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FORAGIDO DA JUSTIÇA É PRESO EM OPERAÇÃO DE FORÇAS DE SEGURANÇA NO PORTO DE SANTOS

A operação contou com a participação da Polícia Civil dos dois estados, da Policia Militar-SP e da Guarda Portuária Na manhã da última ter...

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quinta-feira, 13 de janeiro de 2022

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COVID PROVOCA ELEVAÇÃO DE NÍVEL DE SEGURANÇA EM TERMINAL DE PASSAGEIROS NO PORTO DE SANTOS

 

A Anvisa recomendou a suspensão definitiva da temporada

A Comissão Estadual de Segurança Pública nos Portos, Terminais e Vias Navegáveis (Cesportos) elevou, no dia 2 de dezembro, para II o Nível de Segurança do Terminal de Passageiros Giusfredo Santini, administrado pela empresa Concais S.A., no Porto de Santos, litoral de São Paulo.

A elevação ocorreu a partir de 17h, uma hora antes do anúncio aos passageiros que iriam fazer o embarque no navio MSC Splendida, do cancelamento do cruzeiro causado pelo surto de covid-19 entre os tripulantes.

A determinação autorizou, inclusive, o ingresso da Polícia Militar (PM) em caso de distúrbio, invasão e grave perturbação da ordem na área portuária e interior de navios.

Revolta de passageiros

Com o comunicado do cancelamento e o início de um período de quarentena da embarcação, um princípio de tumulto se formou no Terminal, entre os 2.420 passageiros que aguardavam o embarque desde 11h30, quando o espaço foi aberto. Eles já haviam passado por testes de Covid-19 e despachado, inclusive, as bagagens para o navio.

    Com o comunicado do cancelamento ocorreu um princípio de tumulto  — Foto: Matheus Tagé/Jornal A Tribuna

Cancelamento pela Avisa

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) informou que a MSC já havia recebida a Notificação Nº. 004/2022, referente ao cancelamento do embarque no dia anterior (01).

MSC

Em nota, a MSC Cruzeiros contradisse a Anvisa, e afirmou que a companhia recebeu a informação das autoridades de que o MSC Splendida não foi autorizado a realizar o embarque dos hóspedes no fim da tarde do dia 2.

 Passageiros aguardaram durante todo o domingo para embarcar — Foto: Matheus Tagé/Jornal A Tribuna

Viagem Anterior

O MSC Splendida já havia tido sua operação interrompida no dia 30 de dezembro, com passageiros isolados em suas cabines.

A viagem de Réveillon, que começou em Santos em 26 de dezembro, foi interrompida depois que 52 tripulantes e 27 passageiros testaram positivo para Covid-19. Devido ao surto de contaminações, os passageiros não foram autorizados a desembarcar em Balneário Camboriú (SC). O navio retornou à Santos, onde todos os 132 passageiros desceram.

Segundo a Anvisa, as atividades das embarcações podem ser suspensas, por determinação da agência, em decorrência da identificação de riscos à saúde pública ou do descumprimento das normas sanitárias vigentes.

Ainda segundo a Anvisa, no domingo (02), o cenário epidemiológico foi alterado para nível 4, o que implicou na determinação de quarentena para a embarcação.

Suspensão provisória da temporada

Após os casos de covid-19 nos navios Costa Diadema e MSC Splendida, no dia 31 de dezembro a Anvisa  recomendou ao Ministério da Saúde a suspensão provisória da temporada de cruzeiro em caráter preventivo.

Segundo a Anvisa, a “recomendação segue o disposto na Lei 13.979/2020, que definiu que as medidas de restrição excepcional e temporária para entrada no país, por rodovias, portos ou aeroportos, e de locomoção interestadual são de competência conjunta dos Ministros de Estado da Saúde, da Justiça e Segurança Pública e da Infraestrutura e que a adoção da medida deve ser precedida de recomendação técnica e fundamentada da agência”.

Suspensão definitiva da temporada

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) recomendou ontem (12), na Nota Técnica Nº 3/2022/SEI/GGPAF/DIRE5/ANVISA, a suspensão definitiva da temporada de navios de cruzeiro no Brasil. A medida foi tomada após verificação do “aumento exponencial” de casos de covid-19 nessas embarcações, principalmente entre os tripulantes. A recomendação foi encaminhada ao Ministério da Saúde e à Casa Civil.

A agência vinha monitorando os casos de contaminação pela covid-19 nesse tipo de embarcação, graças a protocolos definidos por ela própria para operação dos navios no país. Segundo a Anvisa, esses protocolos foram fundamentais para a identificação de uma alteração no número de casos a bordo.

“Os protocolos definidos pela Anvisa para operação dos navios de cruzeiro no Brasil trouxeram dispositivos que permitiram acompanhar o cenário epidemiológico nas embarcações durante quase dois meses e foram fundamentais para se identificar rapidamente a alteração no número de casos a bordo na penúltima semana epidemiológica de 2021”, diz nota enviada pela agência reguladora.

