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terça-feira, 24 de novembro de 2020

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A 2ª FASE DA OPERAÇÃO JOIAS DO OCEANO

Novo pedido de sequestro de bens e ativos na importância de R$ 11 milhões.

A primeira fase da operação, deflagrada em julho do ano passado, foi direcionada à identificação da lavagem dos bens do tráfico e foram sequestrados mais de R$ 75 milhões em apartamentos, casas e veículos de luxo do grupo criminoso, sendo cumpridos também 32 mandados de busca e apreensão. 

A partir de novas diligências e análise do material arrecadado durante as buscas, foram identificados outros bens e valores que vinha sendo ocultado pelo investigado por meio de laranjas e empresas, fazendo com que a Polícia Federal (PF) apresentasse um novo pedido de sequestro de bens e ativos na importância de R$ 11 milhões, o que foi deferido pelo Juízo da 1ª Vara Federal de Itajaí e a 2ª fase foi realizada em 20 de agosto.

Em continuidade a investigações realizadas na operação Joias do Oceano, a Polícia Federal identificou novos bens pertencentes a um indivíduo preso em 2017 e condenado por ser um dos líderes de uma organização criminosa que exportou mais de 8 toneladas de cocaína para países como Bélgica, Holanda, Itália, Espanha, Turquia e México a partir dos portos de Itajaí e Navegantes. 

Foram constatados indícios de que o investigado, com auxílio de pessoas físicas e jurídicas, usou o dinheiro do tráfico para adquirir diversos bens e direitos como um apartamento e uma cobertura de luxo na cidade de Itapema; a sede de um clube recreativo na cidade de Joinville; terrenos; um sítio; valores aplicados como investimento em uma rede de laboratórios clínicos; e um motorhome utilizado em rodeios e feiras de exposição.

As investigações tiveram por objetivo principal a descapitalização do grupo criminoso, com a perda dos bens e valores obtidos com as práticas criminosas, em favor do Estado e da sociedade.  

 Motorhome apreendido nesta 2ª fase da operação (Foto: Divulgação PF)

Os bens que envolvem essas operações chamam atenção pelo valor.  Em 2017, quando foi deflagrada a Operação Oceano Branco, na prisão dos líderes do grupo, um dos veículos sequestrados pela PF foi uma Lamborghini Gallardo, avaliada em R$ 1 milhão. O carro estava na garagem de um edifício em Balneário Camboriú. Na primeira fase da Operação Joias do Oceano foram sequestrados imóveis, lanchas, iates, caminhões e carros – entre eles automóveis das marcas Porshe, Lamborghini e Ferrari, avaliados em mais de R$ 75 milhões.

Organização Criminosa

A Operação Oceano Branco identificou vários integrantes da organização criminosa atuante na região do Complexo Portuário do Rio Itajaí, Por suas condutas, os investigados também responderão pelo crime de lavagem de dinheiro, previsto na Lei nº 9.613/98, que prevê pena de 3 a 10 anos de prisão.



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