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FORAGIDO DA JUSTIÇA É PRESO EM OPERAÇÃO DE FORÇAS DE SEGURANÇA NO PORTO DE SANTOS

A operação contou com a participação da Polícia Civil dos dois estados, da Policia Militar-SP e da Guarda Portuária Na manhã da última ter...

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terça-feira, 10 de dezembro de 2019

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APÓS DENÚNCIA DO MPF, ESTIVADORES VIRAM RÉUS POR INVADIREM NAVIOS NO PORTO DE SANTOS



Estivadores invadiram e interromperam atividades de carga e descarga.
Atendendo a uma denúncia do Ministério Público Federal (MPF), 12 estivadores ligados ao sindicato da categoria (Sindestiva) viraram réus por terem invadido dois navios atracados no Porto de Santos, interrompendo as atividades de carga e descarga nas embarcações, na manhã do dia 25 de outubro, durante greve dos trabalhadores no complexo portuário.
Segundo a denúncia, os estivadores ignoraram as normas de acesso aos terminais portuários e, também, uma liminar de proteção proferida a pedido de uma das empresas operadoras para evitar ações como as registradas.
A ação penal contra o grupo foi instaurada na sexta-feira (6), após a 5ª Vara Federal de Santos receber a denúncia que o MPF havia protocolado no dia anterior. Os réus responderão pelo crime tipificado no artigo 202 do Código Penal (invasão de estabelecimento industrial, comercial ou agrícola).
Invasões
Segundo a denúncia do MPF, as invasões foram coordenadas pelo presidente do Sindestiva, Rodnei Oliveira da Silva, conhecido como Nei da Estiva. Em 25 de outubro, ele e outros nove trabalhadores arrombaram os portões do terminal Ecoporto e acessaram o navio Grandhamburgo, paralisando os trabalhos. Uma nova invasão ocorreu no dia 27, quando foram interrompidas atividades do navio Prominent Ace, no terminal TEV.
Em ambas as ocasiões, os invasores foram presos em flagrante e liberados mediante pagamento de fiança. Na primeira ação, o Sindestiva arcou com o pagamento de cerca de R$ 12 mil para a soltura do grupo. O valor é próximo ao que a entidade teve de desembolsar para liberar os estivadores após o segundo episódio (R$ 11,4 mil).
A ação dos trabalhadores está dentro de um contexto que envolve uma disputa entre o sindicato e empresas operadoras dos terminais sobre a contratação de estivadores avulsos.
Em nota, o Sindestiva, por meio do advogado Pedro Gerônimo, afirma que "o Sindicato dos Estivadores ainda não foi citado, não conhecendo o teor da ação. Sobre os fatos narrados, os estivadores que entraram no referido terminal eram o presidente e diretores do Sindestiva, os quais entraram sem resistência por parte da empresa, pois tinham o intuito de fiscalizar as condições de trabalho e se os estivadores que lá estavam eram qualificados e registrados no OGMO, com condições necessárias para exercerem as atividades".
O defensor completa, afirmando que "não houve violência e resistência à prisão, a meu ver arbitrária. Quanto à medida protetiva da empresa, além de mostrar-se autoritária, o sindicato na época dos fatos ainda não fora citado da decisão do Poder Judiciário. Resta ainda lamentar o fato dos representantes do Sindestiva por várias vezes terem solicitado a presença da fiscalização do MPT, seja em conjunto com o sindicato ou de forma autônoma, e não ter sido atendido a sua reivindicação que poderia evitar essas fiscalizações só por parte do sindicato. O sindicato solicita a Justiça para sanar essa deficiências do MPT, assim como parabeniza a presteza e eficiência da PF ao atender o chamado da empresa com eficácia impar”.



