A droga
foi detectadaem um contêiner de grafite em pó que seria descarregado
no Porto de Algeciras na Espanha
A Receita Federal
do Brasil (RFB) apreendeu na última sexta-feira (27) mais uma apreensão de
drogas no Porto de Itapoá, no Norte de Santa Catarina.
A droga foi
detectada com o auxílio do cão de faro e com imagens de raio-x em um contêiner
de grafite em pó que seria descarregado no Porto de Algeciras na Espanha.
Com a abertura do
contêiner, o entorpecente foi localizado em duas malas de viagem junto a porta.
Após pesagem foi constatado o peso de 55,5 kg.
O método
utilizado pelos traficantes foi o rip-on/rip-off, no qual a droga é inserida no
contêiner sem o conhecimento do exportador.
A droga
apreendida foi encaminhada a sede da Polícia Federal (PF), que prosseguirá com
as investigações para identificar os envolvidos.
1ª apreensão neste ano
Essa foi a
primeira apreensão de cocaína do ano de 2023 no Porto de Itapoá. Em 2022, foi
apreendida aproximadamente 1 tonelada da droga no complexo portuário de Itapoá.
A nossa missão é manter informado àqueles que nos acompanham, de todos os fatos, que de alguma forma, estejam relacionados com a Segurança Portuária em todo o seu contexto. A matéria veiculada apresenta cunho jornalístico e informativo, inexistindo qualquer crítica política ou juízo de valor.
* Direitos Autorais: Os artigos e notícias, originais deste Portal, tem a reprodução autorizada pelo autor, desde que, seja mencionada a fonte e um link seja posto para o mesmo. O mínimo que se espera é o respeito com quem se dedica para obter a informação, a fim de poder retransmitir aos outros.
Droga
estava em duas cargas: uma de amendoim, com destino ao Porto de Rotterdam e
outra de óleo de soja e açúcar, com destino ao Porto de Beirute
Na última quinta-feira,
7/7, a Receita Federal do Brasil (RFB), em ação que teve o apoio da Polícia
Federal (PF), culminou na apreensão de 1.536,5 kg de cocaína.
Em uma das
ocorrências, a droga havia sido ocultada em carga lícita de amendoim. O navio
no qual o container foi inspecionado tinha como destino final o Porto de
Rotterdam, na Holanda. O peso bruto da droga encontrada foi de 568,5 kg.
Na outra, o
entorpecente havia sido ocultado em um carregamento de óleo de soja e açúcar.
Neste caso, o navio no qual o container foi localizado tinha como destino final
o Porto de Beirute, no Líbano, tendo escala no porto de Tanger Med, no
Marrocos. O peso bruto da droga encontrada nas sacas de açúcar foi de 968 kg.
Os contêineres
foram selecionados pela Área de Gestão de Riscos da Receita Federal, com
análise das operações de exportação, em função do seu poder alfandegário no
porto, através de critérios objetivos de análise de risco, incluindo a inspeção
não intrusiva por imagens de escâner. Durante os trabalhos, o cão de faro
sinalizou positivamente para a presença de drogas.
Com a descoberta
do entorpecente pela RFB, a PF foi acionada para os procedimentos de polícia
judiciária da União.
O entorpecente apreendido
foi encaminhado a sede da PF, que realizou perícia no local dos fatos, a fim de
subsidiar a investigação a ser conduzida em inquérito policial.
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PM/PA está preso em Portugal por envolvimento em esquema de tráfico de
drogas (Arquivo pessoal)
Mercadoria
foi apreendida dentro de uma carga de açaí. Aderaldo Pereira de Freitas Neto é
tenente da Polícia Militar e formado em Direito
Um dos paraenses
presos em Portugal por participar de um esquema de tráfico internacional de
drogas é o tenente da Polícia Militar Aderaldo Pereira de Freitas Neto.
Conhecido como Neto Freitas, ele é formado em Direito e é bacharel em Defesa
Social e Cidadania, conforme consta em seu perfil nas redes sociais. O nome do
outro paraense também detido em Lisboa, capital portuguesa, durante a operação
"Norte Tropical" ainda não foi confirmado.
