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NO PODCAST PORTO&GENTE CONTEI UM POUCO DA MINHA HISTÓRIA NO PORTO DE SANTOS

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segunda-feira, 25 de novembro de 2019

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RECEITA FEDERAL LOCALIZA MAIS DE 1T DE COCAÍNA NO PORTO DE SANTOS E BATE NOVO RECORDE



Droga tinha como destino o Porto de Roterdã, na Holanda, com baldeação no POrto de Antuérpia, na Bélgica.
Equipes da Receita Federal localizaram mais de 1 tonelada de cocaína durante uma ação realizada nesta sexta-feira (22) no Porto de Santos, no litoral de São Paulo. A droga estava escondida em uma carga de exportação destinada a Europa. De acordo com a Receita Federal, quantidade de entorpecentes apreendidos em 2019 já supera 2018, recorde até então.



A carga regular era sucata metálica, cujo destino final seria o Porto de Roterdã, na Holanda, com baldeação no Porto de Antuérpia, na Bélgica. O contêiner foi selecionado para conferência por meio de critérios objetivos de análise de risco, incluindo a inspeção não intrusiva por escâner.



Durante a conferência, o cão de faro da Receita Federal notou e sinalizou a presença de drogas na carga e, quando aberto o contêiner, foram localizadas 34 bolsas esportivas no meio da sucata, envoltas em papel aluminizado, contendo diversos tabletes de cocaína que totalizaram 1.162 kg.
A droga interceptada pela Receita Federal foi entregue à Polícia Federal, que acompanhou a operação a partir de sua localização, e que prosseguirá com as investigações.



Apreensões de cocaína
Com esta localização, a Alfândega de Santos atingiu a marca histórica de 23.942 kg de cocaína localizados, superando a quantia localizada no ano de 2018, quando 23.118,76kg de droga foram localizados.



Em todo o país, as apreensões de cocaína em portos brasileiros aumentaram 50% entre janeiro e outubro de 2019, de acordo com a Receita Federal. Foram 47,1 toneladas apreendidas nos dez meses. O total apreendido em todo o ano de 2018 foi de 31,5 toneladas. Segundo a Receita, os principais destinos eram portos da Holanda, França e Bélgica.
Para a Receita Federal, o recorde nas apreensões tem a ver com o aumento da produção de cocaína nos países andinos - origem da droga - e também com o treinamento dos agentes que estão preparados para identificar os carregamentos.


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