Esta publicação é de inteira responsabilidade do autor e do veículo que a divulgou. A nossa missão é manter informado àqueles que nos acompanham, de todos os fatos, que de alguma forma, estejam relacionados com a Guarda Portuária e a Segurança Portuária em todo o seu contexto. A matéria veiculada apresenta cunho jornalístico e informativo, inexistindo qualquer crítica política ou juízo de valor.      
                                                                                       
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quinta-feira, 31 de outubro de 2019

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ESTIVADORES MANTÉM ESTADO DE GREVE EM ASSEMBLEIA GERAL NO PORTO DE SANTOS



De acordo com o presidente do Sindestiva, Rodnei Oliveira da Silva, a empresa quebrou o Acordo Coletivo de Trabalho assinado com a categoria e aprovado em maio de 2019.
Representantes dos estivadores decidiram, em Assembleia Geral realizada ontem, quarta-feira (30), em Santos, no litoral de São Paulo, pela continuidade do estado de greve contra a operadora portuária Ecoporto Santos. De acordo com a categoria, a empresa rompeu um acordo assinado com o sindicato sobre a requisição de mão-de-obra 100% avulsa em todas as cargas operadas.
Conforme apurado pelo G1, a assembleia, realizada de maneira extraordinária e em caráter permanente, aconteceu no bairro do Valongo. Na reunião, os participantes optaram por manter a greve por tempo indeterminado.
De acordo com o presidente do Sindicato dos Estivadores de Santos, Guarujá e Cubatão (Sindestiva) Rodnei Oliveira da Silva, o 'Nei da Estiva', a empresa quebrou o Acordo Coletivo de Trabalho, assinado com a categoria e aprovado em assembleia em maio de 2019, sobre a contratação de estivadores avulsos nas cargas operadas no terminal.
Nei aponta que os sindicalistas reuniram-se, ainda, em uma audiência de conciliação com a empresa portuária no Tribunal Regional de Trabalho (TRT) em São Paulo, no entanto, o encontro não resultou em acordos entre as partes.
"A empresa quebrou o acordo. Na reunião, eles solicitaram o vínculo empregatício no embarque de veículos e mão-de-obra avulsa nas demais cargas, enquanto nós queremos 100% de avulsos em todas as operações. Não concordamos e vamos continuar em greve até aguardamos uma negociação na câmara do cais público, que acontece no dia 6 de novembro. Até lá, continuamos em greve com a empresa Ecoporto", explica o presidente.
Estivadores acampam em frente ao Ecoporto em Santos (SP) — Foto: Solange Freitas/G1

Em nota, o TRT aponta que após exaustivas discussões, verificou-se a impossibilidade de acordo entre as partes, o que inviabiliza o prosseguimento do processo. O G1 tentou contato com a empresa Ecoporto, no entanto, não obteve resposta até a última atualização desta matéria.
Acordo de trabalho
O G1 teve acesso ao acordo coletivo de trabalho portuário avulso, firmado no dia 1 de março de 2019, entre o Ecoporto e o Sindiestiva. O documento definiu as relações de trabalho dos portuários avulsos nas funções de estiva e serviços correlatos.
Segundo o acordo, "a atividade de estiva, prevista no artigo 40, parágrafo II da lei 12.815/2014 será exercida pelos trabalhadores portuários abrangidos pela representação do Sindicato, devidamente registrados ou cadastrados no OGMO/Santos". O acordo é válido até o dia 28 de fevereiro de 2021.


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terça-feira, 29 de outubro de 2019

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ESTIVADORES OCUPAM NAVIO PELA 2ª VEZ NO PORTO DE SANTOS E SÃO DETIDOS PELA PF



