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FORAGIDO DA JUSTIÇA É PRESO EM OPERAÇÃO DE FORÇAS DE SEGURANÇA NO PORTO DE SANTOS

A operação contou com a participação da Polícia Civil dos dois estados, da Policia Militar-SP e da Guarda Portuária Na manhã da última ter...

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quinta-feira, 2 de março de 2023

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MP PORTUGUÊS DENUNCIA 18 ALIADOS DE 'ESCOBAR BRASILEIRO' POR NARCOTRÁFICO

 

Sérgio Roberto de Carvalho

Empresário é apontado pela Justiça portuguesa como o braço direito na Europa do Major Carvalho conhecido como o "Escobar brasileiro"

O empresário português Ruben Alexandre Vieira Oliveira, 39, o Xuxas, viajou quatro vezes para o Brasil para negociar a importação de toneladas de cocaína para a Europa antes de ser preso pela Polícia Judiciária de Portugal, em 27 de junho do ano passado.

No último dia 14 de fevereiro, o Ministério Público de Portugal denunciou ele e outros 17 comparsas ligados ao Major Carvalho pelos crimes de tráfico internacional de drogas e lavagem de dinheiro. Entre os acusados, 16 são portugueses, um é angolano e outro indiano.

Xuxas era apontado pela Justiça portuguesa como o braço direito na Europa do ex-major da PM de Mato Grosso do Sul, Sérgio Roberto de Carvalho, 64, conhecido como Major Carvalho e "Escobar brasileiro".

As datas das viagens de Xuxas ao Brasil: 28 de janeiro de 2019; 9 de dezembro de 2019; 4 de setembro de 2020; 11 de janeiro de 2021.

O Major Carvalho foi preso em Budapeste, na Hungria, seis dias antes de Xuxas. O "Escobar brasileiro" é acusado de coordenado a exportação de 45 toneladas de cocaína para a Europa, avaliadas em R$ 2,25 bilhões entre 2017 e 2022. O governo brasileiro já pediu a extradição dele.

Também no dia 14, o Major Carvalho foi alvo de novo mandado de prisão. Ele é acusado de ser o dono de 350 kg de cocaína escondidos em chapas de granito em Cachoeira do Itapemirim (ES) em outubro de 2021 e de 892 kg da droga apreendidos no Porto de Santos, em abril de 2022.

Segundo o Ministério Público português, Xuxas era o líder da quadrilha de Carvalho na Europa. As investigações apontaram que o empresário fundou uma organização criminosa para importar grandes quantidades de cocaína da América do Sul.

Considerado o "padrinho do tráfico", Xuxas tem tatuado no corpo imagens de dois barões mundiais da droga: Pablo Escobar, fundador do Cartel de Medellín, na Colômbia, e Joaquin Guzman, ex-chefe do Cartel de Sinaloa, no México.

Xuxas mantinha estreita relação com o "Escobar brasileiro". O empresário português também tinha a missão de contratar narcotraficantes em outros países e ainda era o responsável pela quantidade de droga a ser exportada e pelos locais de destino da cocaína.

Condenação e bloqueio de bens

Os comparsas dele começaram a integrar a organização criminosa no início de 2020. Dércio Vieira de Oliveira, 31, irmão de Xuxas, também foi cooptado pela quadrilha e recrutou um comparsa para prestar serviço ao bando no aeroporto Humberto Delgado, em Lisboa.

Também foram integrados ao grupo criminoso o estivador Paulo Miguel da Silva Campos Joaquim, 50, do Porto de Setúbal, e Luís Miguel Gomes Gonçalves, 40, que mantinha contato com alguns funcionários do Porto de Leixões.

Segundo o Ministério Público português, o empresário indiano Gusvinder Singh, 32, era proprietário da Happy Selection Unipessoal Ltda e contava com a ajuda de uma empresa de frutas do Brasil para importar a cocaína escondida em meio às cargas lícitas.