Os dois foram
presos esta semana com a acusação de participar de esquema de tráfico
internacional de drogas. O carregamento ilegal de cocaína estaria escondido em
cargas de açaí e teria saído do Porto de Vila do Conde, em Barcarena. A dupla
faria parte de um esquema maior comandado por Ruben Oliveira, conhecido como
“Xuxas” - maior traficante português -, e pelo Sérgio Carvalho - o "Major
Carvalho", também chamado de “Escobar brasileiro”. Ambos também já foram
presos.
A Polícia
Judiciária portuguesa confirmou a prisão dos brasileiros pela droga apreendida
em carga de açaí, mas não forneceu os nomes deles. Porém, de acordo com
informações extraoficiais, um dos acusados é um jovem empresário de Barcarena e
o outro seria agente de segurança, lotado em Belém. A polícia portuguesa
confirmou que prossegue com as investigações e com as buscas a mais pessoas
envolvidas no esquema.
Operação apreendeu carga suficiente para fazer
mais de 3 milhões de doses de cocaína
Em nota, a
Polícia Judiciária de Portugal confirmou que "através da Unidade Nacional
de Combate ao Tráfico de Estupefacientes, desencadeou, nos últimos dias, uma
operação policial no decurso da qual foi possível localizar e depois apreender
elevada quantidade de cocaína".
A autoridade
informa ainda que a droga "seria suficiente para a composição de pelo
menos 3.200.000 (três milhões e duzentas mil) doses individuais". A droga
apreendida estava em um "carregamento de açaí congelado, que havia chegado
recentemente a Portugal num contentor marítimo, proveniente de um país da
América Latina", informa a polícia portuguesa.
Segundo a
polícia, existem ainda "fortes suspeitas de (os dois presos) integrarem
uma organização criminosa que se dedica à introdução de grandes quantidades de
cocaína no continente europeu", informa.
Dupla estaria ligada ao esquema do
"Escobar brasileiro"
De acordo com
informações extraoficiais, o tráfico de drogas em cargas de açaí faz parte de
um esquema comandado pelo português Ruben Oliveira, de 28 anos, o
"Xuxas". Ele é considerado pelas autoridades portuguesas como o maior
traficante do país e com vasta rede de ligações.
Major
Sérgio Carvalho, o 'Escobar brasileiro', está preso desde o dia 23/06 em
Portugal (Reprodução)
Ele seria um dos
nomes fortes do traficante brasileiro Sérgio Carvalho, o “Major Carvalho”, que
foi preso na semana passada na Hungria, em megaoperação que envolveu a Polícia
Federal brasileira, a polícia portuguesa e a Interpol. Carvalho ficou conhecido
como o “Escobar brasileiro”, em referência a Pablo Escobar, colombiano que
ficou famoso por comandar um cartel do narcotráfico e estava fugido de Portugal
desde quando começou a megaoperação "Exotic Fruit", em fevereiro
deste ano.
Segundo as
investigações, Rubem Oliveira tornou-se “sócio” de Sérgio Carvalho a partir de
2018, ficando responsável por recrutar e organizar as cargas de drogas vindas
da América do Sul até a Europa, com entrada por Portugal, via marítima e aérea.
Rubem, o “Xuxas” foi preso em fevereiro deste ano, em operação chamada “Exotic
fruit“, ou “fruta exótica”, em tradução livre. O nome faz referência ao esquema
comandado por "Xuxas", que traficava cargas de cocaína em cargas de
exportação de frutas, como banana e mamão. E, com a recente prisão de dois
paraenses, estaria também traficando drogas em cargas de açaí.
"Xuxas"
ainda tentou camuflar a fortuna que ganhou com o narcotráfico, mas a grande
quantidade de automóveis de luxo que usava para se deslocar foi determinante
para denunciar seu paradeiro. Entre os carros usados por ele, estavam Porsche,
Mercedes e BMW. O narcotraficante foi preso no bairro dos Olivais, em Lisboa,
capital portuguesa, após uma movimentação de dinheiro, que seria usado para a
nova fuga dele. O destino escolhido tinha sido Madrid, na Espanha. Atualmente,
ele está preso na penitenciária de alta segurança de Monsanto, em Portugal.
