motivado a intenção do marginal em matá-lo.

O simples fato de A.S.B. saber onde mora o policial e algumas informações sobre sua rotina teriam motivado o plano do criminoso para ter reconhecimento no crime organizado.

“Eu e o N. já pediu o aval, mas esse aval nunca chega (sic)”, afirma A.S.B.

Integrantes que roubaram a Guarda Portuária foram identificados

Policiais do 1º Distrito Policial (DP) de Guarujá divulgaram a identificação de três integrantes da quadrilha que roubaram duas armas de fogo, um colete à prova de balas e munições da Guarda Portuária. Os acusados foram reconhecidos por meio de fotografia.

Apesar de o roubo ter ocorrido no dia 5 de março, as investigações ainda prosseguem para identificar o restante do bando e capturar os marginais.

Dos três acusados reconhecidos, apenas Sandro Vieira Conceição, de 21 anos, está preso.

Com passagens por roubo, Richard de Araújo, de 18 anos, e Silas Renato de Assis, de 19 anos, permanecem foragidos.

Em parceria com Sandro e outros rapazes, totalizando entre seis e oito, essa dupla de participou do assalto contra três inspetores (na realidade um inspetor e dois guardas) da Guarda Portuária.

A investida ocorreu quando uma viatura saía da base da Guarda Portuária na Rua Joana de Menezes Faro, situada perto da Favela da Aldeia, no Distrito de Vicente de Carvalho (Guarujá).

Os ladrões se esconderam na mata e portavam armas, entre as quais uma escopeta calibre 12.

Após se apoderar de duas pistolas Taurus calibre 380, colete à prova de balas, carregador e munições que estavam com os guardas, a quadrilha fugiu a pé pelos trilhos que cortam a favela.

Os policiais da equipe do delegado Luiz Ricardo de Lara Júnior e do investigador Nivaldo Ribeiro atuam no caso.



Fonte: Jornal A Tribuna /  G1 / Diário do Litoral

Edição: Segurança Portuária Em Foco







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