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sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015

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CAMINHONEIROS QUEREM TIRAR O PODER DA GUARDA PORTUÁRIA


Ontem, em Santos, os caminhoneiros realizaram um novo protesto.
O movimento teve início às 12h na área do Valongo, defronte ao Museu Pelé, na Av. Xavier da Silveira, no local popularmente conhecido como “Praça da Fome”.
Após a concentração no local, foi iniciada uma passeata, com faixas e placas de protesto, passando pela área do Saboó, Reta da Alamoa, terminando no Viaduto que dá acesso ao Porto de Santos.
O movimento atrapalhou o tráfego na Via Anchieta por cerca de duas horas. Os caminhoneiros deixaram o local por volta das 17h e o trânsito foi normalizado.
O protesto, organizado pelo Sindicato dos Caminhoneiros (Sindicam), foi acompanhado por viaturas da Polícia Militar e da Guarda Portuária.
Caminhoneiros reclamam da Guarda Portuária
Guarda Portuária e Polícia Militar acompanharam o protesto
“A categoria reivindica a liberação das quatro pistas, a pontuação na CNH dos caminhoneiros e retirada do poder da Guarda Portuária de multar, porque eles estão autuando a gente frequentemente", diz Rodrigo Aparecido Félix, presidente do Sindicato dos Caminhoneiros da Baixada Santista e Vale do Ribeira.
Ecovias
Protesto causou congestionamento
Segundo a Ecovias, concessionária que administra o Sistema Anchieta-Imigrantes (SAI), inicialmente o protesto bloqueou a entrada do Porto de Santos, no Km 64 da Anchieta. A lentidão foi resultado do acúmulo de veículos que ficaram atrás dos cerca de 120 manifestantes durante o tempo em que eles permaneceram na pista. De acordo com as polícias Rodoviária e Militar, equipes foram enviadas para monitorar os manifestantes. Não houve registro de confronto.
Caminhoneiros pedem apoio da Câmara
Protesto que teve início com o aumento do diesel agora tem reivindicações locais
Após a passeata no Porto de Santos, uma comissão de caminhoneiros se dirigiu a Câmara de Santos para solicitar o apoio dos vereadores para um problema que a categoria vem enfrentando há tempos no Município: a falta de vagas para estacionarem seus veículos.
A categoria alega estar sendo multada, constantemente, por agentes da Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) e pela Guarda Portuária, por estarem estacionando em locais irregulares. Porém, afirmam que só estacionam em local proibido porque o número de vagas ofertadas no Porto é insuficiente.
A pauta apresentada pelos trabalhadores deverá ser discutida nas próximas sessões.
CODESP
Passeata parou a Reta da Alamoa, na área portuária
A Companhia Docas do Estado de São Paulo (Codesp), responsável pelo Porto de Santos, negou que haja falta de vagas para os caminhoneiros na região.
Prefeitura
A Prefeitura de Santos informou que sinalizou diversas ruas no entorno do Porto para o estacionamento das carretas, desde que vazias e devidamente credenciadas junto à Administração Municipal.
Não há nova proposta
Apesar do prosseguimento dos bloqueios em rodovias de todo o País, depois de um acordo ser assinado entre governo e caminhoneiros pelo fim do protesto dos trabalhadores, a assessoria da Secretaria-Geral da Presidência da República informou na noite desta quinta-feira (26), que o Palácio do Planalto não trabalha com uma nova proposta e que a expectativa é que o movimento se dissipe ao longo dos próximos dias.
Assinado por Rossetto, pelo ministro dos Transportes, Antônio Carlos Rodrigues, e 11 representantes de trabalhadores, o acordo fechado garante sanção integral da Lei do Caminhoneiro e carência de um ano para pagamento das parcelas de financiamento de caminhões pelo Finame e Pró-Caminhoneiro.
O acordo também prevê elaboração de tabela referencial de frete por entidades representativas de caminhoneiros, transportadoras e embarcadores com mediação do Ministério dos Transportes e ausência de aumento de diesel para caminhoneiros por seis meses.

Fonte: Jornal A Tribuna / G1 / TV Tribuna

Edição: Segurança Portuária Em Foco



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