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sexta-feira, 19 de agosto de 2022

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PF PRENDE INTEGRANTES DE QUADRILHA QUE TRAFICAVA COCAÍNA NO PORTO DE ITAGUAÍ

 

Na operação dois servidores públicos foram presos, mas há indícios do envolvimento de empresários e outras pessoas na quadrilha

A Polícia Federal (PF), em uma força-tarefa com a participação da Receita Federal do Brasil (RFB) e do Ministério Público Federal (MPF) desbaratou, na quarta-feira (17), uma quadrilha acusada de operar um esquema de contrabando e tráfico de internacional de drogas no Porto de Itaguaí, na Região Metropolitana do Rio.

Na Operação Ártemis, dois servidores públicos foram presos, mas a investigação também encontrou indícios do envolvimento de empresários e outras pessoas na quadrilha.

Os policiais federais localizaram grande quantia de dinheiro na casa de um analista tributário da Receita Federal, em Campo Grande (RJ). Os valores estavam em um esconderijo localizado no sótão da casa. Outro analista tributário, morador do Recreio dos Bandeirantes, também foi preso na ação.

Os agentes cumpriram 31 mandados de busca e apreensão, expedidos pela 2ª Vara Federal Criminal do Rio de Janeiro, nas cidades fluminenses do Rio de Janeiro e Itaguaí, e ainda em Santos e São Vicente, no Estado de São Paulo, Belo Horizonte, em Minas Gerais, Vitória, no Espirito Santo e Maceió em Alagoas.

Uma grande quantidade de dinheiro em espécie e relógios foi apreendida nesses endereços. A justiça também determinou o sequestro de bens e valores pertencentes aos investigados que somam cerca de R$ 30 milhões.

Em São Vicente, a força-tarefa apreendeu relógios e dinheiro em espécie. Em Maceió, segundo a PF, houve apenas o cumprimento de três mandados de apreensão. O notebook, único objeto apreendido foi encaminhado para a Polícia Federal, em Nova Iguaçú, para perícia.

Operação Coligada

Em razão da convergência dos investigados, a Operação Ártemis se desenvolveu, simultaneamente, com a Operação Efeito Cascata, deflagrada pela PF em São Paulo.

Investigação

A investigação teve início em 2020, depois que a Receita Federal suspeitou da conduta de alguns servidores e comunicou o fato à Polícia Federal. Eles estariam facilitando o tráfico de drogas e o contrabando de produtos em meio à operação do porto.

Em uma das diligências da investigação, em setembro do ano passado, mais de meia tonelada de cocaína foi encontrada em um carregamento de mangas que iria para a Europa. A droga estava escondida como um recheio dentro das frutas.

A quadrilha também é acusada de fazer operações para lavar o dinheiro proveniente das ações criminosas.


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