Sindicato alega que trabalhadores em situação irregular iriam começar a operar um navio.
A Polícia Federal elevou o nível de segurança nas instalações localizadas no Porto de Santos, no litoral de São Paulo, no último domingo (27), em virtude de recentes invasões à navios atracados no cais santista. Também naquela manhã, uma nova ação foi registrada. Diretores do Sindicato dos Estivadores (Sindestiva) foram detidos pela Polícia Federal após invadir mais um navio. Eles alegaram que trabalhadores em situação irregular iriam começar a operar uma embarcação no terminal público.
Os diretores do Sindestiva receberam a informação que o navio Prominent Ace, atracado em um terminal público no cais santista, iria começar a ser operado por trabalhadores em situação irregular. Os representantes da categoria resolveram checar a informação e entraram no navio, por volta das 7h30 do domingo.
"Fomos ver como a empresa Proporto estava operando porque não houve requisição de estivadores. Encontramos trabalhadores sem registro e cadastro no OGMO. A empresa estava pronta para começar a operar. Ficamos a bordo para ver se iam iniciar a operação, o que não aconteceu", explicou o presidente do Sindestiva, Rodnei Oliveira, conhecido como ”Nei da Estiva”.
Por volta das 9h30, equipes da Polícia Federal detiveram os diretores do Sindicato e os conduziram para a delegacia. "Não sabemos o porquê. Nós estamos dentro do direito de fiscalizar. Entendemos que isso está errado. A Proporto está tentando trabalhar de forma ilegal", afirmou Nei.
Na última sexta-feira (25), os estivadores entraram em um terminal e paralisaram as atividades de um navio atracado no Porto de Santos. Eles alegaram que a embarcação estava sendo operada sem mão de obra especializada e sem equipamentos de proteção.
No sábado (26), os estivadores continuaram realizando protestos na frente da empresa Ecoporto. O terminal afirmou que, devido as manifestações, resolveu paralisar as operações por 24 horas ou por tempo indeterminado.
Nível de Segurança
Após as manifestações de sexta-feira e sábado, a delegada de Polícia Federal Luciana Fuschini Nave, coordenadora da Comissão Estadual de Segurança Pública nos Portos, Terminais e Vias Navegáveis no Estado de São Paulo (Cesportos), elevou para II o nível de segurança das instalações portuárias, a partir das 9h do domingo. A medida, segundo o documento, deve durar até uma nova comunicação da Cesportos.
Desta forma, as instalações portuárias devem aplicar medidas de proteção dos seus Planos de Segurança Pública Portuária. A delegada recomenda que os representantes tomem medidas necessárias para "prevenir ações aptas a colocar em risco a operação portuária" e impedir o "acesso de quaisquer pessoas que possuam o claro intento de embaraçar ou colocar em risco a operação portuária".
Com a medida, também fica autorizado o ingresso da Polícia Militar na área do Porto de Santos em caso de distúrbio, invasão e grave perturbação na ordem da área portuária e interior de navios.
A delegada determinou que as empresas registrem por imagens dinâmicas e estáticas o período integral de permanência dos navios atracados nos terminais, devendo ser monitorada toda a área de convés do navio, independente da movimentação de pessoas. Também devem ser registrada toda e qualquer ação que possa representar risco para a operação portuária.
O documento também determina que as instalações portuárias somente autorizem a entrada de novo turno de trabalhadores após a saída dos integrantes do turno anterior pelos gates de acesso, devendo ser realizada revista pessoal em todos, mediante aplicação dos padrões permitidos em lei.



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segunda-feira, 28 de outubro de 2019

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POLÍCIA FEDERAL ELEVA NÍVEL DE SEGURANÇA NO PORTO DE SANTOS



Segundo portaria, publicada no domingo (27), decisão se deu em razão das recentes invasões a instalações e embarcações.
A Polícia Federal elevou para dois, o nível de segurança dentro do Porto de Santos. A decisão foi publicada, no domingo (27), pela portaria 11/2019 da Comissão Estadual de Segurança Pública nos Portos, Terminais e Vias Navegáveis no Estado de São Paulo (Cesportos-SP).
Segundo a delegada Luciana Fuschini Nave, a iniciativa se deve após os recentes protestos em terminais e embarcações por grupos de estivadores. Em sua decisão, a coordenadora do Cesportos-SP colocou que levou em conta "o registro de ocorrências incidentes aptos a comprometer a segurança pública e a operação portuária, em virtude de recentes invasões em instalações portuárias do Porto de Santos".
A mudança aconteceu dois dias após o protesto do Sindicato dos Estivadores de Santos (Sindiestiva) no terminal da empresa Ecoporto. No domingo (27), segundo informações da Polícia Federal, a diretoria da Sindiestiva subiu à bordo, via mar, do navio Prominente ACE, de bandeira panamenha, que está atracado no Terminal de Veículos (TEV) dentro do cais público.
Durante a ação dos sindicalistas, a operação na embarcação foi suspensa. O presidente do sindicato, Rodnei Oliveira da Silva, o Nei da Estiva, e outros diretores foram levados para a delegacia da PF para prestar depoimento. Era esperada que a operação no navio fosse retomada a partir das 13h.
O presidente do Sindestiva alegou que a Proporto, responsável pela operação no  Prominente ACE, "está querendo trabalhar com mão de obra ilegal" e que o sindicato foi ao local fiscalizar a situação.
Ele informou que a Sindiestiva impediu a operação do navio, pois a empresa não requisitou mão de obra para o sindicato e "ia começar a trabalhar com trabalhadores ilegais que não têm registro no Ogmo (Órgão de Gestão de Mão de Obra)".
Porte ilegal
Durante a manifestação na manhã de domingo (27), foi registrada a apreensão de uma arma de fogo. De acordo com a Polícia Civil, o dono do armamento era um soldado que estava realizando a segurança em uma empresa portuária, acompanhado por um policial civil e outro policial reformado. Após os protestos, o homem foi abordado por policiais e apresentou o registro de uma arma pistola cal. 40. 
Entretanto, ao ter o carro vistoriado, foi encontrada embaixo do banco do motorista, uma pistola Bersa cal. 9 mm sem o registro. A arma foi apreendida e a ocorrência foi registrada na Central de Polícia Judiciária (CPJ).
Navio Prominente ACE estava atracado no Terminal de Veículos do Porto de Santos (Carlos Nogueira/AT) 