Esta publicação é de inteira responsabilidade do autor e do veículo que a divulgou. A nossa missão é manter informado àqueles que nos acompanham, de todos os fatos, que de alguma forma, estejam relacionados com a Segurança Portuária em todo o seu contexto. A matéria veiculada apresenta cunho jornalístico e informativo, inexistindo qualquer crítica política ou juízo de valor.
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É uma
apreensão de tráfico internacional de drogas. Droga foi encaminhada à Polícia
Federal
Uma tonelada de
pasta base de cocaína foi localizada por policiais militares da Rotam (Rondas
Ostensivas Tático Móvel), do 9º Batalhão da Polícia Militar (PM), do Paraná.
Os
policiais localizaram um depósito abaixo do piso da cozinha
De acordo com as
informações repassadas pelo comandante da Rotam e coordenador da ação, tenente
Guilherme Arnoldo Stelle Neto, por volta das 18h policiais militares faziam
patrulhamento pela cidade quando houve uma denúncia. Ao seguirem para o local,
na Vila Guarani, constataram uma casa com muros altos, portões grandes e de
alumínio, com cercas elétricas e duas câmeras apontadas para a rua, com alarme
disparado. Nenhuma pessoa foi localizada na casa durante a ocorrência.
Uma
quantidade de droga estava embalada e armazenada em mochilas
Diante da
situação, os policiais perguntaram aos moradores sobre o paradeiro do dono da
casa, o que não souberam informar. Diante disso, a equipe policial acionou
apoio e entrou no terreno, momento em que viram uma prensa, comumente usada
para prensar e embalar drogas. Eles notaram que as janelas estavam cobertas com
lonas pretas e perceberam um forte odor de cocaína. Segundo os policiais o
alarme da casa estava disparando.
Os
tabletes tinham logotipos de identificação diferenciados
"Ao
entrarmos na casa logo encontramos vários sacos com cocaína e alguns pacotes
espalhados. Durante as buscas os policiais localizaram um fundo falso na
cozinha onde havia mais uma grande quantidade de droga, escondida e armazenada
em mochilas", afirma o tenente Stelle.
Os policiais
também encontraram outras drogas na sala da casa, além de "materiais
suspeitos".
A
droga foi encaminhada à Polícia Federal
Após as medidas de
praxe, a droga foi levada à Polícia Federal (PF), onde foi pesada e totalizou
uma tonelada. "Foi nos repassado pela Polícia Federal que essa droga é
avaliada em aproximadamente R$ 150 milhões. É uma apreensão de tráfico
internacional de drogas, até pelo tipo das mochilas que estavam com a cocaína,
inclusive dentro de uma delas havia um pequeno rastreador", acrescentou o
tenente. Ainda de acordo com ele, a apreensão da substância em sua forma pura
(pasta base) multiplica o prejuízo estimado aos criminosos.
A nossa missão é manter informado àqueles que nos acompanham, de todos os fatos, que de alguma forma, estejam relacionados com a Segurança Portuária em todo o seu contexto. A matéria veiculada apresenta cunho jornalístico e informativo, inexistindo qualquer crítica política ou juízo de valor.
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Johnson
era braço direito de Gordão, procurado pela Interpol
A prisão de Jocimauro
Belizario dos Santos, 43 anos, conhecido como "Johnson", foragido
desde 2020, desarticula a rede do tráfico internacional de drogas dentro da
maior facção criminosa do país, o Primeiro Comando da Capital (PCC). Ele foi
preso no final do mês passado na cidade de Ilhabela, litoral de São Paulo.
Ele é apontado
pelas autoridades policiais como responsável pela intermediação da organização
criminosa brasileira com a máfia italiana´Ndrangheta, para o envio de cocaína
para a Europa, embarcando a droga pelo Porto de Santos.
Foto:
Reprodução TV Record
Johnson já foi
"braço direito" do narcotraficante Anderson Lacerda Pereira "Gordão",
um dos homens mais poderosos da facção e que está foragido. Ele inclusive chegou
a ser registrado como motorista dele, mas teve a morte encomendada pelo seu
antigo parceiro e patrão.
