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FORAGIDO DA JUSTIÇA É PRESO EM OPERAÇÃO DE FORÇAS DE SEGURANÇA NO PORTO DE SANTOS

A operação contou com a participação da Polícia Civil dos dois estados, da Policia Militar-SP e da Guarda Portuária Na manhã da última ter...

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terça-feira, 31 de janeiro de 2023

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RECEITA FEDERAL APREENDE 55,5 KG DE COCAÍNA NO PORTO DE ITAPOÁ

 

A droga foi detectada em um contêiner de grafite em pó que seria descarregado no Porto de Algeciras na Espanha

A Receita Federal do Brasil (RFB) apreendeu na última sexta-feira (27) mais uma apreensão de drogas no Porto de Itapoá, no Norte de Santa Catarina.

A droga foi detectada com o auxílio do cão de faro e com imagens de raio-x em um contêiner de grafite em pó que seria descarregado no Porto de Algeciras na Espanha.

Com a abertura do contêiner, o entorpecente foi localizado em duas malas de viagem junto a porta. Após pesagem foi constatado o peso de 55,5 kg.

O método utilizado pelos traficantes foi o rip-on/rip-off, no qual a droga é inserida no contêiner sem o conhecimento do exportador.

A droga apreendida foi encaminhada a sede da Polícia Federal (PF), que prosseguirá com as investigações para identificar os envolvidos.

1ª apreensão neste ano

Essa foi a primeira apreensão de cocaína do ano de 2023 no Porto de Itapoá. Em 2022, foi apreendida aproximadamente 1 tonelada da droga no complexo portuário de Itapoá.



A nossa missão é manter informado àqueles que nos acompanham, de todos os fatos, que de alguma forma, estejam relacionados com a Segurança Portuária em todo o seu contexto. A matéria veiculada apresenta cunho jornalístico e informativo, inexistindo qualquer crítica política ou juízo de valor.      

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terça-feira, 12 de julho de 2022

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MAIS DE 1,5 TONELADA DE COCAÍNA É APREENDIDA NO PORTO DE SANTOS

 

Droga estava em duas cargas: uma de amendoim, com destino ao Porto de Rotterdam e outra de óleo de soja e açúcar, com destino ao Porto de Beirute

Na última quinta-feira, 7/7, a Receita Federal do Brasil (RFB), em ação que teve o apoio da Polícia Federal (PF), culminou na apreensão de 1.536,5 kg de cocaína.

Em uma das ocorrências, a droga havia sido ocultada em carga lícita de amendoim. O navio no qual o container foi inspecionado tinha como destino final o Porto de Rotterdam, na Holanda. O peso bruto da droga encontrada foi de 568,5 kg.

Na outra, o entorpecente havia sido ocultado em um carregamento de óleo de soja e açúcar. Neste caso, o navio no qual o container foi localizado tinha como destino final o Porto de Beirute, no Líbano, tendo escala no porto de Tanger Med, no Marrocos. O peso bruto da droga encontrada nas sacas de açúcar foi de 968 kg.

Os contêineres foram selecionados pela Área de Gestão de Riscos da Receita Federal, com análise das operações de exportação, em função do seu poder alfandegário no porto, através de critérios objetivos de análise de risco, incluindo a inspeção não intrusiva por imagens de escâner. Durante os trabalhos, o cão de faro sinalizou positivamente para a presença de drogas.

Com a descoberta do entorpecente pela RFB, a PF foi acionada para os procedimentos de polícia judiciária da União.     

O entorpecente apreendido foi encaminhado a sede da PF, que realizou perícia no local dos fatos, a fim de subsidiar a investigação a ser conduzida em inquérito policial.


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quarta-feira, 6 de julho de 2022

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TENENTE DA PM-PA É UM DOS PRESOS POR TRÁFICO DE DROGAS LIGADO A 'ESCOBAR BRASILEIRO' EM PORTUGAL

 

PM/PA está preso em Portugal por envolvimento em esquema de tráfico de drogas (Arquivo pessoal)

Mercadoria foi apreendida dentro de uma carga de açaí. Aderaldo Pereira de Freitas Neto é tenente da Polícia Militar e formado em Direito

Um dos paraenses presos em Portugal por participar de um esquema de tráfico internacional de drogas é o tenente da Polícia Militar Aderaldo Pereira de Freitas Neto. Conhecido como Neto Freitas, ele é formado em Direito e é bacharel em Defesa Social e Cidadania, conforme consta em seu perfil nas redes sociais. O nome do outro paraense também detido em Lisboa, capital portuguesa, durante a operação "Norte Tropical" ainda não foi confirmado.