O Ecoporto informa que o segurança em questão não é funcionário da companhia. Ele pertence ao quadro de funcionários de uma empresa contratada para proteger as operações no terminal devido aos protestos e atos de violência ocorridos nos últimos dias, segundo a empresa. 



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TERMINAL PARALISA ATIVIDADES POR TEMPO INDETERMINADO NO PORTO DE SANTOS



Estivadores bloqueiam desde sexta-feira as operações da empresa Ecoporto.
Os Estivadores do Porto de Santos, no litoral de São Paulo, continuaram realizando protestos no sábado (26), na frente da empresa EcoPorto. O terminal afirmou que devido as manifestações, resolveu paralisar as operações por 24 horas, ou por tempo indeterminado.
Os trabalhadores iniciaram os protestos na sexta-feira (25), quando entraram em umterminal e paralisaram as atividades de um navio atracado no Porto, alegando que a embarcação estava sendo operada sem mão de obra especializada e sem equipamentos de proteção.
Com a extensão destes protestos, a EcoPorto afirmou que o terminal paralisará as operações por 24 horas, ou por tempo indeterminado, pela falta de segurança na região e a impossibilidade de garantir a integridade física dos colaboradores.
O terminal destaca que as contratações para recomposição do quadro de estivadores vinculados foram realizadas de forma estritamente legal, o que inclui a divulgação de editais e o cumprimento das demais exigências. Afirma ainda repudiar qualquer ato de vandalismo e esperar das autoridades locais competentes uma atuação contundente com o objetivo de garantir a retomada das operações.
Estivadores
Em nota, os Estivadores do Porto de Santos relatam que seguem bloqueando as operações, devido à operação de descarga realizada na sexta-feira, que, de acordo com eles, desrespeitou o acordo coletivo de 100% de mão de obra avulsa e sem nenhum tipo de acordo coletivo de vinculados.
Segundo os trabalhadores, o navio está parado a mais de 24 horas sem operação alguma e eles permanecerão na porta, para não permitir que a empresa desrespeite o acordo de 100% de avulso.
Ainda de acordo com o estivadores, não existe nenhum acordo de vínculo entre o Sindicato e as empresas Proporto e EcoPorto, mesmo com várias tentativas da diretoria através de ofícios convocando para uma mesa de negociação. O corpo jurídico do Sindicato dos Estivadores diz já ter entrado com todas as medidas judiciais contra as empresas Proporto e EcoPorto.