Gordão, que tem o
nome na lista da Interpol como um dos criminosos mais procurados do mundo, foi
condenado em 2019 a 21 anos de prisão por tráfico internacional de drogas,
organização criminosa e lavagem de dinheiro, porém ele obteve um habeas corpusjunto ao Superior Tribunal de Justiça (STJ) para responder o processo em liberdade.
Posteriormente ele teve a pena reduzida para 7 anos, mas desde então segue
foragido
Esta publicação foi baseada em reportagem da Rede Record de Televisão. A nossa missão é manter informado àqueles que nos acompanham, de todos os fatos, que de alguma forma, estejam relacionados com a Segurança Portuária em todo o seu contexto. A matéria veiculada apresenta cunho jornalístico e informativo, inexistindo qualquer crítica política ou juízo de valor.
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Na
embarcação estavam cinco homens, todos brasileiros, que foram presos e autuados
em flagrante por tráfico internacional de drogas e associação para o tráfico
A
operação da Polícia Federal (PF), em atuação conjunta com a Marinha do Brasil
(MB), que interceptou, na noite do dia 14 de fevereiro, uma embarcação carregada
com 2.216,5 kg de cocaína em águas jurisdicionais brasileiras, a 270
quilômetros da costa do Estado de Pernambuco, confirmou a existência de mais
uma rota de tráfico internacional de drogas partindo do Brasil.
A
ação foi coordenada com agentes de Portugal, dos Estados Unidos e do Reino
Unido, que repassaram dados de inteligência às autoridades brasileiras.
Um
navio-patrulha oceânico foi utilizado para interceptar a embarcação. Policiais
federais participaram da operação e deram voz de prisão aos cinco tripulantes
do veleiro, todos brasileiros.
Investigação
A
MAOC havia apurado que um veleiro iria transportar a cocaína do Nordeste
brasileiro para a Europa. A partir dessa informação, agentes brasileiros
realizaram dois dias de buscas no mar, desde o Rio Grande do Norte até
Pernambuco.
A
operação foi iniciada depois de troca de informações entre autoridades
brasileiras e agências internacionais, que identificaram que um veleiro catamarã
teria partido do Brasil, com destino à Europa, transportando uma grande
quantidade de cocaína.
Como
os policiais federais não tinham detalhes do veleiro. O serviço de inteligência
da PF passou a monitorar todas as embarcações com capacidade transoceânica, com
condições de cruzar o Atlântico.
Abordagem
O
Grupo de Pronta Intervenção – GPI, da Polícia Federal solicitou o apoio da
Marinha, e com o emprego do Navio-Patrulha Oceânico Araguari, realizou a
interceptação e apreensão do veleiro Guruçá Cat a cerca de 270 km da costa de
Pernambuco.
Na
embarcação estavam cinco homens, todos brasileiros, que foram presos e autuados
em flagrante por tráfico internacional de drogas e associação para o tráfico.
A
utilização pela Marinha do Brasil de um Navio-Patrulha Oceânico (NPaOc) para
ação conjunta com a Polícia Federal na interceptação de embarcações utilizadas
para o narcotráfico foi inédita.
A
ação reforça diretrizes dos órgãos responsáveis pelo combate a crimes
transnacionais no País quanto á mútua cooperação e troca de informações com
outras instituições internacionais, visando á identificação de grandes
organizações criminosas que atuam no Brasil.
A
embarcação foi escoltada pela PF e pela MB até o Porto do Recife, aonde chegou
na manhã do dia 16.
Os
cinco homens presos foram encaminhados para a Superintendência da Polícia
Federal (PF) no Cais do Apolo, região central da capital.
Rota do Veleiro
Segundo
o delegado da Polícia Federal, Elvis Secco, os peritos da PF vão analisar
analisam o GPS da embarcaçãoGuruçá Cat
para saber a rota do veleiro.
Investigações
preliminares apontam que a embarcação ficou dois dias em Sirinhaém, a 76 km da
capital do estado, Recife, antes de seguir para rota no oceano atlântico que levaria
a Europa.