Os dois foram presos esta semana com a acusação de participar de esquema de tráfico internacional de drogas. O carregamento ilegal de cocaína estaria escondido em cargas de açaí e teria saído do Porto de Vila do Conde, em Barcarena. A dupla faria parte de um esquema maior comandado por Ruben Oliveira, conhecido como “Xuxas” - maior traficante português -, e pelo Sérgio Carvalho - o "Major Carvalho", também chamado de “Escobar brasileiro”. Ambos também já foram presos.

SAIBA MAIS: POLÍCIA JUDICIÁRIA DE PORTUGAL APREENDE COCAÍNA EM CARREGAMENTO DE AÇAÍ CONGELADO

Suspeitos são de Belém e Barcarena

A Polícia Judiciária portuguesa confirmou a prisão dos brasileiros pela droga apreendida em carga de açaí, mas não forneceu os nomes deles. Porém, de acordo com informações extraoficiais, um dos acusados é um jovem empresário de Barcarena e o outro seria agente de segurança, lotado em Belém. A polícia portuguesa confirmou que prossegue com as investigações e com as buscas a mais pessoas envolvidas no esquema.

Operação apreendeu carga suficiente para fazer mais de 3 milhões de doses de cocaína

Em nota, a Polícia Judiciária de Portugal confirmou que "através da Unidade Nacional de Combate ao Tráfico de Estupefacientes, desencadeou, nos últimos dias, uma operação policial no decurso da qual foi possível localizar e depois apreender elevada quantidade de cocaína".

A autoridade informa ainda que a droga "seria suficiente para a composição de pelo menos 3.200.000 (três milhões e duzentas mil) doses individuais". A droga apreendida estava em um "carregamento de açaí congelado, que havia chegado recentemente a Portugal num contentor marítimo, proveniente de um país da América Latina", informa a polícia portuguesa.

Segundo a polícia, existem ainda "fortes suspeitas de (os dois presos) integrarem uma organização criminosa que se dedica à introdução de grandes quantidades de cocaína no continente europeu", informa.

Dupla estaria ligada ao esquema do "Escobar brasileiro"

De acordo com informações extraoficiais, o tráfico de drogas em cargas de açaí faz parte de um esquema comandado pelo português Ruben Oliveira, de 28 anos, o "Xuxas". Ele é considerado pelas autoridades portuguesas como o maior traficante do país e com vasta rede de ligações.

Major Sérgio Carvalho, o 'Escobar brasileiro', está preso desde o dia 23/06 em Portugal (Reprodução)

Ele seria um dos nomes fortes do traficante brasileiro Sérgio Carvalho, o “Major Carvalho”, que foi preso na semana passada na Hungria, em megaoperação que envolveu a Polícia Federal brasileira, a polícia portuguesa e a Interpol. Carvalho ficou conhecido como o “Escobar brasileiro”, em referência a Pablo Escobar, colombiano que ficou famoso por comandar um cartel do narcotráfico e estava fugido de Portugal desde quando começou a megaoperação "Exotic Fruit", em fevereiro deste ano.

Segundo as investigações, Rubem Oliveira tornou-se “sócio” de Sérgio Carvalho a partir de 2018, ficando responsável por recrutar e organizar as cargas de drogas vindas da América do Sul até a Europa, com entrada por Portugal, via marítima e aérea. Rubem, o “Xuxas” foi preso em fevereiro deste ano, em operação chamada “Exotic fruit“, ou “fruta exótica”, em tradução livre. O nome faz referência ao esquema comandado por "Xuxas", que traficava cargas de cocaína em cargas de exportação de frutas, como banana e mamão. E, com a recente prisão de dois paraenses, estaria também traficando drogas em cargas de açaí.