Navios parados

Logo após o Réveillon, no dia 4 de janeiro, o Brasil tinha quatro navios parados em sua costa com casos de Covid-19 entre passageiros e tripulantes.

As embarcações MSC Splendida; MSC Preziosa; MSC Seaside; Costa Diadema e Costa Fascinosa, estavam sob supervisão sanitária da Anvisa.


A nossa missão é manter informado àqueles que nos acompanham, de todos os fatos, que de alguma forma, estejam relacionados com a Segurança Portuária em todo o seu contexto. A matéria veiculada apresenta cunho jornalístico e informativo, inexistindo qualquer crítica política ou juízo de valor.      

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terça-feira, 18 de maio de 2021

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GUARDAS PORTUÁRIOS DE SANTOS E SÃO SEBASTIÃO SÃO VACINADOS CONTRA COVID-19

 

Foram imunizados 298 profissionais (Foto: Alexsander Ferraz-Jornal A Tribuna)

A Guarda Portuária (GPort) foi incluída no Plano de Imunização dos Agentes de Segurança Pública por fazer  parte do Sistema Único de Segurança Pública (Susp)

No início do mês os guardas portuários de Santos e São Sebastião, no litoral de São Paulo, foram vacinados contra a Covid-19

Em Santos, eles receberam a vacina no Comando de Policiamento do Interior (CPI-6), da Polícia Militar, localizado no bairro da Ponta da Praia.

No primeiro dia, ocorrido no dia (04), 180 receberam a primeira dose da vacina Oxford/AstraZeneca. No total, 298 profissionais foram imunizados.

Os guardas portuários foram vacinados no Batalhão da Policia Militar (Foto: Reprodução TV Tribuna)

O guarda portuário Carlos Alberto de Paula Baptista, 55 anos, foi um dos primeiros a receber a vacina. Em entrevista ao Jornal A Tribuna ele disse: “Ficamos na linha de frente e não paramos durante toda a pandemia. Então, achei justo a gente ser vacinado”.

Há 16 anos na Guarda Portuária, Cleiton Santos, 42 anos, disse que agora, após tomar a dose da vacina, também está mais tranquilo. “Temos contato direto com tripulantes de diversos países. É um risco constante. Já atendi embarcação onde havia tripulante com covid-19. A gente fica preocupado”.

Luiz Rogério foi um dos primeiros da categoria a contrair o vírus (Foto: Reprodução TV Tribuna)

Ao Jornal da TV Tribuna, o guarda portuário, Luiz Rogério Costa de Carvalho, que foi um dos primeiros da categoria a contrair o vírus, ainda em março do ano passado, e este ano sofreu um infarto, utilizando ainda uma cadeira de rodas porque está em recuperação, falou o seguinte: “O infarto que eu tive do miocárdio pode ser, em parte, consequência do Covid-19, porque em torno de 80% dos casos de ex-Covid, está aparecendo avc, derrame e infarto. Ao tomar a vacina, a sensação é de alívio e vitória, porque vencer essa doença, vencer o infarto, e tomar a primeira dose de uma vacina que veio para nos salvar, é importantíssimo isso, e aconselho todos que puderem, tomem”.

Ação Social

A Associação Profissional da Guarda Portuária do Estado de São Paulo (APROGPORT), com apoio da Superintendência da Guarda Portuária (SUPGP) e da Polícia Militar do Estado de São Paulo (PM/SP), arrecadou 300 kg de alimentos, que foram destinados a entidade beneficente Casa Vó Benedita. Essa arrecadação só foi possível graças a contribuição de cada guarda portuário, que ao receber a vacina, efetuou a doação de alimentos.

Os guardas portuários doaram 300 kg de alimentos

São Sebastião

Os guardas de São Sebastião também foram vacinados (Foto: Reprodução TV Tribuna)

Em São Sebastião, os guardas portuários receberam a vacina no 20º Batalhão da Polícia Militar/Interior (BPM/I), em Caraguatatuba. Inicialmente estava previsto para serem vacinados em Santos, no entanto, para evitar o deslocamento a vacinação foi transferida para o batalhão da cidade vizinha. Cerca de 46 guardas portuários receberam a vacina.

Segurança Pública

A vacinação dos guardas portuários do Estado de São Paulo no Plano de Imunização dos Agentes de Segurança Pública ocorreu após uma manifestação ocorrida na frente da Santos Port Authority (SPA), empresa pública responsável pelo Portode Santos (EX-CODESP) e o envio de ofícios do Sindicato dos Trabalhadores Administrativos Em Capatazia, nos Terminais Privativos e Retroportuários e na Administração Em Geral dos Serviços Portuários do Estado de São Paulo (Sindaport) a várias autoridades.

A categoria, que inicialmente não havia sido incluída na lista de vacinação, não parou suas atividades durante a pandemia e os trabalhadores ficaram expostos a riscos por exercerem uma função que exige constante contato com os usuários do porto e de tripulantes de navios procedentes de outros portos do mundo.

