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quarta-feira, 17 de maio de 2017

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QUINTO COLOMBIANO DE QUADRILHA QUE ENVIAVA COCAÍNA EM BLOCOS DE GRANITO É PRESO


Segundo a Polícia federal, Roberto Carlos Gomez Herrera, de camisa branca, é o chefe da quadrilha e está foragido

Esquema de tráfico internacional foi desarticulado por investigadores em Minas Gerais, onde o grupo tinha estrutura montada; imagens exclusivas mostram o principal foragido

O quinto colombiano suspeito de envolvimento em uma quadrilha de tráfico internacional de drogas foi preso no fim de semana no aeroporto de Bogotá, na Colômbia, de acordo com a Polícia Federal em Belo Horizonte, que coordena a investigação. Quatro seguem foragidos. O esquema de envio de cocaína em blocos de granito foi desarticulado por investigadores em Minas Gerais, onde o grupo tinha estrutura montada.
De acordo com as investigações, que começaram em fevereiro de 2016, os colombianos se apresentavam como empresários espanhóis, exportadores de pedras de granito. Alugavam, legalmente, um galpão onde funcionava a base do esquema.
Só nos dias de chegada de pedras é que os colombianos vestiam uniforme com o nome da empresa. Segundo a polícia, agiam desta forma para não despertar desconfiança do que era feito ali.
Os blocos de granito escolhidos pela quadrilha tinham, em média, vinte e duas toneladas. Vários furos eram feitos, em toda a extensão da pedra, e os buracos eram preenchidos com cilindros de chumbo recheados de cocaína pura. Depois, os furos eram cobertos com pedra e resina.
O chefe da quadrilha de traficantes ainda está entre os foragidos. Segundo a polícia, ele é Roberto Carlos Gomez Herrera. Ele é um dos principais procurados no Brasil e nos países vizinhos. O grupo vem sendo monitorada há quase um ano e meio.
Imagens a que o Bom Dia Brasil teve acesso, com exclusividade, mostram como Herrera e outros oito colombianos montaram uma sucursal da máfia em Minas Gerais.
“Eles atuam em cooperação com cartel, com o clã do Pacífico, com o clã do Golfo, na Colômbia, exportando cocaína pra Europa e para América do Norte”, disse o delegado da Polícia Federal Elster Lamoia de Moraes.
Durante a investigação, a polícia descobriu que dois blocos de granito foram levados de caminhão até o porto do Rio e, de lá, seguiram de navio para a Europa. A Polícia Federal avisou as autoridades na Bélgica, e a carga foi apreendida no porto da Antuérpia. Havia uma tonelada de cocaína escondida.
A polícia também indiciou um venezuelano, um albanês e dois italianos suspeitos de integrar a máfia italiana. Eles seriam compradores da droga.
A estimativa é que a quadrilha ganharia cerca de 50 milhões de euros, equivalente a R$ 170 milhões, com a venda da cocaína no destino final, a Espanha. A investigação continua, agora, com colaboração internacional.
“Vai até a Espanha, vai a Colômbia. E ainda prossegue para alguns países que nós obtivemos informações durante esse período”, disse o delegado.
Em abril deste ano, a PF descobriu uma quadrilha de mexicanos que atuava de forma semelhante no Espírito Santo. A polícia apreendeu a máquina de perfuração e 123 kg de cocaína. Um traficante foi preso e outros três conseguiram voltar para o México.

A polícia não acredita que haja ligação entre as duas quadrilhas. Segundo o delegado, o grupo de colombianos que atuava em Minas usava um método mais sofisticado para esconder a droga.


Fonte: G1

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