"Xuxas" ainda tentou camuflar a fortuna que ganhou com o narcotráfico, mas a grande quantidade de automóveis de luxo que usava para se deslocar foi determinante para denunciar seu paradeiro. Entre os carros usados por ele, estavam Porsche, Mercedes e BMW. O narcotraficante foi preso no bairro dos Olivais, em Lisboa, capital portuguesa, após uma movimentação de dinheiro, que seria usado para a nova fuga dele. O destino escolhido tinha sido Madrid, na Espanha. Atualmente, ele está preso na penitenciária de alta segurança de Monsanto, em Portugal.

Fonte: O Liberal


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terça-feira, 15 de março de 2022

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EM PARANAGUÁ, PM ENCONTRA DEPÓSITO COM UMA TONELADA DE COCAÍNA

 

É uma apreensão de tráfico internacional de drogas. Droga foi encaminhada à Polícia Federal

Uma tonelada de pasta base de cocaína foi localizada por policiais militares da Rotam (Rondas Ostensivas Tático Móvel), do 9º Batalhão da Polícia Militar (PM), do Paraná.

A ação, realizada no dia 21 de fevereiro, aconteceu no bairro Vila Guarani, em Paranaguá, no Litoral do Paraná, e gerou um prejuízo estimado de R$ 150 milhões ao tráfico de drogas.

    Os policiais localizaram um depósito abaixo do piso da cozinha

De acordo com as informações repassadas pelo comandante da Rotam e coordenador da ação, tenente Guilherme Arnoldo Stelle Neto, por volta das 18h policiais militares faziam patrulhamento pela cidade quando houve uma denúncia. Ao seguirem para o local, na Vila Guarani, constataram uma casa com muros altos, portões grandes e de alumínio, com cercas elétricas e duas câmeras apontadas para a rua, com alarme disparado. Nenhuma pessoa foi localizada na casa durante a ocorrência.

    Uma quantidade de droga estava embalada e armazenada em mochilas

Diante da situação, os policiais perguntaram aos moradores sobre o paradeiro do dono da casa, o que não souberam informar. Diante disso, a equipe policial acionou apoio e entrou no terreno, momento em que viram uma prensa, comumente usada para prensar e embalar drogas. Eles notaram que as janelas estavam cobertas com lonas pretas e perceberam um forte odor de cocaína. Segundo os policiais o alarme da casa estava disparando.

      Os tabletes tinham logotipos de identificação diferenciados

"Ao entrarmos na casa logo encontramos vários sacos com cocaína e alguns pacotes espalhados. Durante as buscas os policiais localizaram um fundo falso na cozinha onde havia mais uma grande quantidade de droga, escondida e armazenada em mochilas", afirma o tenente Stelle.

Os policiais também encontraram outras drogas na sala da casa, além de "materiais suspeitos".

      A droga foi encaminhada à Polícia Federal

Após as medidas de praxe, a droga foi levada à Polícia Federal (PF), onde foi pesada e totalizou uma tonelada. "Foi nos repassado pela Polícia Federal que essa droga é avaliada em aproximadamente R$ 150 milhões. É uma apreensão de tráfico internacional de drogas, até pelo tipo das mochilas que estavam com a cocaína, inclusive dentro de uma delas havia um pequeno rastreador", acrescentou o tenente. Ainda de acordo com ele, a apreensão da substância em sua forma pura (pasta base) multiplica o prejuízo estimado aos criminosos.


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terça-feira, 22 de fevereiro de 2022

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BRAÇO DIREITO DE NARCOTRAFICANTE É PRESO NO LITORAL PAULISTA

 

Johnson era braço direito de Gordão, procurado pela Interpol

A prisão de Jocimauro Belizario dos Santos, 43 anos, conhecido como "Johnson", foragido desde 2020, desarticula a rede do tráfico internacional de drogas dentro da maior facção criminosa do país, o Primeiro Comando da Capital (PCC). Ele foi preso no final do mês passado na cidade de Ilhabela, litoral de São Paulo.

Ele é apontado pelas autoridades policiais como responsável pela intermediação da organização criminosa brasileira com a máfia italiana´Ndrangheta, para o envio de cocaína para a Europa, embarcando a droga pelo Porto de Santos.