Segundo o diretor do Sindaport, Edílson de Paula Machado, a vacinação foi uma conquista para a categoria. "Além de fazermos parte da Segurança Pública a gente está envolvido diretamente com os usuários do porto e da tripulação de navios que vêm de fora, então a Guarda Portuária sempre esteve na linha de frente. Pra gente é mais que necessário essa vacinação", disse ele.

SUSP

Esses profissionais receberam o direito de entrar no grupo prioritário assim como os policiais por determinação do governo do estado.

A Guarda Portuária (GPort) faz parte do Sistema Único de Segurança Pública (Susp), implantado pela Lei nº 13.675/2018, e sancionada em 11 de junho.


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segunda-feira, 26 de abril de 2021

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GUARDAS PORTUÁRIOS DE SANTOS E SÃO SEBASTIÃO SERÃO VACINADOS CONTRA A COVID-19

 

Categoria faz parte do Sistema Único de Segurança Pública (SUSP)

Segundo a Secretaria de Segurança Pública do Estado de São Paulo (SSP-SP), os guardas portuários que atuam em Santos e São Sebastião, serão incluídos na vacinação contra Covid-19 para os profissionais da segurança pública e devem receber a primeira dose do imunizante nas próximas semanas.

O cronograma de vacinação foi discutido durante uma reunião realizada na última sexta-feira (23) no 6º Batalhão da Polícia Militar do Interior (6º BPMI), onde estavam presentes representantes da PM, da Superintendência da Guarda Portuária (GPort), que é subordinada à Autoridade Portuária de Santos, do Sindicato dos Empregados na Administração Portuária (Sindaport) e do deputado Estadual Tenente Coimbra (PSL).

Na ocasião foi discutido o cronograma da vacinação. A categoria receberá a vacina da Astrazeneca e da Universidade de Oxford, produzida no Brasil pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).

Além dos guardas portuários dos dois portos do estado, aproximadamente 346, também serão imunizados alguns policiais que estavam impedidos de serem vacinados no início da campanha. Os guardas portuários de São Sebastião deverão se deslocar até a região para tomar a vacina contra a covid-19. No ato da imunização, os profissionais serão informados sobre a data da segunda dose.

“Ficamos muito contentes com essa conquista. Como integrante operacional do Susp, e estando envolvida nas ações de vigilância, com contato direto e constante com o público, inclusive estrangeiro, era de grande importância que a Guarda Portuária fosse incluída na lista de prioridades para imunização”, avaliou Tenente Coimbra.

SUSP

Os guardas serão imunizados porque a Guarda Portuária está inserida no Sistema Único de Segurança Pública (SUSP) e, por isso, terá direito à imunização no grupo prioritário que inclui os profissionais da Segurança Pública

A corporação também faz parte da Comissão Estadual de Segurança Pública nos Portos, Terminais e Vias Navegáveis (Cesportos).

Mobilização

Foto: Carlos Nogueira / Jornal A Tribuna

No início deste mês, os guardas portuários fizeram um protesto em frente ao edifício-sede da Autoridade Portuária reivindicando a vacinação contra a covid-19 para a categoria.

O Sindaport enviou ofícios solicitando a vacinação para vários órgãos e autoridades, tais como, o governador João Doria, o secretário estadual de Saúde, Jean Carlo Gorinchteyn, o secretário estadual de Segurança Pública general José Camilo Pires de Campos, o prefeito de Santos Rogério Santos, o secretário municipal de Assuntos Portuários Júlio Eduardo dos Santos, o secretário municipal de Segurança Sergio Del Bel Júnior.

Além das autoridades, o sindicato também entrou em contato com a Deputada Federal Rosana Vale (PSB), o vereador Benedito Furtado (PSB) e os deputados estaduais Paulo Corrêa Jr (DEM) e Tenente Coimbra (PSL), que também foi contatado pela Associação Profissional da Guarda Portuária (Aprogport).

O Sindaport também ingressou com uma Ação Civil Pública na Justiça, com pedido de tutela de urgência, que foi negada pela 1ª Vara da Fazenda, do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo.

“A participação do deputado Tenente Coimbra foi fundamental e precisa ser destacada. Agora que o pessoal da Guarda Portuária vai tomar a vacina merecidamente, precisamos vacinar os outros trabalhadores que não fazem parte da Susp”, destacou o presidente do Sindaport, Everandy Cirino dos Santos.

"É uma conquista do Sindicato e da categoria. Nós nos mobilizamos, fizemos protestos. A categoria ficou mobilizada. Foi o reparo de uma injustiça. A gente lida com os navios e com toda comunidade portuária", disse Edilson de Paula Machado, guarda portuário e diretor-social do Sindaport.


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quarta-feira, 7 de abril de 2021

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GUARDAS PORTUÁRIOS PROTESTAM REIVINDICANDO DIREITO A VACINAÇÃO EFETUADA PELO ESTADO AOS INTEGRANTES DA SEGURANÇA PÚBLICA

 

Foto: Carlos Nogueira / Jornal A Tribuna

A reivindicação ocorreu porque a categoria, mesmo fazendo parte do SUSP- Sistema Único de Segurança Pública, não foi contemplada com a vacina

Na tarde de ontem (06), os guardas portuários do Porto de Santos, no litoral de São Paulo fizeram uma manifestação para reivindicar o direito de se vacinarem contra a Covid-19, assim como outros profissionais da segurança pública. O ato aconteceu em frente a sede da Autoridade Portuária de Santos, no bairro Macuco.

