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segunda-feira, 24 de agosto de 2015

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CONTRA O APARELHAMENTO, PORTUÁRIOS DO RIO DECIDEM POR GREVE





Em assembleia realizada na última quinta-feira (20), por decisão unanime, o Sindicato dos Portuários do Estado do Rio de Janeiro decidiu fazer greve de 24 horas, com operação padrão da Guarda Portuária, no dia 04 de setembro (sexta-feira).
Neste dia, os portuários cruzarão os braços e os portos administrados pela CDRJ (Rio de Janeiro, Itaguaí, Angra dos Reis e Niterói) passarão por operações padrões da Guarda, que dificultam e prejudicam a entrada de veículos e pessoas nesses portos, formando imensas filas, congestionando o entorno dos portos.
Ao contrário do que ocorreu na quarta, quinta e sexta-feira da semana passada, oportunidade que os portuários entraram em estado de greve, dessa vez, o Sindicato tomou o cuidado de avisar com antecedência sobre as operações padrões da Guarda Portuária, permitindo, assim, que os usuários, seus prestadores de serviços e terminais possam ao menos programar entregas e retiradas de cargas e contêineres.
Aos usuários, solicitamos que conversem com seus despachantes e transportadores para atuarem com máxima antecedência de forma a evitar que entrega e retiradas sejam deixadas para o dia de greve. Para os casos cujas programações para o dia da greve forem inevitáveis, sugerimos procurar os terminais e negociar soluções. Temos certeza que eles serão parceiros nesse momento.
A CDRJ está vivendo tempos dificílimos. Mesmo sendo vitima de aparelhamentos e fatiamentos por partidos políticos por décadas, responsáveis  pela péssima situação financeira da companhia, que inclusive perdeu se alfandegamento por não conseguir Certidão Negativa de Débitos, não existem registros de um levante tão intenso como este, ao ponto de o Sindicato ter denunciado a atual gestão da companhia ao Ministério Público Federal (MPF) por improbidade administrativa e, segundo informações recentes, ter impetrado Mandado de Segurança contra nomeações feitas pelo atual diretor-presidente Alexandre Gadelha, alvo de muitas criticas dentro da companhia.
Embora contra as operações padrões, o UPRJ e a USUPORT-RJ apoiam os portuários nesse movimento de resgate da CDRJ. Somos contra o aparelhamento e o festival de nomeações indiscriminadas, no formato que vem ocorrendo. Simplesmente, desde 01/06/15, pouco menos de 50 dias úteis, mais de 20 pessoas, algumas com condutas contestadas pelo Sindicato, foram colocadas na CDRJ pelo atual diretor-presidente, segundo informações.  Se isso não é aparelhamento, não sabemos qual nome dar, então.  Apenas estamos vendo que a coisa tende a piorar e o Ministro Edinho Araújo precisa intervir imediatamente, afinal tudo isso é culpa de seus colegas de PMDB.



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