Foto: Reprodução TV Record

Johnson já foi "braço direito" do narcotraficante Anderson Lacerda Pereira "Gordão", um dos homens mais poderosos da facção e que está foragido. Ele inclusive chegou a ser registrado como motorista dele, mas teve a morte encomendada pelo seu antigo parceiro e patrão.

Foto: Reprodução TV Record

LEIA TAMBÉM: TRAFICANTE INTERNACIONAL DE COCAÍNA É DETIDO EM PERUÍBE

Gordão, que tem o nome na lista da Interpol como um dos criminosos mais procurados do mundo, foi condenado em 2019 a 21 anos de prisão por tráfico internacional de drogas, organização criminosa e lavagem de dinheiro, porém ele obteve um habeas corpusjunto ao Superior Tribunal de Justiça (STJ) para responder o processo em liberdade. Posteriormente ele teve a pena reduzida para 7 anos, mas desde então segue foragido

Fonte: RedeRecord


Esta publicação foi baseada em reportagem da Rede Record de Televisão. A nossa missão é manter informado àqueles que nos acompanham, de todos os fatos, que de alguma forma, estejam relacionados com a Segurança Portuária em todo o seu contexto. A matéria veiculada apresenta cunho jornalístico e informativo, inexistindo qualquer crítica política ou juízo de valor.      

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quinta-feira, 11 de março de 2021

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APREENSÃO DE VELEIRO COM 2.216,5 KG DE COCAÍNA EXPÕE NOVA ROTA DE TRÁFICO INTERNACIONAL DE DROGAS

 

Na embarcação estavam cinco homens, todos brasileiros, que foram presos e autuados em flagrante por tráfico internacional de drogas e associação para o tráfico

A operação da Polícia Federal (PF), em atuação conjunta com a Marinha do Brasil (MB), que interceptou, na noite do dia 14 de fevereiro, uma embarcação carregada com 2.216,5 kg de cocaína em águas jurisdicionais brasileiras, a 270 quilômetros da costa do Estado de Pernambuco, confirmou a existência de mais uma rota de tráfico internacional de drogas partindo do Brasil.

A ação foi coordenada com agentes de Portugal, dos Estados Unidos e do Reino Unido, que repassaram dados de inteligência às autoridades brasileiras.

Um navio-patrulha oceânico foi utilizado para interceptar a embarcação. Policiais federais participaram da operação e deram voz de prisão aos cinco tripulantes do veleiro, todos brasileiros.

Investigação

A MAOC havia apurado que um veleiro iria transportar a cocaína do Nordeste brasileiro para a Europa. A partir dessa informação, agentes brasileiros realizaram dois dias de buscas no mar, desde o Rio Grande do Norte até Pernambuco.

A operação foi iniciada depois de troca de informações entre autoridades brasileiras e agências internacionais, que identificaram que um veleiro catamarã teria partido do Brasil, com destino à Europa, transportando uma grande quantidade de cocaína.

Como os policiais federais não tinham detalhes do veleiro. O serviço de inteligência da PF passou a monitorar todas as embarcações com capacidade transoceânica, com condições de cruzar o Atlântico.

Abordagem

O Grupo de Pronta Intervenção – GPI, da Polícia Federal solicitou o apoio da Marinha, e com o emprego do Navio-Patrulha Oceânico Araguari, realizou a interceptação e apreensão do veleiro Guruçá Cat a cerca de 270 km da costa de Pernambuco.

Na embarcação estavam cinco homens, todos brasileiros, que foram presos e autuados em flagrante por tráfico internacional de drogas e associação para o tráfico.

A utilização pela Marinha do Brasil de um Navio-Patrulha Oceânico (NPaOc) para ação conjunta com a Polícia Federal na interceptação de embarcações utilizadas para o narcotráfico foi inédita.

A ação reforça diretrizes dos órgãos responsáveis pelo combate a crimes transnacionais no País quanto á mútua cooperação e troca de informações com outras instituições internacionais, visando á identificação de grandes organizações criminosas que atuam no Brasil.

A embarcação foi escoltada pela PF e pela MB até o Porto do Recife, aonde chegou na manhã do dia 16.

Os cinco homens presos foram encaminhados para a Superintendência da Polícia Federal (PF) no Cais do Apolo, região central da capital.