Na segunda-feira (05) começam a ser vacinados 180 mil profissionais de segurança em todo o Estado de São Paulo. São profissionais da ativa das polícias Civil, Militar e Técnico-Científica, Corpo de Bombeiros, Agentes Penitenciários, Guardas Civis Metropolitanos, Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal e da Fundação Casa. Em 10 dias, praticamente todos desta população dos profissionais de segurança estarão vacinados.

A reivindicação ocorreu porque a categoria, mesmo fazendo parte do SUSP- Sistema Único de Segurança Pública, instituído pela Lei Nº 13,675 no dia 11 de junho de 2018, não foi contemplada com a vacina. A Guarda Portuária também faz parte do Conselho de segurança do Município de Santos (CONSEM), do Conselho Estadual de Segurança Pública e Defesa Social e da Comissão Estadual de Segurança Pública nos Portos e Vias Navegáveis (Cesportos-SP).

Apenas duas cidades no Estado de São Paulo têm Guarda Portuária, Santos, com cerca de 300 integrantes, e São Sebastião, com aproximadamente 30 guardas.

Segundo Everandy Cirino, presidente do Sindaport - Sindicato dos Trabalhadores Administrativos em Capatazia, nos Terminais Privativos e Retroportuários e na Administração em Geral dos Serviços Portuários do Estado de São Paulo, que representa a categoria no estado, A Polícia Militar (PM) recebeu 8.000 doses de vacina, quando o efetivo é em torno de 6.000. O sindicato colocou à disposição o ambulatório médico para efetuar a vacinação.

Contatos                                   

Segundo Cirino, o sindicato enviou ofício ao Governador do Estado, João Dória, e em entrou em contato o secretário de saúde do estado de são Paulo, e está aguardando o retorno das autoridades. O sindicato também efetuou vários contatos políticos, com vereadores e deputados estaduais.


Ação Civil Pública

O Sindaport também entrou ontem, no Tribunal de Justiça do Estado com uma Ação Civil Pública, com pedido de liminar com tutela de urgência, citando a Prefeitura Municipal de Santos e o Governo do Estado, para declarar aos integrantes da Guarda Portuária o direito de serem imunizados com a vacina, em conjunto com as demais forças policiais do país, atendendo ao Plano Nacional de Vacinação, produzido pelo Ministério da Saúde.

Prefeitura de Santos

Em nota, a Prefeitura Municipal de Santos afirma que segue o Plano Estadual de Imunização contra a Covid-19. Tanto o envio das doses como a determinação dos respectivos públicos-alvo a serem vacinados são responsabilidades do Governo do Estado.

Casos                               

Desde o início dessa pandemia a Guarda Portuária não parou, trabalhando inclusive em regime extraordinário.” Em Santos já tivemos 20 casos de guardas portuários afastados por Covid, inclusive o primeiro caso no porto foi de um guarda portuário, que teve contato com um tripulante filipino. Todos que entram no porto passam pela Guarda Portuária”, disse Cirino.


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quinta-feira, 1 de outubro de 2020

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CRISE HUMANITÁRIA FAZ EMPRESAS UNIREM ESFORÇOS NO PROCESSO DE REPATRIAÇÃO DE TRIPULANTES MARÍTIMOS

 

Cerca de 300 mil tripulantes estão atualmente em alto mar sem poderem ser repatriados por causa de restrições devido ao coronavírus.

A pandemia de Covid-19 no mundo trouxe com ela também a maior crise humanitária da história marítima. Isso porque cerca de 300 mil tripulantes estão atualmente em alto mar sem poderem ser repatriados por causa de restrições de viagens devido ao coronavírus, medidas de quarentena, falta de voos ou limites para emissão de vistos e passaportes. Com isso, empresas responsáveis por esses trâmites se viram impedidas de realizar seus trabalhos normalmente, diante de falta de informações, altos custos e aumento de burocracia.

Para tentar resolver esse problema de repatriação em meio à pandemia, muitas empresas do setor esqueceram a concorrência e uniram esforços, tentando colocar um fim a situação que está, inclusive, mobilizando órgãos internacionais – dia 24 de setembro, no Dia Mundial do Mar, aconteceru uma reunião entre Organização Internacional Marítima (IMO),Organização Internacional do Trabalho e o Pacto Global da ONU para discutir a situação.

A empresa 7 Shipping, que faz o processo de repatriação e troca de tripulantes junto às agências marítimas e que já realizou esse trâmite com mais de 2 mil tripulantes em meio à pandemia, é um exemplo, que se mobilizou para ajudar aos demais players do setor, como agências marítimas e outras empresas de crew changing.