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quarta-feira, 20 de março de 2019

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ESTIVADORES SUSPENDEM GREVE POR UMA SEMANA NO PORTO DE SANTOS



Interrupção acontece após Tribunal Superior do Trabalho (TST) manter julgamento que permite terminais a não requisitarem trabalhadores avulsos no cais
Os estivadores que trabalham no Porto de Santos, no litoral de São Paulo, decidiram nesta terça-feira (19) suspender por uma semana greve que havia sido mobilizada no complexo desde o primeiro dia deste mês. A interrupção aconteceu após o Tribunal Superior do Trabalho (TST) o julgamento que terminais a não requisitarem trabalhadores avulsos no cais.
A categoria realizou a paralisação para defender os postos de trabalho no complexo portuário santista e protestar contra a decisão definitiva (acórdão) que desobriga as empresas que movimentam contêineres a solicitarem trabalhadores para o órgão gestor de mão de obra. As firmas, se assim de desejarem, podem trabalhar apenas com contratados.
Decisão mantida
O acórdão do Tribunal Superior do Trabalho (TST) de 2015, que já tinha a certidão de transitado em julgado e estabelece a não obrigatoriedade de requisição, foi mantido no julgamento desta segunda-feira (18) na mesma corte, informou o Sindicato dos Operadores Portuários do Estado de São Paulo (Sopesp), a entidade patronal.
"Os ministros do TST por unanimidade, mantiveram integralmente o que determina o Acórdão de 2015 garantindo aos terminais de contêineres do Porto de Santos a realização de 100% das suas operações com trabalhadores vinculados para os serviços de estiva, conforme já vem sendo aplicado desde 1º de março de 2019", declarou o Sopesp.
Segundo a entidade, essa foi a quarta vez que o TST analisou e confirmou a decisão desde quando foi estabelecida.
Entenda
A legislação mais recente que regulamenta o setor estabeleceu a não a obrigatoriedade da requisição de trabalhadores avulsos (que não mantém vínculos empregatícios com as empresas) por meio do respectivo órgão gestor. Em Santos, a medida teve um período de adaptação, conforme estabelecido pelo Tribunal Superior do Trabalho (TST).
Ao longo dos últimos anos, a categoria e os empresários não chegaram a um consenso que pudesse manter a escalação dos avulsos. Durante esse período, a ordem judicial foi mantida e, proporcionalmente, os vinculados passaram a se tornar maioria nas empresas que compõe a câmara de contêineres do Sopesp no Porto de Santos.
Até 28 de fevereiro, as empresas poderiam operar com 75% de empregados próprios, contratados pelo regime da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), e 25% via escalação do órgão gestor. Desde 1 de março, todas as companhias tem respaldo judicial, se assim optarem, para somente contratar estivadores para trabalharem no cais.
Briga agora é pelo Dissídio
"Demonstrando novamente que a categoria está favorável a sentar e negociar, foi deliberado na assembleia que estaremos realizando uma suspensão temporária da paralisação por uma semana", declarou o presidente do Sindicato dos Estivadores, Rodnei Oliveira da Silva. Eles pediram novamente posicionamento ao sindicato patronal sobre as demandas.
Segundo o sindicalista, a categoria ainda recebeu parecer favorável da justiça sobre o dissídio de 2016. "Os ministros decidiram pelo ressarcimento de muitos trabalhadores prejudicados com a greve realizada na época a qual não foi julgada abusiva", declarou o Oliveira, que convocou nova assembleia para a próxima semana para tratar da greve.
Fonte: G1 Santos

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sábado, 2 de março de 2019

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CESPORTOS ELEVA NÍVEL DE SEGURANÇA NO PORTO DE SANTOS


(Foto: Carlos Nogueira/AT)

A Guarda Portuária aumentou o efetivo com a convocação dos guardas portuários em regime extraordinário para reforçar a segurança junto a entrada dos terminais


A alteração de nível ocorreu em virtude da greve iniciada ontem (01) pelos estivadores, o que poderá gerar a ocorrência de incidente de proteção (qualquer ato suspeito ou situação que ameace a segurança) nestas instalações.
A Coordenadora-Substituta da Comissão Estadual de Segurança Pública nos Portos, Terminais e Vias Navegáveis do Estado de São Paulo (Cesportos-SP), delegada Luciana Fuschini Nave, elevou para 2 o Nível de Proteção das Instalações Portuária, a partir das 17hs, do dia 28 de fevereiro de 2019, por tempo indeterminado, até comunicação ulterior do órgão.
A elevação do nível foi comunicada ao Gabinete de Segurança Institucional (GSI), da Presidência da República, à Marinha do Brasil e à Secretaria Nacional de Portos e Transportes Aquaviários do Ministério da Infraestrutura, por intermédio da CONPORTOS/MJ, além da Secretaria de Segurança Pública do Estado de São Paulo.
Medidas de Segurança
Embarcações da Marinha foram mobilizadas no Porto de Santos, SP — Foto: G1 Santos