Rota do Veleiro

Segundo o delegado da Polícia Federal, Elvis Secco, os peritos da PF vão analisar analisam o GPS da embarcação  Guruçá Cat para saber a rota do veleiro. 

Investigações preliminares apontam que a embarcação ficou dois dias em Sirinhaém, a 76 km da capital do estado, Recife, antes de seguir para rota no oceano atlântico que levaria a Europa.

Cooperação Internacional

A ação contou com a coordenação do Centro de Análise e Operações Marítimas – Narcótico (MAOC – N), sediado em Lisboa/Portugal, da Drug Enforcement Administration (DEA/EUA) e da National Crime Agency (NCA/Reino Unido).

A operação foi decorrente da troca de informações entre as agências, com a identificação do transporte de grande quantidade de cocaína em um veleiro catamarã que teria partido do Brasil com destino a Europa.

Segundo a MAOC - criada em 2007 em iniciativa conjunta da França, Irlanda, Itália, Espanha, Holanda, Portugal e Reino Unido - em 12 anos de atuação, 179 embarcações foram interceptadas.

Cerca de 190 toneladas de cocaína apreendidas na Europa, em águas do Atlântico e do Mediterrâneo, com a ajuda de policiais de sete países da Europa, entre os anos de 2007 e 2019, são provenientes da América do Sul, sendo a maior parte do Brasil. Do total de embarcações abordadas (125), a maior parte era de veleiros semelhantes ao Guruçá Cat.

Chegada do veleiro no Porto do Recife ( Foto: O Documento)

Para as autoridades europeias, o PCC (Primeiro Comando da Capital) é um dos principais fornecedores de cocaína para o Velho Continente. Até meados de 2020, a facção exportava ao menos uma tonelada da droga para mafiosos da Europa, na maioria das vezes via Porto de Santos.

K-9

O trabalho dos cães do K9 e do Núcleo Especial de Polícia Marítima (NEPOM) da Polícia Federal em Pernambuco foram fundamentais pra o trabalho de recepção, escolta e buscas no veleiro.

Mesmo após a retirada da droga, os cães BRITTA e FALCON fizeram uma varredura encontrando mais 2 pacotes em um fundo falso no interior da embarcação.

A embarcação foi encaminhada para o Cabanga Iate Clube, que fica próximo ao Porto do Recife. Os cinco tripulantes brasileiros presos foram conduzidos para a Superintendência da Polícia Federal no Estado de Pernambuco.

 

 

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quarta-feira, 24 de fevereiro de 2021

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AGÊNCIA TRIBUTÁRIA DA ESPANHA APREENDE 387 KG DE COCAÍNA EM CARGA PROCEDENTE DO PORTO DE SANTOS

 

Navio da empresa Grimaldi fez escala no Porto de Antuérpia, na Bélgica

A Agência Tributária Espanhola, em colaboração com a Guarda Civil de Santa Cruz de Tenerife, apreendeu 387 kg de cocaína após inspeção em um caminhão transportado por um navio procedente do Brasil.

Como resultado dos trabalhos de controle de mercadorias efetuados pela Unidade de Análise de Risco da Unidade Aduaneira e IIEE de Santa Cruz de Tenerife, foi efetuada uma inspeção nos caminhões transportados por um navio da empresa Grimaldi, proveniente do Porto de Santos, no Brasil e com destino ao Porto de Antuérpia, na Bélgica, e que atracou em 19 de fevereiro no cais de Santa Cruz de Tenerife.

Na sequência da fiscalização, realizada conjuntamente por agentes da Unidade Combinada de Vigilância Aduaneira e por agentes da ODAIFI da Secção Fiscal da Guarda Civil que contaram com o apoio do Serviço Cinológico, foi detectada no interior da cabine de um dos caminhões, uma série de pacotes suspeitos de conter entorpecente.

Essas embalagens eram compostas por doze malas impermeáveis, nas quais foram detectados 356 tabletes, que testaram positivos no teste de cocaína.

Os fatos foram levados ao conhecimento do tribunal de instrução, em Santa Cruz de Tenerife.