Cooperação Internacional
A
ação contou com a coordenação do Centro de Análise e Operações Marítimas –
Narcótico (MAOC – N), sediado em Lisboa/Portugal, da Drug Enforcement
Administration (DEA/EUA) e da National Crime Agency (NCA/Reino Unido).
A
operação foi decorrente da troca de informações entre as agências, com a
identificação do transporte de grande quantidade de cocaína em um veleiro
catamarã que teria partido do Brasil com destino a Europa.
Segundo
a MAOC - criada em 2007 em iniciativa conjunta da França, Irlanda, Itália,
Espanha, Holanda, Portugal e Reino Unido - em 12 anos de atuação, 179 embarcações foram
interceptadas.
Cerca
de 190 toneladas de cocaína apreendidas na Europa, em águas do Atlântico e do
Mediterrâneo, com a ajuda de policiais de sete países da Europa, entre os anos
de 2007 e 2019, são provenientes da América do Sul, sendo a maior parte do
Brasil. Do total de embarcações abordadas (125), a maior parte era de veleiros
semelhantes ao Guruçá Cat.
Chegada do veleiro no Porto do Recife ( Foto: O Documento)
Para
as autoridades europeias, o PCC (Primeiro Comando da Capital) é um dos
principais fornecedores de cocaína para o Velho Continente. Até meados de 2020,
a facção exportava ao menos uma tonelada da droga para mafiosos da Europa, na
maioria das vezes via Porto de Santos.
K-9
O
trabalho dos cães do K9 e do Núcleo Especial de Polícia Marítima (NEPOM) da
Polícia Federal em Pernambuco foram fundamentais pra o trabalho de recepção,
escolta e buscas no veleiro.
Mesmo
após a retirada da droga, os cães BRITTA e FALCON fizeram uma varredura
encontrando mais 2 pacotes em um fundo falso no interior da embarcação.
A
embarcação foi encaminhada para o Cabanga Iate Clube, que fica próximo ao Porto
do Recife. Os cinco tripulantes brasileiros presos foram conduzidos para a
Superintendência da Polícia Federal no Estado de Pernambuco.
A nossa missão é manter informado àqueles que nos acompanham, de todos os fatos, que de alguma forma, estejam relacionados com a Guarda Portuária e a Segurança Portuária em todo o seu contexto. A matéria veiculada apresenta cunho jornalístico e informativo, inexistindo qualquer crítica política ou juízo de valor.
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Navio da
empresa Grimaldi fez escala no Porto de Antuérpia, na Bélgica
A
Agência Tributária Espanhola, em colaboração com a Guarda Civil de Santa Cruz de
Tenerife, apreendeu 387 kg de cocaína após inspeção em um caminhão transportado por um navio procedente do Brasil.
Como
resultado dos trabalhos de controle de mercadorias efetuados pela Unidade de
Análise de Risco da Unidade Aduaneira e IIEE de Santa Cruz de Tenerife, foi
efetuada uma inspeção nos caminhões transportados por um navio da
empresa Grimaldi, proveniente do Porto de Santos, no Brasil e com destino ao
Porto de Antuérpia, na Bélgica, e que atracou em 19 de fevereiro no cais de
Santa Cruz de Tenerife.
Na
sequência da fiscalização, realizada conjuntamente por agentes da Unidade Combinada
de Vigilância Aduaneira e por agentes da ODAIFI da Secção Fiscal da Guarda
Civil que contaram com o apoio do Serviço Cinológico, foi detectada no interior
da cabine de um dos caminhões, uma série de pacotes suspeitos de conter
entorpecente.
Essas
embalagens eram compostas por doze malas impermeáveis, nas quais foram
detectados 356 tabletes, que testaram positivos no teste de cocaína.
Os
fatos foram levados ao conhecimento do tribunal de instrução, em Santa Cruz de
Tenerife.
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Gianotta
é apontado como líder de uma organização que usava navios para levar cocaína da
América do Sul para a Europa
No
dia 02 de fevereiro, a Polícia Federal (PF) prendeu em Aldeia, em Camaragibe,
na Grande Recife, em Pernambuco,o italiano Alduino Gianotta, de 59 anos,
suspeito de integrar uma rede internacional de tráfico de drogas.