As Unidades de Segurança das Instalações Portuárias deverão aplicar as medidas de proteção constantes dos seus Planos de Segurança, as quais deverão ser registradas e aproveitadas como treinamento para as futuras auditorias da CONPORTOS/MJ.
As Instalações Portuárias deverão monitorar com câmeras o costado e o convés dos navios, a fim de identificar qualquer ação que possa representar risco para a operação portuária, devendo ser encaminhadas na sequência, juntamente com a qualificação dos envolvidos, à CESPORTOS/SP, para desencadeamento dos processos pertinentes nas diferentes esferas penal, civil e administrativa.
Segundo a delegada da Polícia Federal, às instalações portuárias somente podem autorizar a entrada de novo turno de trabalhadores após a saída dos integrantes do turno anterior pelos, devendo ser realizada revista pessoal em todos, mediante aplicação dos padrões permitidos em lei.
Os supervisores de segurança das instalações portuárias poderão adotar outras medidas eventualmente necessárias para prevenir ações, dentre as quais o eventual impedimento de acesso de quaisquer pessoas que possuam o claro intento de embaraçar ou colocar em risco a operação portuária.
Autoridades
Foto: Reprodução TV Tribuna

Uma sala de crise foi montada na Autoridade Portuária para acompanhar o movimento grevista. A Guarda Portuária aumentou o efetivo com a convocação dos guardas portuários em regime extraordinário para reforçar a segurança junto a entrada dos terminais. Em terra e o no mar, autoridades federais e estaduais monitoram a paralisação da categoria.
A Polícia Militar do Estado de São Paulo foi autorizada, em caso de distúrbio, invasão e grave perturbação da ordem, a atuar na área portuária e no interior de navios.
Terminais
Foto: G1 Santos

Os terminais reforçaram o esquema de segurança para evitar eventuais invasões durante protesto dos estivadores. A empresa Brasil Terminal Portuário (BTP) posicionou uma fileira de contêineres no costado, às margens do Canal do Estuário.
Greve
A greve foi uma decisão da assembleia da categoria em virtude da decisão do Tribunal Superior do Trabalho (TST), que permitiu os terminais de contêineres do porto utilizarem apenas trabalhadores portuários avulsos vinculados (contratados com base na CLT).
Manifestação
Foto: Carlos Abelha/G1

No início da manhã, por volta das 7 horas, os estivadores se reuniram em frente ao Órgão Gestor de Mão de Obra (Ogmo), posteriormente eles se deslocaram para a portaria do terminal da Libra, onde houve um princípio de tumulto. Eles tentaram entrar para convencer os avulsos que estavam embarcados para participarem do movimento. Eles também queriam checar uma denúncia de possível exploração do trabalho. Segundo eles, os funcionários estariam trabalhando sem serem respeitadas as horas de descanso.
Solicitação da presidente da Cesportos
(Foto: Carlos Nogueira/AT)

O presidente do Sindicato dos Estivadores, Rodnei Oliveira da Silva, foi convocado pela presidente da CESPORTOS, sendo então conduzido pela Guarda Portuária para uma conversa na sede da Companhia Docas do Estado de São Paulo (Codesp). A delegada ouviu os argumentos apresentados para a realização da manifestação, mas pediu cautela aos sindicalistas porque, caso eles entrassem no porto, seria configurado crime federal e eles teriam que ser detidos.
Diante das denúncias de exploração de trabalho apresentadas pelo presidente do Sindicato dos Estivadores, a Polícia Federal vai investigar se há algum desrespeito às relações de trabalho.
As polícias Militar e Federal, além das autoridades Alfandegária e Marítima, não registraram incidentes em decorrência do protesto. A Companhia Docas do Estado de São Paulo (Codesp), a autoridade portuária, declarou que todos os terminais operam normalmente.
Segundo dia
A greve dos 3,5 mil estivadores de Santos continuou nesse sábado. De acordo com os representantes da categoria o movimento teve 99% de adesão ontem. Os trabalhadores garantiram que os terminais de contêineres da Libra, Santos Brasil e BTP foram totalmente afetados com a paralisação.
Segundo os dirigentes sindicais, na Santos Brasil, os trabalhadores que estavam trabalhando nos navios tiveram que dobras na parte da manhã. Na parte da tarde, Libra e Santos Brasil teriam ficado parados e a BTP trabalhou com apenas alguns estivadores.
Primeira vez
A primeira vez, após a implantação do Código Internacional de Segurança - ISPS CODE, que o Porto de Santos aumentou o seu Nível de Proteção foi em maio de 2012. Depois disso, durante outras greves o nível também foi elevado.