 

 

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quarta-feira, 17 de fevereiro de 2021

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POLÍCIA FEDERAL PRENDE TRAFICANTE ITALIANO NO RECIFE

 

Gianotta é apontado como líder de uma organização que usava navios para levar cocaína da América do Sul para a Europa

No dia 02 de fevereiro, a Polícia Federal (PF) prendeu em Aldeia, em Camaragibe, na Grande Recife, em Pernambuco,o italiano Alduino Gianotta, de 59 anos, suspeito de integrar uma rede internacional de tráfico de drogas.

A captura, que aconteceu por volta das 15h, cumpriu mandado de prisão expedido pelo ministro relator do Supremo Tribunal Federal (STF), Kassio Nunes Marques. Os agentes da PF apoiaram equipes que combatem a Máfia, na Operação “Skipper” (Operazione Skipper), deflagrada pela polícia italiana.

Gianotta é apontado como líder de uma organização que usava navios para levar cocaína da América do Sul para a Europa. Segundo a Direção Central dos Serviços Antidrogas de Lecce, na Itália, ele seria o principal organizador, gerente e financiador, responsável pelo fornecimento e envio de “enormes quantidades de cocaína” da América do Sul para o Porto de Amsterdã, na Holanda.

De lá, a droga seguia para Salento, na Itália, apontada como base da organização criminosa, além de várias outras cidades italianas. Na Itália, a cocaína era transportada nos bancos traseiros e na mala de veículos. Os contatos entre os traficantes eram feitos por meio de celular, com mensagens criptografadas, difíceis de rastrear, feita sob sua supervisão e orientação e por intermédio de seus homens de confiança.

Investigação

A investigação da polícia italiana contra a organização durou dois anos. Nesse período foram cumpridas 26 medidas judiciais, sendo oito prisões preventivas; 18 prisões domiciliares com apreensões de bens (imóveis, veículos, dinheiro) nas províncias de Lecce e Salermo. Todos esses bens, ultrapassam os 4 milhões de euros, o equivalente a R$ 26 milhões.

A sua residência, em Amsterdã, na Holanda, foi alvo de busca das autoridades holandesa, mas o homem foi preso no Brasil, onde há muito havia se estabelecido com sua esposa (DNLM, de 47 anos) no estado de Pernambuco e, com o produto da atividade criminosa, iniciou um empreendimento lucrativo, uma construtora especializada na construção de moradias de luxo.

Prisão

A prisão no Brasil veio pela estreita colaboração entre a Polícia Federal do Brasil e a polícia italiana, que contaram ainda com o apoio do Serviço Internacional da Interpol através da Direção Central da Polícia Criminal, da Coordenação-Geral da Polícia de Repressão às Drogas, Armas e Facções e da Equipe Móvel da Delegacia de Lecce. (ANSA). 

A residência de Giannotta, em Aldeia, no município de Camaragibe, próximo ao balneário Recife, foi monitorada  por vários dias, mas como ela estava  equipada com um sistema de videovigilância que não permitia uma ação rápida, os policiais optaram por esperar ele sair para efetuar a prisão com segurança. Ele foi preso quando estava com a esposa dentro do carro, saindo do condomínio de luxo.

As investigações apontaram que ele atuava no ramo de imóveis. Ele estava colocando para vender um desses imóveis lá em Aldeia, de mais ou menos R$ 1 milhão.

"A gente acredita até que dinheiro sujo da cocaína, do tráfico internacional, era utilizado para lavar dinheiro no Brasil com a compra de imóveis", declarou Giovani Santoro, chefe de comunicação da PF em Pernambuco.

Casado com uma pernambucana ele não tem registro de passaporte. "Ele era uma pessoa praticamente invisível. Não tem registro de passaporte dele no nosso sistema, não tem registro de viagem que ele fez, principalmente, de avião", afirmou declarou Giovani Santoro.

Italiano morava em um condomínio de luxo em Aldeia, em Camaragibe, na Região Metropolitana do Recife — Foto: Polícia Federal/Divulgação

Repercussão na Itália

A prisão do traficante foi notícia em vários jornais italianos. O "Piazza Salento" chamou Alduino Gianotta de Pablo Escobar salentino, numa menção ao conhecido traficante colombiano e à cidade italiana de Salento, base do grupo criminoso.

Já o "La Repubblica" destacou que o italiano tinha se mudado com a esposa para Pernambuco, onde negociava imóveis de luxo com o dinheiro da atividade criminosa.