A
captura, que aconteceu por volta das 15h, cumpriu mandado de prisão expedido
pelo ministro relator do Supremo Tribunal Federal (STF), Kassio Nunes Marques.
Os agentes da PF apoiaram equipes que combatem a Máfia, na Operação “Skipper”
(Operazione Skipper), deflagrada pela polícia italiana.
Gianotta
é apontado como líder de uma organização que usava navios para levar cocaína da
América do Sul para a Europa. Segundo a Direção Central dos Serviços Antidrogas
de Lecce, na Itália, ele seria o principal organizador, gerente e financiador,
responsável pelo fornecimento e envio de “enormes quantidades de cocaína” da
América do Sul para o Porto de Amsterdã, na Holanda.
De
lá, a droga seguia para Salento, na Itália, apontada como base da organização
criminosa, além de várias outras cidades italianas. Na Itália, a cocaína era
transportada nos bancos traseiros e na mala de veículos. Os contatos entre os
traficantes eram feitos por meio de celular, com mensagens criptografadas,
difíceis de rastrear, feita sob sua supervisão e orientação e por intermédio de
seus homens de confiança.
Investigação
A
investigação da polícia italiana contra a organização durou dois anos. Nesse
período foram cumpridas 26 medidas judiciais, sendo oito prisões preventivas;
18 prisões domiciliares com apreensões de bens (imóveis, veículos, dinheiro)
nas províncias de Lecce e Salermo. Todos esses bens, ultrapassam os 4 milhões
de euros, o equivalente a R$ 26 milhões.
A
sua residência, em Amsterdã, na Holanda, foi alvo de busca das autoridades holandesa,
mas o homem foi preso no Brasil, onde há muito havia se estabelecido com sua
esposa (DNLM, de 47 anos) no estado de Pernambuco e, com o produto da atividade
criminosa, iniciou um empreendimento lucrativo, uma construtora especializada
na construção de moradias de luxo.
Prisão
A
prisão no Brasil veio pela estreita colaboração entre a Polícia Federal do
Brasil e a polícia italiana, que contaram ainda com o apoio do Serviço
Internacional da Interpol através da Direção Central da Polícia Criminal, da
Coordenação-Geral da Polícia de Repressão às Drogas, Armas e Facções e da
Equipe Móvel da Delegacia de Lecce. (ANSA).
A
residência de Giannotta, em Aldeia, no município de Camaragibe, próximo ao
balneário Recife, foi monitorada por vários
dias, mas como ela estavaequipada com
um sistema de videovigilância que não permitia uma ação rápida, os policiais
optaram por esperar ele sair para efetuar a prisão com segurança. Ele foi preso
quando estava com a esposa dentro do carro, saindo do condomínio de luxo.
As
investigações apontaram que ele atuava no ramo de imóveis. Ele estava colocando
para vender um desses imóveis lá em Aldeia, de mais ou menos R$ 1 milhão.
"A
gente acredita até que dinheiro sujo da cocaína, do tráfico internacional, era
utilizado para lavar dinheiro no Brasil com a compra de imóveis", declarou
Giovani Santoro, chefe de comunicação da PF em Pernambuco.
Casado
com uma pernambucana ele não tem registro de passaporte. "Ele era uma
pessoa praticamente invisível. Não tem registro de passaporte dele no nosso
sistema, não tem registro de viagem que ele fez, principalmente, de avião",
afirmou declarou Giovani Santoro.
Italiano morava em um condomínio de luxo em Aldeia, em
Camaragibe, na Região Metropolitana do Recife — Foto: Polícia
Federal/Divulgação
Repercussão na Itália
A
prisão do traficante foi notícia em vários jornais italianos. O "Piazza
Salento" chamou Alduino Gianotta de Pablo Escobar salentino, numa menção
ao conhecido traficante colombiano e à cidade italiana de Salento, base do
grupo criminoso.
Já
o "La Repubblica" destacou que o italiano tinha se mudado com a
esposa para Pernambuco, onde negociava imóveis de luxo com o dinheiro da
atividade criminosa.