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quinta-feira, 2 de agosto de 2018

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PF PRENDE SETE ESTIVADORES APÓS INVADIREM TERMINAL E NAVIO NO PORTO DE SANTOS




Após o ocorrido, o nível de segurança do cais santista foi elevado pela Polícia Federal

Sete estivadores, entre eles o presidente da entidade que representa a categoria, Rodinei Oliveira da Silva, foram presos em flagrante pela Polícia Federal após invadirem um terminal e um navio durante protesto no Porto de Santos, no litoral de São Paulo, nesta quarta-feira (1º). Após o ocorrido, o nível de segurança do cais foi elevado.
A categoria está em greve desde às 7h, após alegar que as negociações com o Sindicato dos Operadores Portuários do Estado de São Paulo (Sopesp) para o reajuste salarial deste ano foram frustradas. A entidade patronal, entretanto, nega a alegação e afirma que pediu à Justiça para que fossem retomadas as operações no Porto de Santos.
O Sindicato dos Estivadores (Sindestiva) informou oficialmente que 2.500 trabalhadores cruzaram os braços. A paralisação foi planejada para ocorrer durante seis horas no cais público, onde os trabalhadores avulsos são requisitados, e de 72 horas para os terminais de contêineres localizados nas duas margens do cais.
Durante protesto pela manhã, entretanto, estivadores ocuparam o navio 'Mercosul Suape', atracado na Libra Terminais, na Margem Direita. Os portuários afirmaram que a empresa estava utilizando trabalhadores estrangeiros para realizar as operações na embarcação e manifestaram a bordo. A legislação brasileira veta esse tipo de atividade.
Policiais federais foram acionados e, a bordo do navio, detiveram o grupo, composto por diretores sindicais, entre eles o líder da categoria, e trabalhadores avulsos. Ao serem encaminhados à Delegacia da PF, no Centro de Santos, foram indiciados pela delegada plantonista pelo Artigo 202 do Código Penal, que é passível de fiança.
Trata-se da invasão ou ocupação de estabelecimento com o objetivo de impedir o curso dos trabalhos. No entendimento dos federais, portanto, os estivadores cometeram crime ao invadir o terminal e o navio. A pena para esse crime é de um a três anos de prisão, além de multa. O valor da fiança não havia sido definido até o fim da tarde.
Diante da situação e possível chance de outras invasões, a Comissão Estadual de Segurança Pública nos Portos, Terminais e Vias Navegáveis (Cesportos), também coordenada pela Polícia Federal, elevou para o nível 2 a segurança no Porto de Santos. Isso permite que órgãos de segurança estaduais, como a Polícia Militar, possam entrar no cais.

Por meio de nota, o Sopesp informou que estava ciente da possibilidade da greve, uma vez que foi informado oficialmente pelo Sindestiva após decisão da categoria, e negou qualquer utilização de mão de obra estrangeira nos navios. As empresas ainda "proporão no Tribunal Regional do Trabalho o dissídio, objetivando a retomada imediata das operações".
Fonte: G1 Santos/SP

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terça-feira, 20 de dezembro de 2016

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ESTIVADORES SÃO DETIDOS PELA PF APÓS PARALISAÇÃO EM TERMINAL DO PORTO


Paralisação ocorreu na manhã desta terça-feira (20), na BTP (Foto: Reprodução/Via WhatApp)

