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sábado, 14 de junho de 2014

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GUARDA PORTUÁRIA DO RIO DE JANEIRO RENOVA SUA FROTA


Inspetor Labolita, o Superintendente da Guarda Portuária Alfeu Cardoso e o Superintendente Substituto Sylvio  Wenceslau.

Na última quarta-feira (11), finalmente começaram a chegar as novas viaturas da Guarda Portuária do Rio de Janeiro.
Após longo período de tramitação em verdadeiro emaranhado burocrático que assola as empresas e entidades públicas e o comprometimento engendrado pelo Superintendente da Guarda Portuária (SUPGUA) Comte. Alfeu Cardoso e do Inspetor Sylvio Wenceslau, atual substituto do SUPGUA, finalmente materializou-se a aquisição de seis viaturas Nissan Frontier para a Guarda Portuária do Rio de Janeiro e de Itaguaí.
Embora seja um instrumento essencial e de uso diário, a chegada dos veículos, causou emoção em muitos que presenciaram a sua chegada.
O processo de aquisição dos veículos tramita há anos e somente agora se finaliza.
Na Guarda Portuária do Rio de Janeiro, subordinada à Companhia Docas, ainda há em trâmite, vários outros processos de aquisições, que respeitando seus trâmites legais e, acabam causando um sentimento em alguns poucos, um sentimento de que as necessidades estão sendo conduzidas com descaso.
Entre os processos ainda não finalizados encontram-se:
  • ·       Aquisições de motocicletas de 300cc;
  • ·     Finalização do treinamento e cumprimento da Portaria 613 do DPF que trata do porte de armas abrangendo todo o efetivo;
  • ·       Capacitação de todo o efetivo no uso de tonfas;
  • ·       Aquisição de complementos do fardamento;
  • ·       Aquisição de segunda capa dos coletes balísticos;
  • ·       Disponibilização de vans para rendições diárias;
  • ·       Aquisição de nova sede da Guarda Portuária entre outros;

O episódio de recepção das viaturas operacionais trouxe consigo a sensação de novo fôlego, já que, em todo o Brasil, a Guarda Portuária vem sofrendo um achatamento de suas ações e estruturas.
São portes vencidos pelo Brasil afora, na dependência da Polícia Federal, demora da publicação do Regulamento Nacional, pela Secretaria de Portos (prorrogado mais uma vez), falta de estruturas básicas nas execuções diárias, enfraquecimento das ações sindicais em favor dos interesses da Segurança Portuária, e caminhando para o terceiro veto no porte de arma pessoal, por parte da Presidência da República, etc.
Enfim, se os críticos de plantão utilizassem suas argumentações na mesma direção, talvez estivéssemos em situação menos degradante.

Marco Jamil –Técnico em Segurança Pública


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