Os nomes de dois sócios da empresa de frutas constam na acusação feita pelo Ministério Público português. Ambos são brasileiros. Eles criaram a companhia em 5 de março de 2020 e viajaram para Portugal no mesmo ano, entre 28 de fevereiro e 21 de março.

A Procuradoria da República de Portugal pediu à Justiça daquele país a condenação dos 18 comparsas do "Escobar brasileiro" e também o bloqueio dos bens de todos os envolvidos no esquema.

A reportagem não conseguiu contato com os advogados de Xuxas, Dércio, Paulo Miguel e Luís Miguel, mas publicará a versão dos defensores deles na íntegra, caso haja uma manifestação.

Autor/Fonte: Josmar Jozino – Site UOL


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segunda-feira, 19 de dezembro de 2022

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'PABLO ESCOBAR BRASILEIRO' PODE RECEBER R$ 1,3 MILHÃO EM APOSENTADORIA, MESMO PRESO NA HUNGRIA POR TRÁFICO DE DROGAS

 

A Justiça do Paraná decretou o sequestro do montante milionário. O ex-major da PM de Mato Grosso do Sul pode recorrer da decisão

A Justiça de Mato Grosso do Sul concedeu a Sérgio Roberto de Carvalho, mais conhecido como major Carvalho ou "Pablo Escobar brasileiro", o direito de receber R$ 1,3 milhão em aposentadoria. Porém, a Justiça do Paraná decretou o sequestro do montante na segunda-feira (5). O megatraficante, que está preso na Hungria por tráfico internacional de drogas, pode recorrer da decisão.

A decisão para o pagamento da previdência foi tomada pelo juiz Marcelo Andrade Campos Silva, da 4ª Vara da Justiça de Campo Grande, em 29 de novembro deste ano. Entretanto, a pedido do Ministério Público Federal (MPF) no Paraná, a Justiça decretou o sequestro do montante milionário, visto a atuação criminosa do ex-major no estado.

Além de reter o dinheiro, a Justiça do Paraná oficializou a 4ª Vara da Fazenda Pública de Campo Grande para que o pagamento, em precatórios, não seja feito ao traficante.

O g1 entrou em contato com a defesa do ex-major Carvalho no Brasil, que disse não poder se manifestar das decisões judiciais de Mato Grosso do Sul e do Paraná.

Em 2015, o ex-major da Polícia Militar entrou com processo contra a Agência de Previdência Social de Mato Grosso do Sul alegando que não recebeu aposentadoria entre os anos de 2011 e 2015. O pagamento não foi feito, já que o traficante não compareceu em uma prova de vida, momento em que havia forjado óbito para fugir das acusações de tráfico internacional de drogas.

Aposentadoria indefinida

O dinheiro em aposentadoria que o major Carvalho pode receber é relacionado ao tempo que ficou afastado da Polícia Militar de Mato Grosso do Sul. Em 1997, Carvalho foi transferido para a reserva remunerada da corporação.

Já em 1998, o traficante foi condenado a mais de 15 anos de prisão pelo tráfico de 230 kg de cocaína. O ex-PM sofreu um processo para a perda do posto e da patente e, em junho de 2010, teve a aposentadoria suspensa.

Em outubro de 2016, porém, o desembargador Claudionor Miguel Duarte mandou a Agência de Previdência do Mato Grosso do Sul voltar a pagar a aposentadoria ao ex-major, sob pena de crime de desobediência. A alegação é de que a condenação do ex-PM veio depois de ele ter sido transferido para a reserva remunerada, ficando alguns anos afastado e sem receber pela aposentadoria.

Acusado por tráfico e na lista da Interpol

Segundo a Polícia Federal (PF), Sérgio Roberto de Carvalho comandava uma organização criminosa internacional. Ele teria montado um esquema para mandar grandes quantidades de cocaína para Europa, África e Ásia. Na Europa, o ex-major brasileiro se escondeu em uma identidade falsa: Paul Wouter.