“O cenário da pandemia impôs às agências marítimas e empresas responsáveis pela troca de marítimos uma série de novas regras e processos documentais junto a autoridades – Alfândega da Receita Federal do Brasil, Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) e Polícia Federal (Núcleo Especial de Polícia Marítima e Departamento de Imigração) – com muito mais burocracia, impactando diretamente não apenas no tempo para este serviço, mas, especialmente, na efetivação de troca de tripulantes em solo e mar brasileiro”, explica o diretor da 7 Shipping, Leonardo Brunelli.

Diante do alto grau de complexidade destes novos procedimentos, a empresa desenvolveu um guia (passo a passo) sobre todas as etapas, horários e documentações necessárias para que este tipo de processo possa ser realizado com sucesso por todas as empresas do setor. O objetivo é contribuir para evitar mais custos e prejuízos aos armadores e seus representantes (agência marítimas) e, acima de tudo, para garantir aos tripulantes o direito de serem desembarcados ou embarcados conforme determina a Convenção sobre Trabalho Marítimo da Organização Internacional do Trabalho (OIT).

“Estamos diante da maior crise humanitária da história do setor marítimo, com milhares de tripulantes presos em alto mar devido à pandemia do coronavírus e suas implicações locais para embarque e desembarque de tripulantes, país a país, porto a porto. E, por termos sido um dos principais responsáveis na repatriação de milhares de marítimos de cruzeiros no auge da pandemia, adquirimos conhecimento o suficiente para tentar colaborar na melhoria deste cenário, produzindo um passo a passo real desta demanda a fim de sanar todas as possíveis dúvidas dos players deste mercado”, comenta o diretor.

Segundo ele, aqui no Brasil a situação vem melhorando aos poucos. “Mas há ainda há muito a ser feito. São muitos marítimos em situação irregular a bordo das embarcações”, lamenta. Em entrevista para o portal Lloyd's List, em 9 de setembro, o secretário-geral da Organização Internacional Marítima (IMO), Kitack Lim, também diz que “embora um progresso significativo tenha sido feito por muitos países ao permitir mudanças de tripulação para todos os marítimos, a taxa de progresso não está acompanhando o acúmulo de navios que exigem mudanças de tripulação”.

De acordo como secretário na reportagem, alguns marinheiros estão a bordo de navios há mais de 17 meses e alguns não têm acesso adequado a cuidados médicos e licença em terra, aumentando o risco de acidentes no mar. “Se a crise de troca de tripulação não for resolvida logo, os navios não serão mais capazes de operar com segurança”, frisa o secretário na entrevista.

Como acontece hoje o processo de troca de tripulantes e repatriação

A burocracia e cuidados gerais envolvidos no processo de troca de tripulantes e repatriação aumentaram consideravelmente. Para se ter ideia, um procedimento simples de troca de tripulantes que durava, em média, 6 horas antes da pandemia – entre recepção no aeroporto e embarque no Porto de Santos, por exemplo – leva hoje cerca de 12 a 15 horas.

A ação, em conformidade com as diretrizes da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), inicia com as novas demandas solicitadas pelas companhias aéreas nos Aeroportos Internacionais, que atestam a saúde dos marítimos para voarem e poderem realizar seu trânsito até o navio. Nesse trâmite está incluída a declaração de temperatura corporal dos últimos 14 dias, declaração de realização de quarentena em seu país de origem, declaração do relatório médico “Fit to Fly” – que é um exame clínico que atesta a boa saúde para viajar e cópia de um teste de Covid-19, realizado antes de voar para o Brasil, feito com menos de sete dias antes da chegada ao nosso país.

No Brasil, os marítimos precisam realizar um novo exame clínico e novo teste Covid-19 em uma clínica médica local, que, atestando teste negativo, serão encaminhados para consentimento da ANVISA. Deferido toda a documentação, que requer ainda um carimbo de consentimento da ANVISA sobre o TSCV (Termo de Controle Sanitário do Viajante), inicia-se, assim, a troca dos tripulantes, que deverá ainda ser aprovada pela Polícia Federal e Alfândega, tendo sua movimentação também informada à Guarda Portuária.

Para os casos dos marítimos "off-signers", aqueles que serão desembarcados e posteriormente repatriados aos seus países de origem, é necessário que o comandante repasse um relatório atestando que eles estão há 14 dias sem sair do navio, junto a um relatório de temperatura corporal e bilhetes de voo comprados para até dois dias após a data de seus desembarques (devido a necessidade de realização de exame RT-PCR para embarque nos voos da cias aéreas e seu prazo de 48 para disponibilização do resultado após a coleta).

Após este envio, é preciso que um médico da clínica local vá a bordo para realizar os testes de Covid nos desembarcantes para que, após os resultados negativos, emitam um relatório médico informando sua aptidão, e carimbem o TSCV. Feito isso, deve-se realizar o processo do embarque de forma inversa, enviando os documentos e pedidos para deferimento da ANVISA e, posterior a sua aprovação, deferimento da Polícia Federal e Alfândega, informando também a Guarda Portuária sobre os processos de desembarques.

Posterior ao processo de liberações e desembarque no Porto será necessário realizar uma logística assertiva de embarque no voo de repatriação, visto que é obrigatória a demonstração do exame RT-PCR às cias aéreas para embarcar.