O organograma da associação

A organização criminosa tinha um organograma bem definido : Alduino Giannotta , 59 anos de Salento, era o promotor, organizador, gestor e financiador, dedicado à compra de cocaína da Holanda e aos contatos com fornecedores internacionais. Pierpaolo Pizzolante , 30 anos de Acquarica del Capo, organizador, homem de confiança de Giannotta, encarregado da direção das importações da Holanda e da posterior distribuição do narcótico no Salento. Giovanni Rizzo , 53, de Taviano, que adquiria a substância de Giannotta, redistribuía nas praças principais da província de Lecce.

Nicolò Urso, 32 anos de Presicce e Donato Angelo Rainò , 53 anos de Taviano, participantes, homens de confiança respectivamente de Pizzolante e Giovanni Rizzo, eramdedicados ao transporte, compra e venda de cocaína nos territórios de competência e a entrega e retirada de pagamentos em dinheiro. Luigi Basilicata , 53 anos, natural da Campânia, participante, era funcionário de uma empresa de transporte com sede em Villa Literno, na província de Caserta, cujos veículos eram utilizados para o transporte e entrega de armas e entorpecentes, que tratava diretamente - e com a ajuda de Giuseppe Ascione e Silvestre Attianese ambos da Campânia e funcionários da mesma empresa - transportando o narcótico de Amsterdã para o depósito napolitano e daí, para a área de Salento, cuidando também da transferência de dinheiro da província de Lecce para a Holanda.

Disposição do STF

Gianotta foi levado para a sede da Polícia Federal no Cais do Apolo, na área central do Recife, e seguiu para se submeter a um exame de corpo de delito, no Instituto de Medicina Legal (IML), em Santo Amaro, na mesma região. Posteriormente foi encaminhado para ao Centro de Observação e Triagem Professor Everardo Luna (Cotel), em Abreu e Lima.

Ele está no Cotel à disposição tanto do Supremo Tribunal Federal como também da Justiça italiana, que deve solicitar a extradição dele para que ele possa cumprir a pena lá na Itália, já que os crimes que ele cometeu foram naquele país.

Operazione Skipper, deflagrada pela polícia italiana:



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sexta-feira, 12 de fevereiro de 2021

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DOIS HOMENS ACUSADOS DE TRÁFICO INTERNACIONAL DE DROGAS SÃO PRESOS NO PORTO DE PARANAGUÁ

 

Além das duas prisões, foram apreendidas 170,5 kg da droga

Na madrugada do dia 02 de fevereiro, uma denúncia anônima, repassada para a Polícia Federal (PF), resultou na prisão de dois homens e na apreensão de 170,5 kg de cocaína. A dupla foi presa em flagrante, dentro do terminal de contêineres do Porto de Paranaguá (TCP), quando colocava bolsas com drogas dentro das estruturas.

Após receber a denúncia, os policiais federais começaram a monitorar um caminhão que carregaria um contêiner no terminal portuário. Dentro do pátio, o ajudante do motorista desceu da cabine carregando cinco bolsas de viagem carregadas com os tabletes de cocaína. Neste momento, os policiais que acompanhavam a dupla flagraram os suspeitos colocando as bolsas dentro de um contêiner e deram voz de prisão aos dois.

Além das duas prisões, foram apreendidas as cinco bolsas de viagem com os tabletes de cocaína, que somados pesavam 170,5 kg da droga.

Os dois presos e a droga apreendida foram encaminhados para a Delegacia de Polícia Federal em Paranaguá.

A apreensão realizada pela PF foi a primeira realizada em 2021. No ano passado, ações conjuntas realizadas pela Polícia Federal e Receita Federal apreenderam mais de 7 toneladas de cocaína no terminal de contêineres do Porto de Paranaguá.

Fonte: Datamarnews - Com informações da Folha do Litoral e da Polícia Federal


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terça-feira, 9 de fevereiro de 2021

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PORTO DE SANTOS É A PRINCIPAL ROTA DA COCAÍNA NO BRASIL

 

Nos últimos cinco anos, mais de 50% das apreensões no País ocorreram no cais santista

O Porto de Santos tem batido constantes recordes em apreensão de cocaína. Nos últimos cinco anos, o volume da droga barrada no cais santista foi, em média, 55% do total retido no Brasil.

