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terça-feira, 2 de julho de 2019

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SCANNERS, DRONES E CÃES FAREJADORES AJUDAM A RECEITA FEDERAL NO COMBATE AO TRÁFICO DE DROGAS NO PORTO DE PARANAGUÁ



Só neste ano, já foram apreendidas mais de 7 toneladas de cocaína, um recorde.
Scanners, drones e cães farejadores ajudam a Receita Federal no combate ao tráfico de drogas no Porto de Paranaguá, no litoral do Paraná. Só neste ano, já foram apreendidas mais de 7 toneladas de cocaína, um recorde.
Os cães farejadores conseguem ajudar no serviço de fiscalização por pequenas frestas dos contêineres que aguardam o embarque. Com uma ferramenta, o agente abre um espaço na vedação, liberando o ar para o cachorro farejar.
Dessa forma, não é necessário romper todos os lacres e só são abertos os contêineres considerados suspeitos.
As equipes com os cães também vão para o convés dos navios. A Receita Federal sabe que trabalhadores a serviço do tráfico rompem os lacres e põem cocaína junto com as cargas. Segundo as investigações, as empresas exportadoras não sabem do esquema.
Quando o cachorro para em frente a um contêiner, é sinal de que há droga. De acordo com a Receita Federal, mesmo que esteja misturada com outras substâncias o animal vai conseguir identificar, porque foi treinado para achar a droga.
Foi com a ajuda de scanners, aparelhos de Raio-X que mostram o interior dos contêineres, que a Receita Federal apreendeu 562 kg de cocaína no Porto de Paranaguá, na quarta-feira (26).
A droga estava escondida em uma carga de amendoim que tinha como destino o Porto de Roterdã, na Holanda.
O olhar atento dos agentes também é uma ferramenta importante. Em uma das situações, traficantes derrubaram parte da carga quando tentavam colocar droga dentro do contêiner, explicou o auditor fiscal da Receita Federal Carlos Alberto Samways.
“A bagunça que foi deixada pela quadrilha acabou chamando a atenção e fazendo a fiscalização do contêiner, acabamos encontrando alguns fardos de cocaína”, afirmou.

Além disso, diretamente do mar, homens armados percorrem a baía de olho em qualquer movimentação suspeita. Traficantes podem usar cordas para colocar drogas nos cargueiros.
“O içamento ocorre quando uma pequena embarcação encosta do lado do navio, essa embarcação está transportando drogas, e alguém do navio que foi aliciado eles fazem o içamento dessa droga pra dentro do navio”, detalhou o analista tributário da Receita Federal Timóteo Ramos.
A vigilância está de olho, dentro e fora da água. Com o drone no ar, os agentes da Receita Federal têm uma visão geral do movimento do porto, da área administrativa, passando pelo pátio de armazenagem até o cais. Eles também conseguem ver o que acontece do outro lado do navio, um ponto cego para fiscalização.
Lá de cima, o drone faz uma varredura na área e o próximo passo é transmitir essas imagens, em tempo real, para uma sala de controle. A ideia é acionar a fiscalização com mais rapidez.
Segundo o analista tributário da Receita Federal Bruno de Oliveira, o sistema de drones já está sendo modernizado.
“Com drones que terão a possibilidade de também atuar à noite, com câmera de aproximação e zoom. Então, a possibilidade de uso dele tá cada vez mais ampla e nós vamos incorporar isso na Receita Federal”, afirmou Oliveira.
Fonte: G1 Paraná


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