Fonte: Diário do Litoral


Esta publicação é de inteira responsabilidade do autor e do veículo que a divulgou. A nossa missão é manter informado àqueles que nos acompanham, de todos os fatos, que de alguma forma, estejam relacionados com a Guarda Portuária e a Segurança Portuária em todo o seu contexto. A matéria veiculada apresenta cunho jornalístico e informativo, inexistindo qualquer crítica política ou juízo de valor.      
                                                                                       
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segunda-feira, 6 de julho de 2020

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GUARDA PORTUÁRIA REALIZA TRABALHO DE EDUCAÇÃO E CONSCIENTIZAÇÃO COM PESCADORES DO PORTO DE RIO GRANDE




Foram abordados cerca de 100 pescadores.
Na última quinta-feira (02) ocorreu uma ação conjunta de educação e prevenção com a participação da Guarda Portuária, do Serviço Especializado em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho (SESMT) e da Patrulha Ambiental da Polícia Militar Estadual (PATRAM), na região de porto velho, no Porto de Rio Grande, no sul do país.
O evento teve como principal motivação a necessidade de educação e de conscientização dos pescadores daquela sobre a importância de se seguir todos os protocolos que foram instaurados para a prevenção deste vírus mortal, além de atentar para os novos protocolos que possam vir a ser criados pelas autoridades sanitárias e portuárias.

Com a participação dos guardas portuários Rômulo Furtado e Cristiano Motta, dos soldados Maicon Sulivan Duarte Gomes e Igor Bittencourt Castro e do gestor do SESMT João Nóbrega junto com a técnica de enfermagem, Priscila Ornel, foram abordados cerca de 100 pescadores.
A perspectiva é de que este seja um trabalho contínuo, e de que o grupo multidisciplinar volte sempre que houver a necessidade de nova troca de conhecimentos e de orientação aos profissionais da pesca.


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quinta-feira, 25 de junho de 2020

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MARINHA QUALIFICA MAIS UMA TURMA PARA COMBATER A COVID-19 NO PARANÁ




Participaram militares da Capitania dos Portos, do Exército, da Polícia Militar e da Guarda Portuária.
A Capitania dos Portos do Paraná qualificou a segunda turma de militares e integrantes de forças de segurança para combater a proliferação da Covid-19 no Litoral do Paraná com a realização do “Estágio de Capacitação NBQR para Militares Não Especializados, com ênfase em descontaminação de agentes biológicos e utilização de Equipamento de Proteção Individual (EPI)”.



O estágio foi aplicado por quatro instrutores do Comando do 8º Distrito Naval especializados em Defesa Nuclear, Biológica, Química e Radiológica (NBQR). Participaram militares da Capitania dos Portos do Paraná, do Serviço de Sinalização Náutica do Sul-Sudeste (SSN-8), do Exército Brasileiro, do 9° Batalhão da Polícia Militar do Paraná (PM-PR) e da Guarda Portuária dos Portos do Paraná.
Os alunos receberam aulas teóricas e práticas de proteção e descontaminação biológica de áreas de circulação de pessoas com foco nos procedimentos para eliminação do vírus da covid-19. Entre os tópicos abordados no estágio de capacitação está o uso correto do EPI para proteção da equipe.



A primeira turma foi formada no mês de abril, também com ênfase na descontaminação biológica, com o intuito de que os participantes repliquem os conhecimentos adquiridos nas instituições que servem.



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sexta-feira, 5 de junho de 2020

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PROFISSIONAIS DA SEGURANÇA TEM PRIORIDADE EM HOSPITAIS NO RIO DE JANEIRO



Guardas portuários foram contemplados por serem essenciais no policiamento e segurança dos nossos portos.
Ontem, 04 de junho, foi publicado no Diário Oficial do Estado a Lei 8.857, de autoria do Poder Executivo, sancionada pelo governador Wilson Witzel, que concede prioridade de internação em hospitais municipais e estaduais, caso estejam com a doença ou suspeita os profissionais da área de Segurança Pública.
A medida também prevê prioridade para esses profissionais na realização de testes para detectar a presença do vírus no organismo, independentemente de suspeita. A prioridade para leitos, no entanto, não valerá em situações em que haja pacientes com grau de risco ou em estado mais grave do que o apresentado por esses profissionais.
Estão contemplados os policiais civis e militares; bombeiros militares; policiais federais e policiais rodoviários federais, guardas portuários e guardas municipais.
A lei também atinge os servidores concursados ou contratados da área de saúde, todos os profissionais que atuam diretamente nos hospitais e unidades de saúde; agentes da Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (Seap); agentes do Departamento Geral de Ações Socioeducativas (Degase); trabalhadores de empresas de segurança privada em serviço nas unidades públicas de saúde do Estado do Rio; agentes do Programa Segurança Presente e funcionários da Fundação Santa Cabrini.
O Poder Executivo ainda poderá estruturar os hospitais e policlínicas das polícias Militar e Civil, do Corpo de Bombeiros e o IASERJ, objetivando priorizar o atendimento desses profissionais e demais funcionários do Estado do Rio no atendimento da pandemia. O governo também poderá, caso necessário, utilizar as áreas livres e as estruturas dos batalhões da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros para instalação provisória de hospitais de campanha para atendimento à população.
Guardas Portuários
Os guardas portuários foram contemplados através de emenda apresentada pelo Deputado Fábio Silva – DEM- RJ, atendendo uma demanda do Sindicato da Guarda Portuária do Rio de Janeiro - SINDGUAPOR-RJ.
O deputado alegou que os guardas portuários são profissionais essenciais no policiamento e segurança dos nossos portos e estão sujeitos às intempéries inerentes à função, sobretudo neste momento de pandemia.