O organograma da
associação
A
organização criminosa tinha um organograma bem definido : Alduino Giannotta ,
59 anos de Salento, era o promotor, organizador, gestor e financiador, dedicado
à compra de cocaína da Holanda e aos contatos com fornecedores internacionais.
Pierpaolo Pizzolante , 30 anos de Acquarica del Capo, organizador, homem de
confiança de Giannotta, encarregado da direção das importações da Holanda e da
posterior distribuição do narcótico no Salento. Giovanni Rizzo , 53, de
Taviano, que adquiria a substância de Giannotta, redistribuía nas praças principais
da província de Lecce.
Nicolò
Urso, 32 anos de Presicce e Donato Angelo Rainò , 53 anos de Taviano,
participantes, homens de confiança respectivamente de Pizzolante e Giovanni
Rizzo, eramdedicados ao transporte, compra e venda de cocaína nos territórios
de competência e a entrega e retirada de pagamentos em dinheiro. Luigi
Basilicata , 53 anos, natural da Campânia, participante, era funcionário de uma
empresa de transporte com sede em Villa Literno, na província de Caserta, cujos
veículos eram utilizados para o transporte e entrega de armas e entorpecentes,
que tratava diretamente - e com a ajuda de Giuseppe Ascione e Silvestre
Attianese ambos da Campânia e funcionários da mesma empresa - transportando o
narcótico de Amsterdã para o depósito napolitano e daí, para a área de Salento,
cuidando também da transferência de dinheiro da província de Lecce para a
Holanda.
Disposição do STF
Gianotta
foi levado para a sede da Polícia Federal no Cais do Apolo, na área central do
Recife, e seguiu para se submeter a um exame de corpo de delito, no Instituto
de Medicina Legal (IML), em Santo Amaro, na mesma região. Posteriormente foi
encaminhado para ao Centro de Observação e Triagem Professor Everardo Luna (Cotel),
em Abreu e Lima.
Ele
está no Cotel à disposição tanto do Supremo Tribunal Federal como também da
Justiça italiana, que deve solicitar a extradição dele para que ele possa
cumprir a pena lá na Itália, já que os crimes que ele cometeu foram naquele
país.
Operazione Skipper, deflagrada pela polícia italiana:
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Além das duas prisões, foram apreendidas 170,5
kg da droga
Na
madrugada do dia 02 de fevereiro, uma denúncia anônima, repassada para a
Polícia Federal (PF), resultou na prisão de dois homens e na apreensão de 170,5
kg de cocaína. A dupla foi presa em flagrante, dentro do terminal de
contêineres do Porto de Paranaguá (TCP), quando colocava bolsas com drogas
dentro das estruturas.
Após
receber a denúncia, os policiais federais começaram a monitorar um caminhão que
carregaria um contêiner no terminal portuário. Dentro do pátio, o ajudante do
motorista desceu da cabine carregando cinco bolsas de viagem carregadas com os
tabletes de cocaína. Neste momento, os policiais que acompanhavam a dupla
flagraram os suspeitos colocando as bolsas dentro de um contêiner e deram voz
de prisão aos dois.
Além
das duas prisões, foram apreendidas as cinco bolsas de viagem com os tabletes
de cocaína, que somados pesavam 170,5 kg da droga.
Os
dois presos e a droga apreendida foram encaminhados para a Delegacia de Polícia
Federal em Paranaguá.
A
apreensão realizada pela PF foi a primeira realizada em 2021. No ano passado,
ações conjuntas realizadas pela Polícia Federal e Receita Federal apreenderam
mais de 7 toneladas de cocaína no terminal de contêineres do Porto de
Paranaguá.
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Nos
últimos cinco anos, mais de 50% das apreensões no País ocorreram no cais santista
O
Porto de Santos tem batido constantes recordes em apreensão de cocaína. Nos
últimos cinco anos, o volume da droga barrada no cais santista foi, em média, 55%
do total retido no Brasil.