Ou seja, mais da metade da cocaína que entra ou sai do País passa pela Baixada Santista. Em 2020, mesmo com a crise sanitária causada pela covid-19, a Receita Federal do Brasil (RFB) e Polícia Federal (PF) apreenderam 20,5 toneladas do entorpecente no Porto, ante as 46,7 toneladas em toda a federação. Foi o primeiro ano, desde 2015, em que houve queda nos números.

O volume menor, no entanto, não é reflexo de uma eventual diminuição das ações dos órgãos fiscalizadores. Pelo contrário, com 49 operações, 2020 teve o segundo maior número de intervenções da RFB e PF desde 2013. O recorde absoluto ocorreu em 2019: 27 toneladas de cocaína apreendidas em 56 investidas.

“A cocaína é, de longe, a principal droga exportada no Porto de Santos. Maconha aparece em segundo lugar, muito abaixo dos números de cocaína. Também já apareceu haxixe e MDMA (droga sintética), mas são números desprezíveis frente à cocaína”, disse o chefe da delegacia de Polícia Federal em Santos, André Costa de Melo.

INTELIGÊNCIA E TECNOLOGIA

Ambos os órgãos destacam as ações integradas, o serviço de inteligência e a tecnologia, como fatores fundamentais para o combate ao crime. A RFB destaca, por exemplo, a Central de Operações e Vigilância (COV), inaugurada em 2013.

Segundo a RFB, o sistema consiste em um monitoramento dos recintos alfandegados sob jurisdição da Alfândega de Santos, através de computadores que permitem a visualização das imagens de 2.500 câmeras e dos escâneres de cargas à distância. Ele possibilita o acesso aos dados dos sistemas de controle das operações aduaneiras nesses recintos.

Além dos dados obtidos por meio dessas ferramentas tecnológicas, a fiscalização aduaneira tem dentro da COV a possibilidade de consultar os sistemas informatizados da própria RFB e de efetuar a liberação ou o bloqueio das cargas de importação ou de exportação – em algumas situações, inclusive, sem presença física do servidor.

Apesar dos sistemas de controle de carga e o desenvolvimento de novas ferramentas de vigilância, o delegado da Alfândega da Receita Federal no Porto de Santos, Richard Fernando Amoedo Neubarth, aponta o principal destaque nesse combate é: “o servidor aduaneiro da RFB”. “É muito bem treinado e está sempre disposto a combater os ilícitos relacionados às operações de comércio exterior”, reforça.

O chefe da PF destaca ainda a relação mantida com outras autoridades. “A troca de informações e o desencadeamento das  em conjunto é primordial para o êxito destes trabalhos (...) é de se destacar o uso de scanners e de cães. A colaboração e troca de informações entre os países também são importantes. Temos canal de contato direto estabelecido com as polícias dos países europeus”.

APÓS A APREENSÃO

De acordo com o chefe da delegacia da PF, após a apreensão, a droga é encaminhada para destruição em fornos industriais. Melo ressalta que o sistema de repressão criminal é voltado para a punição de pessoas (com penas de privação de liberdade e de multa).

CRIATIVIDADE CRIMINOSA

A Alfândega de Santos aponta que são diversos os casos em que a ‘criatividade’ dos criminosos é utilizada para ocultar a droga. Entretanto, o delegado do órgão no Porto, Richard Neubarth, acredita que um dos casos mais emblemáticos, “pela dificuldade e pelo envolvimento de diversos órgãos para seu sucesso foi o do MSC Loretta em 2015”.

“(Na ocasião), uma quadrilha foi detida na área de fundeio do porto içando bolsas com cocaína para o navio com o auxílio de integrantes da tripulação”.

O chefe da delegacia de PF em Santos, André Costa de Melo, aponta que são vários os meios utilizados para despistar as autoridades. “Tentam esconder a existência de tabletes de cocaína em vários tipos de máquinas, carros, barcos, tratores, açúcar, goiabada, feijão, café (...) Um caso diferente foi a identificação e apreensão de cocaína diluída em tonéis com polpa de manga destinada ao exterior.

Fonte: Jornal A Tribuna – Texto: Matheus Müller



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