A nossa missão é manter informado àqueles que nos acompanham, de todos os fatos, que de alguma forma, estejam relacionados com a Guarda Portuária e a Segurança Portuária em todo o seu contexto. A matéria veiculada apresenta cunho jornalístico e informativo, inexistindo qualquer crítica política ou juízo de valor.      
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quarta-feira, 27 de maio de 2020

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GUARDAS PORTUÁRIOS DO PORTO DE ITAJAÍ FORAM CONTAMINADOS PELO CORONAVÍRUS



Cinco servidores apresentaram os sintomas da Covid-19 durante expediente.
No dia 22 de maio, a Superintendência do Porto de Itajaí – SPI emitiu uma Nota Pública esclarecendo que, na condição de Autoridade Portuária, teve conhecimento através de dois dos seus setores, Coordenação de Meio Ambiente, Segurança do Trabalho e Sustentabilidade (COAMB), e Coordenadoria Geral de Sistema de Segurança Portuária (COSEG), de que 05 servidores que atuam na Guarda Portuária testaram positivo contraindo o novo Coronavírus (COVID-19).
Os 5 casos positivos foram registrados ao longo desta semana. São 4 homens com idades de 48, 45, 42 e 34 anos, e uma mulher, esposa de um dos infectados com 42 anos de idade, que também atua como servidora da Guarda Portuária.
Todos os cinco servidores apresentaram os sintomas da Covid-19 durante expediente e imediatamente foram realizados os testes rápidos com o apoio de profissionais do Departamento de Vigilância Epidemiológica da Secretaria Municipal de Saúde constando os resultados como positivo para o novo Coronavírus.
Após os resultados dos testes, cada servidor buscou seu tratamento junto a médicos especializados, tendo inclusive a integração de Plano de Saúde prestado pela Superintendência do Porto de Itajaí para os devidos exames. Todos os pacientes estão em isolamento domiciliar por pelo menos o prazo de 15 dias de afastamento de suas funções.
Destaca-se também a informações de que os cinco profissionais da Guarda Portuária estavam trabalhando em três escalas diferenciadas em seus horários de expedientes, portanto, mesmo se tiveram contato com os demais servidores, não foi constatado nenhum outro tipo de contágio ou transmissão de coronavírus ao restante do efetivo até o momento.
Desde o início do mês de fevereiro, por meio de Resolução e por medidas de prevenção, a Coordenadoria de Meio Ambiente, Segurança do Trabalho e Sustentabilidade (COAMB), informa que todos os profissionais que atuam junto à Guarda Portuária, e também para os demais servidores que atuam na superintendência do Porto de Itajaí, foram obrigados a utilizar máscaras faciais, luvas e óculos, assim como equipamentos de proteção individual (EPIs).
Em conformidade com a ANVISA – Agência Nacional de Vigilância Sanitária, mediante relatório que dispõe sobre as diversas medidas sanitárias a serem adotadas em portos e embarcações, também em aeroportos, frente aos casos do novo coronavírus (COVID-19), a Superintendência do Porto de Itajaí segue uma série de ações em prol da segurança pela vida de seus trabalhadores, assim também, como ações desenvolvidas pela APMT, empresa arrendatária no porto de Itajaí.
A superintendência do Porto de Itajaí informa, desde Resolução divulgada em 18 de março (Nº 007), estabelecendo medidas quanto ao exercício de atividades por servidores da Autoridade Portuária, em caráter excepcional, em razão da Pandemia de COVID-19. Ver link abaixo: http://www.portoitajai.com.br/novo/noticia/1367
A Coordenadoria de Meio Ambiente, Segurança do Trabalho e Sustentabilidade (COAMB), informa que diariamente são divulgados boletins e demais comunicados internos informando para a manutenção das medidas de prevenção.
Também faz parte de um amplo trabalho de combate ao novo coronavírus, a realização semanal de sanitização e desinfecção nas áreas de edificações administrativas da Superintendência do Porto de Itajaí e pontos diversos da área e retroárea portuária. Dentre as áreas estão o Píer de Atracação Turística de Itajaí, o prédio do Centro Integrado de Atendimento – CIA, o prédio Administrativo da superintendência, portões (Gates 1 e 2), guaritas da Guarda Portuária entre outros locais.
Como medida também para contribuir na prevenção do COVID-19, todos os servidores estão atuando tanto no expediente de trabalho interno ou em atividade externa, com o uso frequente de máscaras faciais fornecidas semanalmente pela superintendência, distanciamento social (faixas indicativas no chão), nas entradas e saídas da área portuária e nos locais onde há o registro de ponto digital biométrico, também como medidas de higienização das mãos no ambiente de trabalho o uso de álcool em gel 70%, distribuição para cada servidor um kit contendo estopas e álcool, nos ambientes de trabalho as janelas e portas permanecem abertas e os aparelhos de ar condicionado ficam desligados, não estão sendo realizados eventos ou reuniões com públicos externos, sendo neste momento realizados apenas por modalidades de áudio e videoconferência. Com relação ao contato com o próximo, estão evitadas aglomerações em ambientes fechados, respeitando-se o distanciamento entre pessoas.
Ainda como medida de prevenção ao contágio do COVID-19, com o uso frequente de máscaras e luvas, tornou-se preciso e obrigatório como forma de conscientização, quanto ao descarte correto, devendo ser feitos apenas em coletores específicos (brancos), já identificados, ou nos coletores dos banheiros.
Na retroárea do porto também foram instalados rente ao cais, estações móveis (pias e lavatórios), para lavação das mãos de uso dos trabalhadores portuários envolvidos em operações, com o intuito de higienização dando assistência aos servidores que atuam diretamente em contato com outras pessoas e que possuem acesso ao terminal.
Também estão sendo oferecidos aos servidores jaquetas de inverno para o uso em horário de expediente. Com o inverno se aproximando, é importante o trabalhador manter-se aquecido, pois com as baixas temperaturas, podem provocar a redução da imunidade do corpo e assim facilitar o surgimento de infecções respiratórias como o COVID-19.
Concluindo, a Coordenadoria de Meio Ambiente, Segurança do Trabalho e Sustentabilidade (COAMB), informa a toda a sociedade que está disponível no site do Porto de Itajaí, um relatório geral fotográfico referente a todas as ações e medidas de prevenção no combate e enfrentamento ao novo coronavírus.


