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PF FLAGRA PORTUÁRIOS COM PACOTES DE COCAÍNA NO CORPO PARA EMBARQUE EM NAVIO

Trabalhadores do Porto de Santos tentaram levar carregamento até navio atracado no cais, que foi cercado pela Guarda Portuária. Tablete...

quinta-feira, 2 de agosto de 2018

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PF PRENDE SETE ESTIVADORES APÓS INVADIREM TERMINAL E NAVIO NO PORTO DE SANTOS




Após o ocorrido, o nível de segurança do cais santista foi elevado pela Polícia Federal

Sete estivadores, entre eles o presidente da entidade que representa a categoria, Rodinei Oliveira da Silva, foram presos em flagrante pela Polícia Federal após invadirem um terminal e um navio durante protesto no Porto de Santos, no litoral de São Paulo, nesta quarta-feira (1º). Após o ocorrido, o nível de segurança do cais foi elevado.
A categoria está em greve desde às 7h, após alegar que as negociações com o Sindicato dos Operadores Portuários do Estado de São Paulo (Sopesp) para o reajuste salarial deste ano foram frustradas. A entidade patronal, entretanto, nega a alegação e afirma que pediu à Justiça para que fossem retomadas as operações no Porto de Santos.
O Sindicato dos Estivadores (Sindestiva) informou oficialmente que 2.500 trabalhadores cruzaram os braços. A paralisação foi planejada para ocorrer durante seis horas no cais público, onde os trabalhadores avulsos são requisitados, e de 72 horas para os terminais de contêineres localizados nas duas margens do cais.
Durante protesto pela manhã, entretanto, estivadores ocuparam o navio 'Mercosul Suape', atracado na Libra Terminais, na Margem Direita. Os portuários afirmaram que a empresa estava utilizando trabalhadores estrangeiros para realizar as operações na embarcação e manifestaram a bordo. A legislação brasileira veta esse tipo de atividade.
Policiais federais foram acionados e, a bordo do navio, detiveram o grupo, composto por diretores sindicais, entre eles o líder da categoria, e trabalhadores avulsos. Ao serem encaminhados à Delegacia da PF, no Centro de Santos, foram indiciados pela delegada plantonista pelo Artigo 202 do Código Penal, que é passível de fiança.
Trata-se da invasão ou ocupação de estabelecimento com o objetivo de impedir o curso dos trabalhos. No entendimento dos federais, portanto, os estivadores cometeram crime ao invadir o terminal e o navio. A pena para esse crime é de um a três anos de prisão, além de multa. O valor da fiança não havia sido definido até o fim da tarde.
Diante da situação e possível chance de outras invasões, a Comissão Estadual de Segurança Pública nos Portos, Terminais e Vias Navegáveis (Cesportos), também coordenada pela Polícia Federal, elevou para o nível 2 a segurança no Porto de Santos. Isso permite que órgãos de segurança estaduais, como a Polícia Militar, possam entrar no cais.

Por meio de nota, o Sopesp informou que estava ciente da possibilidade da greve, uma vez que foi informado oficialmente pelo Sindestiva após decisão da categoria, e negou qualquer utilização de mão de obra estrangeira nos navios. As empresas ainda "proporão no Tribunal Regional do Trabalho o dissídio, objetivando a retomada imediata das operações".
Fonte: G1 Santos/SP

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