Com a investigação, o nome do ex-major da Polícia Militar foi colocado na lista dos bandidos mais procurados pela Interpol e ele passou a ser chamado de "Pablo Escobar brasileiro".

A polícia europeia desmontou parte dessa história. O verdadeiro negócio do empresário era o tráfico de drogas. Em agosto de 2020, o latino Paul Wouter — que era na verdade o ex-major e traficante brasileiro — chegou a ser preso. A suspeita: chefiar a quadrilha que trouxe cocaína da América do Sul para a Europa em uma embarcação, mas ele pagou fiança e foi solto.

SAIBA MAIS: NA ESPANHA, DOMINGO ESPETACULAR INVESTIGA A FARSA DA MORTE DO 'ESCOBAR BRASILEIRO'

A polícia portuguesa encontrou 12 milhões de euros em endereço ligado ao traficante. A fuga aconteceu depois que a polícia europeia foi comunicada sobre a outra parte da história, o de sua identidade falsa. Antes disso, o ex-major já tinha enganado a Justiça com outra farsa: um atestado de óbito por Covid-19 forjado que o livrou de aparecer como Paul Wouter no julgamento pela droga apreendida no barco.

Quem alertou a polícia europeia que Paul e o ex-major Carvalho eram a mesma pessoa foi a Polícia Federal brasileira.

Fonte: g1 MatoGrosso do Sul


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quarta-feira, 6 de julho de 2022

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TENENTE DA PM-PA É UM DOS PRESOS POR TRÁFICO DE DROGAS LIGADO A 'ESCOBAR BRASILEIRO' EM PORTUGAL

 

PM/PA está preso em Portugal por envolvimento em esquema de tráfico de drogas (Arquivo pessoal)

Mercadoria foi apreendida dentro de uma carga de açaí. Aderaldo Pereira de Freitas Neto é tenente da Polícia Militar e formado em Direito

Um dos paraenses presos em Portugal por participar de um esquema de tráfico internacional de drogas é o tenente da Polícia Militar Aderaldo Pereira de Freitas Neto. Conhecido como Neto Freitas, ele é formado em Direito e é bacharel em Defesa Social e Cidadania, conforme consta em seu perfil nas redes sociais. O nome do outro paraense também detido em Lisboa, capital portuguesa, durante a operação "Norte Tropical" ainda não foi confirmado.

Os dois foram presos esta semana com a acusação de participar de esquema de tráfico internacional de drogas. O carregamento ilegal de cocaína estaria escondido em cargas de açaí e teria saído do Porto de Vila do Conde, em Barcarena. A dupla faria parte de um esquema maior comandado por Ruben Oliveira, conhecido como “Xuxas” - maior traficante português -, e pelo Sérgio Carvalho - o "Major Carvalho", também chamado de “Escobar brasileiro”. Ambos também já foram presos.

SAIBA MAIS: POLÍCIA JUDICIÁRIA DE PORTUGAL APREENDE COCAÍNA EM CARREGAMENTO DE AÇAÍ CONGELADO

Suspeitos são de Belém e Barcarena

A Polícia Judiciária portuguesa confirmou a prisão dos brasileiros pela droga apreendida em carga de açaí, mas não forneceu os nomes deles. Porém, de acordo com informações extraoficiais, um dos acusados é um jovem empresário de Barcarena e o outro seria agente de segurança, lotado em Belém. A polícia portuguesa confirmou que prossegue com as investigações e com as buscas a mais pessoas envolvidas no esquema.

Operação apreendeu carga suficiente para fazer mais de 3 milhões de doses de cocaína

Em nota, a Polícia Judiciária de Portugal confirmou que "através da Unidade Nacional de Combate ao Tráfico de Estupefacientes, desencadeou, nos últimos dias, uma operação policial no decurso da qual foi possível localizar e depois apreender elevada quantidade de cocaína".