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quinta-feira, 23 de abril de 2020

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COVID-19: TRIPULANTES DE NAVIO PETROLÍFERO TESTAM POSITIVO E EMBARCAÇÃO FICA PARADA NA BAÍA DE GUANABARA



De acordo com a Subsea 7 Brasil, dona da embarcação Seven Sun, três membros já foram desembarcados.
Um navio petrolífero inglês está parado na Baía de Guanabara depois que três tripulantes testaram positivo para Covid-19. De acordo com a Subsea 7 Brasil, dona da embarcação Seven Sun, os três membros foram desembarcados a partir do dia 17/04, em sequência. Um deles está assintomático e os outros dois apresentam sintomas leves. Eles foram transferidos para um hotel e estão sendo acompanhados por equipe médica da empresa.
Segundo a Capitania dos Portos, o navio tem 90 pessoas em quarentena e está estacionado a seis quilômetros da Ponte Rio-Niterói há uma semana.
Segundo as informações da federação nacional que representa os trabalhadores embarcados ao G1, outro tripulante desembarcou do navio, que é do ramo off shore, por complicações da doença. A entidade disse ainda que ao todo seriam dez infectados.
— A tripulação está apavorada. A acomodação deles é restrita. O ambiente é muito restrito. Basta um caso ou dois de Covid para alastrar rapidamente — disse ao G1, Luciano Ponce, diretor jurídico da Federação Nacional dos Trabalhadores em Transportes Aquaviários.
Em nota, a Subsea 7 Brasil informa que os "casos já foram comunicados às autoridades, que estão nesse momento avaliando nossas ações e toda documentação enviada pela Subsea 7. A equipe de resposta a emergências foi mobilizada e já tomamos as medidas para nos alinharmos com as autoridades de saúde (ANVISA), nosso cliente e a Marinha do Brasil, para seguir protocolos pré-estabelecidos".
Ainda segundo a empresa, todos os membros da tripulação foram testados e aqueles que apresentaram sintomas de gripe desembarcaram. E não há outros casos confirmados. Também foi feita a limpeza e descontaminação de áreas comuns e cabines.
Outros casos
A Federação afirmou ainda que há outros sete casos de interdição sanitária em navios, mas não detalhou as informações. Já houve um navio da Marinha com casos confirmados e a morte de um tripulante. A partida da embarcação chegou a ser cancelada por este motivo.
— Não houve ainda nenhum pedido de ajuda. A gente espera que esteja tudo sob controle dentro do navio. O risco é alastrar e nós perdermos a mão de obra — completou Ponce.
O Ministério Público do Trabalho abriu uma investigação e cobrou informações da empresa.



Esta publicação é de inteira responsabilidade do autor e do veículo que a divulgou. A nossa missão é manter informado àqueles que nos acompanham, de todos os fatos, que de alguma forma, estejam relacionados com a Guarda Portuária e a Segurança Portuária em todo o seu contexto. A matéria veiculada apresenta cunho jornalístico e informativo, inexistindo qualquer crítica política ou juízo de valor.      
                                                                                       
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