Segundo a operadora do terminal portuário, foram
identificadas várias tentativas de golpe que utilizam indevidamente o nome da
empresa
A DP World, empresa
multinacional de logística dos Emirados Árabes Unidos, com sede em Dubai
divulgou nota alertando que criminosos estão utilizando o nome da empresa em
falsas ofertas de emprego para o seu terminal localizado no Porto de Santos,
litoral de são Paulo.
Segundo a operadora
do terminal portuário, foram identificadas várias tentativas de golpe que
utilizam indevidamente o nome da empresa para abordar candidatos a
oportunidades de emprego.
Em nota, a DP World
esclarece que não realiza qualquer tipo de cobrança financeira em nenhuma etapa
de seus processos seletivos, incluindo inscrição, participação em entrevistas,
realização de exames, treinamentos ou contratação.
A DP World orienta
candidatos e demais interessados a desconsiderar qualquer solicitação de
pagamento, compartilhamento de dados bancários ou outra exigência financeira
feita em nome da empresa.
"Em caso de
dúvida, recomenda-se que as informações sejam verificadas exclusivamente por
meio dos canais oficiais da companhia", completa.
A DP World encerra o
texto lembrando que todos os processos seletivos da empresa são conduzidos por
canais oficiais e seguem critérios transparentes de recrutamento e seleção.
Golpe Recorrente
Em julho do ano
passado Autoridade Portuária de Santos (APS) alertou para a ação de criminosos
que publicaram nas redes sociais anúncios sobre supostas oportunidades de
emprego no Porto de Santos. O golpe dado por falsários que utiliza a logomarca
da autoridade portuária, na tentativa de atrair vítimas para o golpe da falsa
vaga de emprego.
A APS ressaltou que,
na condição de empresa pública, contrata exclusivamente por concurso público.
Portanto, não acredite em chamamentos para processos seletivos.
Em outubro a APS
alertou novamente que criminosos estavam usando o WhatsApp para oferecer
oportunidades que não existiam.
Segundo a APS, os
golpistas se passavam por recrutadores e cobravam cerca de R$ 30 para emissão
de uma suposta certidão de antecedentes criminais, exigida no falso processo de
cadastro.
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