Confusão aconteceu nesta manhã, na Margem Direita do cais santista

Pelo menos oito estivadores foram detidos e encaminhados à delegacia da Polícia Federal em Santos por impedirem a operação em um terminal de contêineres da Margem Direita, na manhã desta terça-feira (20). Eles serão ouvidos e deverão ser liberados após assinatura de um termo circunstanciado.
A paralisação das atividades ocorreu nas instalações da Brasil Terminal Portuário (BTP). Conforme apurado com a Polícia Federal, os estivadores interromperam os trabalhos e também impediram que os trabalhadores vinculados à empresa pudessem dar continuidade às operações em navios.
A PF foi acionada e solicitou apoio à Polícia Militar, que enviou três equipes do Batalhão de Ações Especiais ao local. Não houve resistência e os trabalhadores portuários detidos foram levados em um ônibus para a delegacia, no Centro de Santos. Alguns deles registram a ação em fotos.
Pelo menos oito estivadores foram detidos e encaminhados à delegacia da Polícia Federal em Santos por impedirem a operação em um terminal de contêineres da Margem Direita, na manhã desta terça-feira (20). Eles serão ouvidos e deverão ser liberados após assinatura de um termo circunstanciado.
A paralisação das atividades ocorreu nas instalações da Brasil Terminal Portuário (BTP). Conforme apurado com a Polícia Federal, os estivadores interromperam os trabalhos e também impediram que os trabalhadores vinculados à empresa pudessem dar continuidade às operações em navios.

A PF foi acionada e solicitou apoio à Polícia Militar, que enviou três equipes do Batalhão de Ações Especiais ao local. Não houve resistência e os trabalhadores portuários detidos foram levados em um ônibus para a delegacia, no Centro de Santos. Alguns deles registram a ação em fotos.


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sexta-feira, 30 de setembro de 2016

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ESTIVADORES VOLTAM AO TRABALHO E AGUARDAM NOVO JULGAMENTO




Tribunal do Trabalho voltará a julgar dissídio e o impasse sobre a escala de avulsos ainda neste ano

Os estivadores voltaram ontem ao trabalho nos três terminais privativos: BPT, Libra e Santos Brasil, após 10 dias de greve. Eles obedeceram decisão do Tribunal Regional do Trabalho (TRT/SP) que julgou a greve não abusiva, pediu a volta imediata ao trabalho e impôs uma multa de R$ 100 mil por dia, caso os trabalhadores mantivessem a paralisação.
A decisão foi tomada em assembleia da categoria. Com isso, a paz volta a reinar entre estiva e empresários marítimos, pelo menos até que o tribunal volte a julgar o caso, que por enquanto se encontra nas mãos da justiça do trabalho de Santos, que irá fazer um levantamento nos terminais para apurar como vem sendo feito o trabalho entre avulsos e trabalhadores vinculados.
O julgamento ocorreu na quarta-feira, na Seção de Dissídios Coletivos, onde o Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região analisou as greves dos estivadores e também dos funcionários da USP. Ambas foram consideradas não abusivas.
Apesar de declarar a não abusividade da greve dos estivadores, o TRT-2 exigiu o retorno imediato dos trabalhadores, sob pena de R$ 100 mil de multa diária, em caso de descumprimento. 
Quanto às cláusulas econômicas e sociais, nada foi resolvido. Isso porque o dissídio foi convertido em diligência. Assim, uma carta de ordem será encaminhada para a justiça do trabalho de Santos, para que haja a colheita de provas para elaboração de um laudo que auxiliará os desembargadores no julgamento do caso.
Dentre os quesitos determinados pelo TRT-2 nesse laudo estão a oitiva de testemunhas, a inspeção dos locais de trabalho, a análise quanto ao respeito da proporcionalidade definida pelo TST (66% de mão de obra vinculada contra 34% de avulsa), a escala cumprida pelos trabalhadores e se há diferenciação entre celetistas e avulsos.
O laudo será enviado para o Tribunal, quando então haverá análise dos resultados obtidos e assim seja agendada uma nova data de julgamento.
Sopesp
O Sindicato dos Operadores Portuários do Estado de São Paulo (Sopesp), que representa os terminais privativos, diz que o Acórdão (Decisão de sentença), do Tribunal Superior do Trabalho (TST). De escala de trabalho com uso de 66% de trabalhadores com vínculo de emprego e 33% de trabalhadores está sendo mantido pelas empresas. Esse foi o motivo principal da greve da estiva.


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