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sexta-feira, 4 de janeiro de 2013

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NOS EUA, PORTUÁRIOS DEPOIS DE AMEAÇAREM FAZER GREVE, FECHAM ACÔRDO



SEGURANÇA PORTUÁRIA






Os portuários americanos ameaçam realizar uma greve a partir no domingo (30/12), paralisando os trabalhos em vários portos cruciais na Costa Leste do país, de Massachusetts ao Texas, informou o jornal “The New York Times” em seu site. Segundo o diário, a paralisação seria a primeira do tipo desde 1977, quando durante dois meses ficou paralisado o fluxo de bilhões de dólares em mercadorias.

14.500 portuários poderiam cruzar os braços. Na semana passada, mais de 100 grupos empresariais enviaram um texto ao presidente dos EUA, Barack Obama, pedindo que ele trabalhesse para evitar o problema. No limite, Obama poderia invocar poderes emergenciais, para impedir a paralisação – George W. Bush utilizou esse expediente em 2002, para barrar um locaute em portos da Costa Oeste.

O “NYT” lembra que, apesar de não ser um grupo numeroso, os portuários têm grande poder de pressão. Em muitos casos, não é fácil repor um funcionário parado, como por exemplo, um operador de guindastes do porto. Os funcionários não chegaram a um acordo com os empregadores sobre salários e benefícios, gerando um impasse.

A Autoridade Portuária de Nova York e Nova Jersey estimou que a greve poderia custar à região US$ 136 milhões por semana em custos para as empresas e US$ 100 milhões por semana para a produção econômica do país.

O locaute nos portos em 2002 custou no total US$ 1 bilhão por dia aos EUA, segundo cálculos de grupos empresariais. O protesto durou 11 dias, até que Bush invocou os poderes emergenciais para encerrá-lo.

No entanto, um acordo entre as companhias de navegação e os portuários suspendeu a ameaça de greve. As duas partes concordaram em prorrogar o atual contrato de trabalho em 30 dias.

O diretor federal de mediação, George Cohen, disse que as negociações resolveram “em princípio” o principal ponto que travava as negociações que se arrastam há nove meses, um acordo de décadas sobre o pagamento aos portuários sindicalizados de um royalty com base no peso dos contêineres que eles movimentam por ano.

Fonte: Valor Econômico
 
 

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