A autoridade informa ainda que a droga "seria suficiente para a composição de pelo menos 3.200.000 (três milhões e duzentas mil) doses individuais". A droga apreendida estava em um "carregamento de açaí congelado, que havia chegado recentemente a Portugal num contentor marítimo, proveniente de um país da América Latina", informa a polícia portuguesa.

Segundo a polícia, existem ainda "fortes suspeitas de (os dois presos) integrarem uma organização criminosa que se dedica à introdução de grandes quantidades de cocaína no continente europeu", informa.

Dupla estaria ligada ao esquema do "Escobar brasileiro"

De acordo com informações extraoficiais, o tráfico de drogas em cargas de açaí faz parte de um esquema comandado pelo português Ruben Oliveira, de 28 anos, o "Xuxas". Ele é considerado pelas autoridades portuguesas como o maior traficante do país e com vasta rede de ligações.

Major Sérgio Carvalho, o 'Escobar brasileiro', está preso desde o dia 23/06 em Portugal (Reprodução)

Ele seria um dos nomes fortes do traficante brasileiro Sérgio Carvalho, o “Major Carvalho”, que foi preso na semana passada na Hungria, em megaoperação que envolveu a Polícia Federal brasileira, a polícia portuguesa e a Interpol. Carvalho ficou conhecido como o “Escobar brasileiro”, em referência a Pablo Escobar, colombiano que ficou famoso por comandar um cartel do narcotráfico e estava fugido de Portugal desde quando começou a megaoperação "Exotic Fruit", em fevereiro deste ano.

Segundo as investigações, Rubem Oliveira tornou-se “sócio” de Sérgio Carvalho a partir de 2018, ficando responsável por recrutar e organizar as cargas de drogas vindas da América do Sul até a Europa, com entrada por Portugal, via marítima e aérea. Rubem, o “Xuxas” foi preso em fevereiro deste ano, em operação chamada “Exotic fruit“, ou “fruta exótica”, em tradução livre. O nome faz referência ao esquema comandado por "Xuxas", que traficava cargas de cocaína em cargas de exportação de frutas, como banana e mamão. E, com a recente prisão de dois paraenses, estaria também traficando drogas em cargas de açaí.

"Xuxas" ainda tentou camuflar a fortuna que ganhou com o narcotráfico, mas a grande quantidade de automóveis de luxo que usava para se deslocar foi determinante para denunciar seu paradeiro. Entre os carros usados por ele, estavam Porsche, Mercedes e BMW. O narcotraficante foi preso no bairro dos Olivais, em Lisboa, capital portuguesa, após uma movimentação de dinheiro, que seria usado para a nova fuga dele. O destino escolhido tinha sido Madrid, na Espanha. Atualmente, ele está preso na penitenciária de alta segurança de Monsanto, em Portugal.

Fonte: O Liberal


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quinta-feira, 3 de março de 2022

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NA ESPANHA, DOMINGO ESPETACULAR INVESTIGA A FARSA DA MORTE DO 'ESCOBAR BRASILEIRO'

Atestado de óbito forjado teria contribuído para a fuga do maior narcotraficante independente do Brasil

Sérgio Roberto de Carvalho, mais conhecido como Major Carvalho, é um ex-policial militar do Mato Grosso do Sul que se tornou o maior narcotraficante independente do Brasil e um dos homens mais procurados do mundo. Ele ficou conhecido como 'Escobar brasileiro' em referência ao famoso bandido colombiano.

A fuga do criminoso envolve duas farsas. A primeira diz respeito à identidade do ex-policial, que dizia ser Paul Wouter, natural do Suriname. A segunda farsa é a morte de Paul Wouter, com atestado de óbito assinado pelo médico Pedro Martin.

O Domingo Espetacular foi até a Espanha e conta os detalhes dessa história. Veja abaixo a reportagem completa:



Fonte: Rede Record de Televisão


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