Ou
seja, mais da metade da cocaína que entra ou sai do País passa pela Baixada
Santista. Em 2020, mesmo com a crise sanitária causada pela covid-19, a Receita
Federal do Brasil (RFB) e Polícia Federal (PF) apreenderam 20,5 toneladas do
entorpecente no Porto, ante as 46,7 toneladas em toda a federação. Foi o
primeiro ano, desde 2015, em que houve queda nos números.
O
volume menor, no entanto, não é reflexo de uma eventual diminuição das ações dos
órgãos fiscalizadores. Pelo contrário, com 49 operações, 2020 teve o segundo
maior número de intervenções da RFB e PF desde 2013. O recorde absoluto ocorreu
em 2019: 27 toneladas de cocaína apreendidas em 56 investidas.
“A
cocaína é, de longe, a principal droga exportada no Porto de Santos. Maconha
aparece em segundo lugar, muito abaixo dos números de cocaína. Também já
apareceu haxixe e MDMA (droga sintética), mas são números desprezíveis frente à
cocaína”, disse o chefe da delegacia de Polícia Federal em Santos, André Costa
de Melo.
INTELIGÊNCIA
E TECNOLOGIA
Ambos
os órgãos destacam as ações integradas, o serviço de inteligência e a
tecnologia, como fatores fundamentais para o combate ao crime. A RFB destaca,
por exemplo, a Central de Operações e Vigilância (COV), inaugurada em 2013.
Segundo
a RFB, o sistema consiste em um monitoramento dos recintos alfandegados sob
jurisdição da Alfândega de Santos, através de computadores que permitem a
visualização das imagens de 2.500 câmeras e dos escâneres de cargas à
distância. Ele possibilita o acesso aos dados dos sistemas de controle das
operações aduaneiras nesses recintos.
Além
dos dados obtidos por meio dessas ferramentas tecnológicas, a fiscalização
aduaneira tem dentro da COV a possibilidade de consultar os sistemas
informatizados da própria RFB e de efetuar a liberação ou o bloqueio das cargas
de importação ou de exportação – em algumas situações, inclusive, sem presença física
do servidor.
Apesar
dos sistemas de controle de carga e o desenvolvimento de novas ferramentas de
vigilância, o delegado da Alfândega da Receita Federal no Porto de Santos,
Richard Fernando Amoedo Neubarth, aponta o principal destaque nesse combate é:
“o servidor aduaneiro da RFB”. “É muito bem treinado e está sempre disposto a
combater os ilícitos relacionados às operações de comércio exterior”, reforça.
O
chefe da PF destaca ainda a relação mantida com outras autoridades. “A troca de
informações e o desencadeamento das em
conjunto é primordial para o êxito destes trabalhos (...) é de se destacar o
uso de scanners e de cães. A colaboração e troca de informações entre os países
também são importantes. Temos canal de contato direto estabelecido com as
polícias dos países europeus”.
APÓS A APREENSÃO
De
acordo com o chefe da delegacia da PF, após a apreensão, a droga é encaminhada
para destruição em fornos industriais. Melo ressalta que o sistema de repressão
criminal é voltado para a punição de pessoas (com penas de privação de
liberdade e de multa).
CRIATIVIDADE CRIMINOSA
A
Alfândega de Santos aponta que são diversos os casos em que a ‘criatividade’
dos criminosos é utilizada para ocultar a droga. Entretanto, o delegado do
órgão no Porto, Richard Neubarth, acredita que um dos casos mais emblemáticos,
“pela dificuldade e pelo envolvimento de diversos órgãos para seu sucesso foi o
do MSC Loretta em 2015”.
“(Na
ocasião), uma quadrilha foi detida na área de fundeio do porto içando bolsas
com cocaína para o navio com o auxílio de integrantes da tripulação”.
O
chefe da delegacia de PF em Santos, André Costa de Melo, aponta que são vários
os meios utilizados para despistar as autoridades. “Tentam esconder a
existência de tabletes de cocaína em vários tipos de máquinas, carros, barcos,
tratores, açúcar, goiabada, feijão, café (...) Um caso diferente foi a identificação
e apreensão de cocaína diluída em tonéis com polpa de manga destinada ao
exterior.
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